– Boa tarde…
– Boa tarde. Quero um menu Big Mac. Com Coca-cola light.
– Deseja o menu normal ou o super menu por mais 50 cêntimos?
– …Diga? Eh…. não, não, está bem assim.
– Muito bem, são cinco euros e cinquenta.
– Ss..sim, sim, claro. Aqui tens.
– Obrigado, aqui está o seu troco.
– Hmm… desculpa a pergunta, mas esse é mesmo o teu nome?
– Desculpe?
– Se esse é o teu nome verdadero nome, quer dizer, o que está na placa de identificação.
– Sim, é o meu nome.
– E o “A” é de quê?
– De Arthur…
– Arthur? Quer dizer que te chamas Arthur Rimbaud?
– Sim, é mesmo esse o meu nome.
– Mas tu sabes quem é Arthur Rimbaud?
– Não entendo… Eu sou Arthur Rimbaud…. O meu pai também é Arthur Rimbaud… não percebo o que quer dizer.
– Pois, desculpa. É que o Rimbaud é um poeta francês muito famoso…
– A sério? Não fazia ideia…
– É verdade… deixa lá, não tem importância… enfim… obrigado… já agora… tu de onde és?
– De Paris, senhor. No Texas.
* tradução livre de texto encontrado no Cabeza de Perro.

Atão mas a história nã é da terra das dolas?!
É bem capaz de ser. Se calhar fui eu que coloquei lá os euros a despropósito. Em todo o caso, e no final de contas, é onde nós quisermos.
Engraçado. Saberá a Eugénia Vasconcellos que tem um homónimo espanhol?
E de fundação anterior, tanto quanto pude perceber.
Para mim era uma de papas de sarrabulho, tá?
Para mim já marcharam ontem ao almoço. À moda de Braga. Bem diferentes das do Porto.
Não há duvida… o Mundo não é mais que uma aldeia.
Cada vez mais, Bartolomeu.
A perfeição encontra-se nos pormenores; sublime encontro.
Também me pareceu, Outside.
Em países com a Alemanha é normal as pessoas só terem um nome próprio e um apelido. Em tais países é normal haver dezenas de pessoas com o mesmo nome.
De morrer a rir.
Semelhante: tive uma empregada caboverdiana. Quando lhe perguntei em que ilha nascera respondeu-me: “em Algés”!
Será que o Wim Wenders conheceu o pai dele?