Não sei onde é exactamente, mas sei que é verdadeira. A ideia é genial e de grande efeito, mas repare que tem uma técnica relativamente simples. Com jactos inclinados e alguma pressão, faz-se facilmente esta fonte.
Eu tinha-me apercebido que era uma fonte. Entretanto salvei a imagem e procurei-a no Google images que resultou neste endereço que coloquei entre aspas:
É a mesma fonte, Ana. Vi-a recentemente em Valência na zona das praias. A sua foto está virada para o Mediterrâneo; a outra, para a zona balnear oposta. Valência está pejada deste tipo de esculturas fantásticas onde predominam estruturas transparentes de vidro/acrílico e a água.
Acho que por causa da morte do Eduardo Nery revisitei alguns dos seus posts e usei outra vez o URL gigante que tinha colocado num comentário deste post ali acima. Desta vez aparece logo a informação que a fonte está em Valência, conforme outros comentadores do post já tinham informado, e os posts em árabe são relegados para o fim da lista de resultados do Google. O dinamismo das procuras do Google tem assim mais uma confirmação. É realmente um mundo novo. Se uma pessoa pretende guardar o resultado da busca terá que fazer “save page as…” porque se se limita a guardar o link não terá depois acesso à informação que naquela altura obteve.
Uma pessoa vê as imagens e já desconfia se serão criações do Photoshop ou fotografias simples. Qual é o caso neste caso? E se é uma foto é de onde?
Não sei onde é exactamente, mas sei que é verdadeira. A ideia é genial e de grande efeito, mas repare que tem uma técnica relativamente simples. Com jactos inclinados e alguma pressão, faz-se facilmente esta fonte.
Genial.
E poética.
É caso para dizer que estamos perante uma barca cheia de pressão. Faz-me alembrar (sem aspas) alguma coisa.
Humm, é bonita de mais para lembrar isso em que está a pensar.
Eu tinha-me apercebido que era uma fonte. Entretanto salvei a imagem e procurei-a no Google images que resultou neste endereço que coloquei entre aspas:
“https://www.google.com/search?tbs=sbi:A MhZZisyDGQeVPKKOXJdNWVHdxscHnG3Oq19TsJ9n tTVjjHbHb-xYeLWfLxPtfOXhBknvRIZSEIluFqSB 0TVqTo4xuYu5SXltYlNYvohIwvimexupc3lryjoh wH2AbQUEJZ4zrtV2NrZMwHVjJia5DAy1FchicDe6 wLkdsizIPWxJyEPnggU8GG_1kb0nwLrS5tZfTYiV WUiqYi0HzF7E-KHCllh4q9Mcdmi5wrbIrp-03wxK wBKEpsCbHHkD-vfynh1aXDDLdDt0RYYav8qkSUnX LreeZHnMzc1EtF2UqSON_1Dg7iW7FLTeq0LdvqmS YynkZUvWeO5KwaNHyejkjjKpGbTuSTTiTNUt3umI bam5K78ijPTRYIdOi443idjNckVHmWelNMi3qC2J jVEBY7_1mq5f33TCEYW8vHlAZ9f4Dv10aXIG6xWg TkUMXlOaoerHS5rxoaBoBbpZ1V9pNz_1gtkjmW63 y1hQSFHHZDvlurM8fcMIMWnn_1DZKWuUstq-n8E_ 19EH5E1YFALLU2hKqLhxgbUUjtb-GlhhImnv0bAe 1GnPyu0Xx347Cdj3yUDu_1ydTl7S9CNyI14Vkij6 nueOkAe4YtaihSqG1QGAAl1j8qYKOm0GJB0s-w5D U5NMWRo21-DgnOMa8paJwOlKFEdJOSL8Apl_1anU E92W2eCg_1IpfxBLUn-2D6UrptoCPaJXRHMRaO9w 6_1JCofvpDAmxvX_1obXvrHLMlzwxfUr8T_1W3Y8 E4KY2s4wdAWy3OHzuP8Bgy5otSM2ZwTRONYCOmpc a6Um5KwgMWU0vS_1Yp_1Xj3VuOrb3vZY5TmLkP_1 hfm95fwDw0D8DNKYqO3R-t2yXBjlPFDpMV7WsEPJ pFO1PyLV_1MqBGxB6c4NlLnj_1fi-7vCvLm5OCWH ukHEVdU5wOwhoclCJHeKpjl-wbCiRYdxDghbj7qQ 1wbhh2VZsOTtJj_1Gkwh0yh-3xn3aLZpVgrJn_1y KpPrQhhmGz1SKtIXJQCu23mkT9MoRoxO9FLA4tCT UoGsEoqBaaVB-J-oKzd3W7UhYPopGlUap55vfy86 BEWXIdUKegWKBxq-s6qBbbkKBJ9BsrOGL5qGhaSl ERXv85hwYnRhpiTOM2F-TCHT4DPfaqNsr7IM6jsn GDQGn8oW-_11YmrDp7r3auoHrJe_1Q4sBYa-55q3 nfJRJDDPqH4jNviFnyV2sabF2mjVaMWc3l2cb6KR yrFpt9zGRmJhdruAcB0i6a0HD2Ctjne1rqZ7pzFj zvwk2JyPyxDm8ix-y3H8Z9gU_1-O9AmBkCebpGqB MWFv0AcIBTPAEw9ZNyqSJUb0cL3FvOMz1CldzEVp m518YR692C7lcWXffCZxcvBkdiRPT9JlXlwJFZwz xj_1PQmLJCWmrODrDoOAE&num=10&hl=pt-PT&bih=680&biw=1012″
Só me aparecem sites em árabe, o inglês já foi mais o esperanto.
Segui o seu link e realmente toda a informação é em árabe, por isso acabei por não perceber onde fica a fonte.
Sem dúvida, uma das fontes mais bonitas que já vi.
Também acho, Cristina.
Passeio maritimo da praia de Malvarossa, em Valencia, Espanha.
http://commons.wikimedia.org/wiki/File:F uente_de_agua_en_la_playa_de_la_Malvarro sa.jpg
Obrigada pelo esclarecimento, Diana. Mas fico com a sensação de que há duas fontes iguais em cenários diferentes, ou então uma delas é fotomontagem.
É a mesma fonte, Ana. Vi-a recentemente em Valência na zona das praias. A sua foto está virada para o Mediterrâneo; a outra, para a zona balnear oposta. Valência está pejada deste tipo de esculturas fantásticas onde predominam estruturas transparentes de vidro/acrílico e a água.
Obrigada, Paulo. Não vou a Valência há muitos anos, não conheço nada disso. Enfim, a fonte é uma beleza.
Acho que por causa da morte do Eduardo Nery revisitei alguns dos seus posts e usei outra vez o URL gigante que tinha colocado num comentário deste post ali acima. Desta vez aparece logo a informação que a fonte está em Valência, conforme outros comentadores do post já tinham informado, e os posts em árabe são relegados para o fim da lista de resultados do Google. O dinamismo das procuras do Google tem assim mais uma confirmação. É realmente um mundo novo. Se uma pessoa pretende guardar o resultado da busca terá que fazer “save page as…” porque se se limita a guardar o link não terá depois acesso à informação que naquela altura obteve.