Como muito boa gente, também estou céptica quanto ao impacto da reforma laboral na competitividade das empresas. Considero que vai servir sobretudo para facilitar a vidinha aos empresários incompetentes que pretendem compensar os seus erros básicos de gestão, falta de iniciativa e visão estratégica com a precarização do trabalho e redução drástica dos seus custos, mas Pedro Santos Guerreiro tem razão quando chama a atenção para isto: “A união entre a UGT e a CGTP desfez-se. A união dentro do PS está em risco do mesmo. António José Seguro não tem o partido a seus pés e Carlos Zorrinho não tem a bancada parlamentar nas mãos. Há um grupo de dissidentes, que são socratistas, que querem divorciar-se de um novo acordo com o Governo, quando ele for solicitado, o que há-de acontecer para novas medidas de austeridade. Se o PS sai do caldo, ele entorna-se. Cavaco Silva sabe-o. E nós também. Não é altura de uma crise política. Olhai a Grécia, minha gente, olhai a Grécia…” – Tudo, aqui.
O melhor é ir p’la sombra
Teresa Ribeiro,

Há um grupo de dissidentes, que são socratistas
Que eles sejam classificados como dissidentes, parece-me bem. Agora, não é para mim claro por que motivos devem eles ser designados por “socratistas”.
Que eu me lembre, no tempo de Sócrates todo o PS estava unido em torno dele. Estes deputados estavam, tal como os outros também. Não vejo em que medida é que estes dissidentes são mais socratistas do que quaisquer outros membros do PS.
Olhai a Grécia, minha gente, olhai a Grécia…
O problema da Grécia não é, nem nunca foi, uma qualquer crise política. O problema da Grécia é que a economia se está a afundar cada vez mais e o povo está fortemente descontente. Os problemas da Grécia não são políticos, são económicos.
A Grécia é todo um problema, Lavoura. Claro que também têm problemas políticos, e de que maneira.
O caldo entornado seria o pior que nos poderia acontecer…
O caldo já se entornou: faz uns meses que falimos, embora pareça que há quem se queira esquecer (e que nos esqueçamos) disso
Mas falimos e só há dinheiro se nos portarmos bem.
Por isso, não vale a pena estarmos a fingir que temos medo e ir dar o bloco central ou um governo a três: basta um franzir de sobrolho da troika – e a ameaça de não haver dinheiro daí a uns dias – para cessarem as heroicidades.
Temo que na prática não seja assim tão simples como diz, c.
Esperemos que sejam suficientemente crescidinhos e responsáveis, Helena.
Esta mudança da lei demonstra mais uma vez o poder do Estado com medidas ridículas. Mais um incentivo à corrupção deste. Espera-se a próxima mudança da lei que também não vai mudar nada.
Mas se o caldo estiver azedo, tipo fora de prazo, quem o come?
Começo a ficar cansado deste liberalismo sem regras, melhor, onde predomina a regra do mais forte, neste caso a Sra. Merkl e o nosso Estado que continua gordo que nem um texugo, e o povo cada vez mais magro.
As empresas a falirem por não terem capacidade para pagarem aos seus trabalhadores que perfazem 40 horas por semana, em contraponto com os milhares de pessoas encostadas nas autarquias de Norte a Sul, a lá permanecerem 35 horas semanais e onde os quadros de pessoal se manteêm inalteráveis. Num concelho como o de Odemira serão necessárias quase 700 pessoas na Câmara?
As famosas Fundações deste e daquele, que muitas delas foram “inventadas” para fugir aos impostos, nada ainda lhes aconteceu.
As PPP da nossa desgraça, continuam de pedra e cal. Desta maneira qualquer um governa.
E isto é o que me vem á memória sem a aprofundar. Eu não estou céptico só quanto ao acordo laboral, até prova do contrário estou quanto a tudo.
Quase 700 pessoas? Mais um pouco e ficam com mais gente na câmara do que no concelho.
O grande mal … a nossa tragédia …chama-se CGTP … O único acordo que tem em mente assinar de cruz chama-se:” Nacionalização”.
Enquanto existir essa “maldita raça” não haverá volta a dar-lhe!
A “Três Gargantas” sabe disso … melhor do que ninguém… daí nem os quererem ver ao longe!Razão de nao exigirem a nomeação para o C.A de nenhum “artista” da paroquia deles!
O sindicalismo tem que rever os seus conceitos, particularmente a CGTP, sem dúvida.
Esse “conceito”, é mais ou menos o quê D.Teresa ? Já sei, assinar um contrato, e depois não o cumprir né? Era assim: os 500 euritos prás urtigas.. assinado,mas,é pá, isto agora está difícil etc. e tal…isto é que deve ser o novo “conceito”, da jornaleira D.Teresa … é assim como a greve dos Maquinistas da CP, que a D. Teresa (jornaleira),comentou em Dezembro,dando uma imagem, como sendo uma “greve da CP”. Enfim são os novos “conceitos”, dos tempos que passam.E já agora greves ao Domingo e depois da Missa, faça a D. Teresa.Bom proveito…
Presumo que toda essa agressividade tem a ver com a consciência que o senhor Nascimento e toda essa casta da CP que abusa do direito à greve têm de que estão cada vez mais isolados na sociedade portuguesa. Compreendo a irritação, mas sabe, essa reacção, a partir do momento em que começou a constar o rol de privilégios de que os senhores são beneficiários, era inevitável. Passe bem.
Se começamos a falar de castas não sei que lhe diga a começar pela casta de jornaleiros, que, esses sim, fazem parte de grupos e grupinhos, que tudo fazem para “comerem á mesa” do orçamento, claro, aquela do cantinho, sim , nada de misturas, até porque fica mal, e começa a dar muiiito nas vistas…
George Groz tem-vos tão bem pintados num dos seus famosos quadros…e ficais tão bem com o penico na cabeça, e a nota na lapela. É tudo uma questão de chapéus…
ps. quando falar sobre algo, que desconhece, é bom que estude um pouco.Senão, vá para taxista.
Típico. Quando faltam argumentos, recorre-se ao insulto. Lamento, mas essa carapuça a que alude não me serve, nem nunca há-de servir. E já agora, não é Groz, é Grosz.
Claro que faltou o “s”…obrigadinho D. Teresa. Mas sabe, antes erros ortográficos, que alguns “encomendados”…