
Li-o devagarinho, porque não queria chegar ao fim. A expectativa era grande, depois de Gente Independente. Às primeiras páginas, soube que tinha mais um grande livro nas mãos, daqueles a que me vai apetecer voltar. Foi editado este ano pela Cavalo de Ferro, a minha editora favorita.

Não conheço. Mas vou conhecer =)
Beijinhos, e bom ano!
Vale bem a pena! 🙂
Um bom ano!
Adicionei à lista de compras!
sem arrependimentos. 🙂
Prémio Nobel? Ou melhor, Nóbel? Nunca tinha ouvido falar no tipo, obrigadinhos.
Só tem dois livros publicados em português, tradução directa do islandês. O Gente Independente deixou-me abananada durante uns tempos. Não me largava, depois de o acabar.
Mas o que será que ando a perder? Adoro quando um livro me obriga a fazer render o peixe para não o largar tão depressa.
Cavalo de Ferro, Cavalo de Ferro! É um livro que encanta, Teresa.
Aconteceu-me o mesmo este ano com a leitura da ‘Conversa na Catedral’, do Vargas Llosa. A dada altura já travava a fundo para não chegar tão depressa ao fim de um romance que me apaixonou.