10 comentários em “O mundo é de quem o reinventa (67)”

        1. Já que fala nisso, uma das coisas que me faz espécie é imaginar o efeito destas tatuagens em corpos envelhecidos e enrugados, o que fatalmente acabará por acontecer a não ser que morram cedo.

  1. Por acaso, gosto de tatuagens. Se tivesse vinte anos, era capaz de fazer uma (não tão grande, mas do género; talvez uma das folhinhas 😉

    É que quando tinha vinte anos, não me atrevia a estas coisas…

    1. Eu acho que não faria, Cristina. O que mais me irrita nas tatuagens nem é a estética, é o facto de serem definitivas. Há anos fiz uma tatuagem em Marrocos, mas com Henna. Ficou linda e durou no máximo um mês. Assim não me importo.

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