Já que fala nisso, uma das coisas que me faz espécie é imaginar o efeito destas tatuagens em corpos envelhecidos e enrugados, o que fatalmente acabará por acontecer a não ser que morram cedo.
Eu acho que não faria, Cristina. O que mais me irrita nas tatuagens nem é a estética, é o facto de serem definitivas. Há anos fiz uma tatuagem em Marrocos, mas com Henna. Ficou linda e durou no máximo um mês. Assim não me importo.
Das coisas que mais me horrorizam constam em lugar de top as tatuagens ENORMES.
A mim também, mas não consigo deixar de achar esta uma beleza.
Não sei se consigo imaginar o desenhador a espetar o compasso na pele da menina, no entanto… as circunferências saíram direitinhas…
Talvez tenha usado um prato, Bartolomeu… 🙂
Sim, um prato substitui perfeitamente um compasso.
A moça é que é insubstituível…
Já que fala nisso, uma das coisas que me faz espécie é imaginar o efeito destas tatuagens em corpos envelhecidos e enrugados, o que fatalmente acabará por acontecer a não ser que morram cedo.
Pois, penso exactamente o mesmo.
E, tenho que admitir, esta tatuagem é mesmo bonita.
Por acaso, gosto de tatuagens. Se tivesse vinte anos, era capaz de fazer uma (não tão grande, mas do género; talvez uma das folhinhas 😉
É que quando tinha vinte anos, não me atrevia a estas coisas…
Eu acho que não faria, Cristina. O que mais me irrita nas tatuagens nem é a estética, é o facto de serem definitivas. Há anos fiz uma tatuagem em Marrocos, mas com Henna. Ficou linda e durou no máximo um mês. Assim não me importo.
Realmente conheço pessoas que se arrependem de as ter feito.