Pacheco Pereira (militante do PSD)
«Pedro Passos Coelho faz uma história retrospectiva em relação a Ricardo Salgado e esquece-se que ele participou ou esteve presente em reuniões do Conselho de Ministros no início da [passada] legislatura. Já ninguém se lembra. Já ninguém se lembra!»
«Veio nos jornais e nunca ninguém desmentiu. Veio nos jornais…»
«Então ao Conselho de Estado não foi o Mario Draghi?»
Jorge Coelho (militante do PS)
«Como você imagina, isso [Salgado no Conselho de Ministros] é uma coisa que nunca aconteceu.»
«Então vai alguém que não é ministro ou membro do Governo a uma reunião do Conselho de Ministros?!»
Na Quadratura do Círculo (SIC Notícias), 9 de Março

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Newspeak…
Pacheco Pereira já é um personagem de Orwell 1984 há algum tempo.
Coelho, devido a um tipo de austeridade intelectual, não imagina ser possível, a alguém, tomar assento à mesa do poder, noutra que não a do Conselho de Ministros.
Nada recomendável a hipertensos, o convívio com Salgado.
Qual mundo às avessas?
Só se ficarmos pela superficialidade das palavras ou dos factos e, aí sim, até pode parecer que nada faz sentido.
Se bem me recordo, quando via Manuela Ferreira Leite, não faltava Pacheco Pereira. “Já ninguém se lembra” como ela “adorava” Passos e fez de tudo para o empurrar borda fora?
Nessa altura, eu ainda não entendia que os partidos políticos não interessavam para nada, mais uma ilusão, entre muitas, de que escolhemos alguma coisa, quando, já nessa altura, nos vários países europeus, havia os que queriam manter a soberania dos países e, os outros que já serviam a Agenda “Globalista” e o, muito desejado, projecto de um Governo Global Totalitário, controlado por Bancos Privados, um BCE, tal como já fazia o FED nos EUA, pertencentes aos que controlam o dinheiro que, só eles querem ter o poder de criar e, neste caso do ar.
Aqui tenho de ir repetindo porque a maioria não percebe a gravidade, nem as consequências de que, nem no tempo da Ditadura, o Governo português podia imprimir dinheiro sem ter o ouro equivalente, enquanto estes vão imprimindo, o dinheiro que quiserem e, depois, cobram juros sobre algo que nunca existiu, algo que mais ninguém no Mundo tem autorização para fazer, imprimir papel ou teclar números nos teclados, até lhes apetecer ou, mais precisamente, até conseguirem controlar Tudo nas nossas vidas e, aqui, precisam dos que, façam de tudo para aumentar as dívidas e, assim, com a desculpa das ordens externas, legislar o que convém a eles, nunca aos cidadãos europeus.
Controlar o Mundo, tal qual, como sonhava Hitler, Stalin, Mao Tsé-tung ou outros Ditadores porque, mais do que dinheiro, está em causa a nossa Liberdade de escolha e os nossos Direitos Individuais.
Poucos imaginam que acontecimentos a nível global desde 1913, tenham a ver com o que vivemos presentemente mas, isso, são outros 500.
Fomos sendo encaminhados que nem carneirinhos, primeiro era só para “facilitar as trocas comerciais” depois, para simplificar, veio a moeda única e, com o engodo do dinheiro fácil, para ninguém ir reparando nos vários “becos escuros” como agrilhoar os europeus a dívidas insustentáveis, naturalmente que, nesta longa travessia programada, entre dinheiro a rodos e apertões de cinto, os políticos nunca disseram, nem dizem, para quem, realmente, “trabalham” e, por ignorância ou propositadamente, em vez dos interesses dos cidadãos, acabam por estar a servir interesses de outros “Patrões” e, Manuela Ferreira Leite, apareceu nas Listas de convidados do grupo Bilderberg, pelo menos em 2009, portanto, para mim, não há mundo às avessas, é como no velho ditado “diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és”. Como o “jogo” continua, até é previsível que Pacheco vá apoiar um “determinado nome” para substituir Passos que, neste contexto, tem de ser do PSD mas, com “interesses” comuns a Costa e Marcelo. O mais provável será Passos Coelho ter o mesmo destino que Seguro que, tal como Costa e Rui Rio, também foi convidado mas, não deve ter passado no “teste” daqueles que têm triliões e, não controlam só o dinheiro, como muitas outras coisas.
É tudo mais simples do que parece, será tal e qual como tentar fazer um puzzle de 5000 peças mas, sem ter o desenho final, provavelmente, olha para uma peça e, só por ser azul, pode ficar convencido que fará parte do céu e, começa mal, ao colocar a peça no montinho errado
Sorte, azar ou meros acasos, só se for no futebol, nunca na política, especialmente, feita a nível Global e, quanto ao que se passa, aquele que eu considero ter sido um dos maiores comediantes, há muito que soube resumir em 3 minutos, tudo sobre os donos do mundo e os políticos
https://www.youtube.com/watch?v=i5dBZDSS ky0
George Carlin – It’s a big club and you ain’t in it
«Não acredito em reformas quando se está em democracia.»
Manuela Ferreira Leite, 18 de Novembro de 2008
Democracia, palavra que enfiam “goela abaixo” para parar qualquer debate, uma espécie de adesivo para silenciar, não vá “acordar” a apatia e a divisão das massas quem, realmente, está em maioria.
“Os pensadores italianos do século XX Vilfredo Pareto e Gaetano Mosca (independentemente) argumentaram que a democracia era ilusória, e servia apenas para mascarar a realidade da regra da elite. Na verdade, eles argumentaram que a Oligarquia da Elite é a lei inflexível da natureza humana, em grande parte devido à apatia e divisão das massas (em oposição à iniciativa e unidade das elites), e que as instituições democráticas não fariam mais do que mudar o exercício do poder de opressão à manipulação. Como Louis Brandeis uma vez profetizou,”Podemos ter democracia ou podemos ter riqueza concentrada nas mãos de uns poucos, mas não podemos ter as duas coisas.”
Tudo muito democrático e acabamos governados por minorias como comentei aqui: samento-da-semana-9129517
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/pen
Partindo do princípio que ela é globalista e se “Podemos ter democracia ou podemos ter riqueza concentrada nas mãos de uns poucos, mas não podemos ter as duas coisas”, ela prefere ter a “riqueza concentrada nas mãos de uns poucos” e, volto a repetir que num Sistema como a UE, ainda é mais visível esta consequência:
Países cujos Parlamentos, começam por não representar a real maioria da população, como expliquei no outro comentário e, com cavalos de Tróia perfeitos, como a criação de Dívidas insustentáveis, os globalistas como ela, têm a desculpa perfeita, para aceitarem as Leis de Bruxelas, “cozinhadas” pela tal elite que tem a riqueza concentrada e que, além do dinheiro, quer controlar o que resta das nossas Liberdades Individuais, onde os eurodeputados servem, apenas, para completar a ilusão, pois sabemos que não podem Propor ou Vetar Leis.
Um Governo Global, mais Totalitário do que isto, é impossível e, é escusado atirar “poeira para os olhos” com palavras como Democracia porque, é precisamente com as Palavras que temos sido e continuaremos a ser enganados.
Aliás, até a origem da tal “Democracia”, nada tinha de Democrático, no sentido que lhe querem dar, onde parece que a maioria da população tem algum voto na matéria.
“O termo “democracia” apareceu pela primeira vez no antigo pensamento político e filosófico grego na cidade-Estado de Atenas durante a antiguidade clássica. Liderados por Clístenes (referido como “o pai da democracia ateniense”) os atenienses estabeleceram o que é geralmente tido como a primeira experiência democrática em 508-507 a.C.
A democracia ateniense tomou a forma de uma democracia direta e tinha duas características distintivas: a seleção aleatória de cidadãos comuns para preencher os poucos cargos administrativos e judiciais existentes no governo e uma assembleia legislativa composta por “todos” os cidadãos atenienses. Todos os cidadãos elegíveis eram autorizados a falar e votar na assembleia, que estabelecia as Leis da cidade-Estado. No Entanto, a cidadania ateniense excluía mulheres, escravos, estrangeiros, os que não eram proprietários de terras e os homens com menos de 20 anos de idade. Dos cerca de 200 a 400 mil habitantes de Atenas na época, havia Só 30 mil a 60 mil Cidadãos.
Quando até na sua origem havia exclusão de grande parte da população, se não começou bem não podia continuar melhor, no entanto, a Suíça não optou por dar poder total à minoria que vai rodando no Governo, há os Referendos e, aí sim, cada cidadão tem voto na matéria.
Tanto simplex para pagar impostos mas, tão pouca vontade para o usar na participação de Todos os Cidadãos. O Sistema está feito, precisamente, para não servir o Estado (todos nós), só alguns e, pelo menos, já conseguiram destruir o Estado que, para ser Estado, além de população, tem de ter fronteiras e soberania, duas coisas que a tal minoria que roda no Governo, já entregou aos que, globalmente, Concentram a Riqueza e, sem soberania nem fronteiras somos apenas mais um rebanho nas mãos das 10 famílias que controlam o Mundo.
É escusado juntar à palavra Democracia a palavra Representativa porque acaba por representar, precisamente, os mesmos. Mera Manipulação, para a Opressão não ser visível. Há soluções mas o caminho tem sido fácil, ao estupidificar as massas.
«Está para nascer um primeiro-ministro que faça melhor no défice do que eu.»
José Sócrates, 22 de Julho de 2009
Uma confusão natural.
Ricardo Salgado foi ao edifício do Conselho de Ministros enquanto o conselho estava a decorrer, mas foi falar com um Secretário de Estado sobre imigração.
Calhou não haver outro dia nem outro sítio para receber o senhor. Coincidências!
http://www.tvi24.iol.pt/economia/bes/ric ardo-salgado-entra-no-edificio-do-consel ho-de-ministros
A pós-verdade ataca em força, com centro gravitacional na Marmeleira.
Sinceramente, não sei qual o pior marreta.
Já quanto ao descarado mulO d’oiro…
Eu sei.
Não vale a pena, quanto a mim, comentar P.Pereira, esganiçadas, galambices e coerências iguais.
Eu cá vou continuando a colar cromos na minha caderneta.