O nó do problema


Teresa Ribeiro,

Deputados com potenciais conflitos de interesses, leis com alçapões feitas por esses mesmos deputados e uma justiça paralisada por essas mesmas leis, eis as voltas do nó do sistema. Ninguém o desata, como é óbvio. Portanto daqui não saímos como a carroça do Górdio. E as reformas estruturais, neste contexto, são uma piada.

3 comentários em “O nó do problema”

  1. Isto é apenas a ponta do rabo do gato. O grau de exigência e o escrutínio dos cidadãos perante quem exerce cargos públicos precisa de aumentar, e muito. Por outro lado, isto não é senão fruto do nacional “porreirismo”, do “desenrascanço” e do “deixa andar” que grassa na sociedade portuguesa. No fundo, a classe politica não deixa de ser um reflexo da sociedade que a suporta.

  2. E VENHAM MAIS CINCO!
    Sem se resolver o problema JUSTIÇA, vamos continuar com mais do mesmo. O problema é ser ela refém de verdadeiros grupos de gangsters sem escrúpulos que até agradecem as reformas estruturais, que controlam a bel-prazer. Hoje já se dão até ao luxo de rivalizarem por elas na praça pública, sem qualquer pudor, tal é a certeza de impunidade!
    Desembainhar a espada para acabar com o nó deve ser a última solução. Antes disso, ainda podemos considerar a sugestão da MFL e suspender a democracia. Só até se limpar o que tem que ser limpo!

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *