O teu mutismo poupa-nos imensas discussões. Desentendemo-nos às mil maravilhas.
5 comentários em “O meu gato e eu”
é assim, o seu gato? divirta-se com ele. atire-o ao ar, bem alto, e poderá comprovar o que o poeta e.e.cummings “viu” na queda de um gato:
(im)c-a-t(mo) b,i;l:e
FallleA ps!fl OattumblI
sh?dr IftwhirlF (Ul)(lY) &&&
away wanders:exact ly;as if not hing had,ever happ ene
D
A explicação que ele deu ao seu tradutor japonês (que se deve ter torcido mais que o gato): “I am looking at a relaxed “c-a-t”;a creature motionlessly alive—'(im)(mo)b,i;l:e'” “…suddenly,for no apparent reason,the animal executes a series of crazily acrobatic antics—’Fall(-)leAps!flOat(-)tumblIsh?-drIft(-)whirlF(Ul)(lY) &&&’ …after which, he wanders away looking exactly as if nothing had ever happened…whereas, for me, the whole universe has turned upside-down in a few moments….”
na composição dos versos, podemos imaginar um gato a cair na vertical.
“atirei o pau ao gato” é uma canção infantil encantadora, mas a letra “magoa” um pouco. mas também não é por isso que vamos agora sugerir a sua alteração para algo mais pacífico, do género “atirei o carapau ao gato, mas o gato não o comeu”. e o e.e.cummings, no seu poema (?) só quis manifestar a sua admiração pela agilidade acrobática dos gatos, claro.
A dificuldade em conseguirmos comunicar é um grande problema para todos nós (uns mais do que outros, dependendo sobretudo da personalidade), em diversos momentos da nossa vida e pelos motivos mais variados.
Sem diálogo, nada se resolve, antes tudo se complica.
é assim, o seu gato?
divirta-se com ele. atire-o ao ar, bem alto, e poderá comprovar o que o poeta e.e.cummings “viu” na queda de um gato:
(im)c-a-t(mo)
b,i;l:e
FallleA
ps!fl
OattumblI
sh?dr
IftwhirlF
(Ul)(lY)
&&&
away wanders:exact
ly;as if
not
hing had,ever happ
ene
D
A explicação que ele deu ao seu tradutor japonês (que se deve ter torcido mais que o gato): rIft(-)whirlF(Ul)(lY) &&&’ …after which, he wanders away looking exactly as if nothing had ever happened…whereas, for me, the whole universe has turned upside-down in a few moments….”
“I am looking at a relaxed “c-a-t”;a creature motionlessly alive—'(im)(mo)b,i;l:e'”
“…suddenly,for no apparent reason,the animal executes a series of crazily
acrobatic antics—’Fall(-)leAps!flOat(-)tumblIsh?-d
na composição dos versos, podemos imaginar um gato a cair na vertical.
Enfim para contrapor ao e.e. cummings temos o nosso “atirei o pau ao gato” Eheh!
“atirei o pau ao gato” é uma canção infantil encantadora, mas a letra “magoa” um pouco.
mas também não é por isso que vamos agora sugerir a sua alteração para algo mais pacífico, do género “atirei o carapau ao gato, mas o gato não o comeu”.
e o e.e.cummings, no seu poema (?) só quis manifestar a sua admiração pela agilidade acrobática dos gatos, claro.
Na verdade, prefiro o silêncio às discussões.
A dificuldade em conseguirmos comunicar é um grande problema para todos nós (uns mais do que outros, dependendo sobretudo da personalidade), em diversos momentos da nossa vida e pelos motivos mais variados.
Sem diálogo, nada se resolve, antes tudo se complica.
Nada que ninguém já saiba o que é, não é verdade?
Cristina Silva
Cada vez mais penso que as palavras são muito sobrevalorizadas, Cristina.