Viva a Reinvenção! O que me trava o andar,E me enfraquece o querer?Se tenho olhos para ver,Se tenho pernas para andar. O que me turva a razão,E não me deixa crescer.Porque me dizem que não,Porque me querem prender? Porque não entendem o desejoQue tenho, de ir mais além?Porque não crescem também?E são mais do que eu almejo?! Não me parem, não me empurrem.Deixem-me caminhar solto.Não me ergam, nem derrubem,Nem me expulsem… porque eu volto. 😉 Responder
Mas a freguesia parece escassear.
Pois, a crise não se comove com fantasias florais…
Viva a Reinvenção!
O que me trava o andar,
E me enfraquece o querer?
Se tenho olhos para ver,
Se tenho pernas para andar.
O que me turva a razão,
E não me deixa crescer.
Porque me dizem que não,
Porque me querem prender?
Porque não entendem o desejo
Que tenho, de ir mais além?
Porque não crescem também?
E são mais do que eu almejo?!
Não me parem, não me empurrem.
Deixem-me caminhar solto.
Não me ergam, nem derrubem,
Nem me expulsem… porque eu volto.
😉
Ó Bartolomeu, essa veia poética está cada vez mais afinada! Gostei.
Eu, também… de o escrever!
;)))
Obrigado!