![img_770x433$2017_05_16_00_18_21_628545[1].png img_770x433$2017_05_16_00_18_21_628545[1].png](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20660146_0T8Zb.jpeg)
Estranhei um artigo de Rui Ramos, ontem publicado no Observador, que é um autêntico panegírico a André Ventura. Estranhei porque considero haver um fosso intelectual entre o historiador e o pára-quedista do PSD em Loures, que ali faz uma espécie de tirocínio para outros voos.
O problema de Ventura, ao contrário do que é referido nesse artigo, está muito longe de se circunscrever à questão dos ciganos – o que já bastaria para o desqualificar como candidato autárquico de um partido que não pertence às franjas do sistema democrático.
Ventura é também um assumido defensor da prisão perpétua, do trabalho compulsivo de presos e da castração química de certos delinquentes, além de não lhe repugnar a pena de morte. Está portanto em oposição aberta não à gestão comunista em Loures – que aliás contou com a colaboração activa do PSD nestes quatro anos – mas ao Código Penal.
Algo insólito, num jurista.
Mais um motivo para este artigo de Rui Ramos me causar estranheza. O autor chega ao ponto de reduzir, sem ironia, as 308 eleições autárquicas de domingo a um “referendo sobre André Ventura em Loures”: julgo que nem o próprio bafejado por estas palavras iria tão longe acerca de si próprio.
São palavras pelo menos tão deslocadas da realidade como a suposta “inteligência e sofisticação” do candidato assim descrito pelo historiador, que o eleva à condição de “herói de cidadãos fartos do concurso de misses do politicamente correcto”.
Reflecti nestas palavras. E acabei por concluir que esta peça no Observador, mais do que enaltecer Ventura, visa quem ousou criticá-lo internamente. Com destaque para Assunção Cristas e Teresa Leal Coelho, que na sequência imediata das afirmações iniciais de Ventura se demarcaram o mais possível dele. Ao ponto de a líder do CDS ter declarado fim unilateral à coligação pré-eleitoral com o PSD em Loures.
Aparentemente, Rui Ramos inclui a presidente do CDS e a vice-presidente do PSD entre os membros da “oligarquia política” que, à direita, “embora não tendo aderido ainda ao PS, já são inofensivos”. Este raciocínio terá muito menos a ver, portanto, com o putativo “plebiscito” de Loures do que com os ajustes de contas e a recomposição de forças à direita do PS que se prenuncia após a soma dos 308 escrutínios de domingo.
Acontece que para esse filme o contributo de Ventura será residual ou mesmo nulo. O que o ex-director de campanha de Luís Filipe Vieira ambiciona é a presidência do Benfica. Loures, onde caiu de pára-quedas, serviu apenas de isco para o “herói” de Rui Ramos ganhar um palco mediático extra-futebol. Como podia ter sido Sintra, “única terra que verdadeiramente [o] apaixona”, como chegou a confessar numa entrevista.
Ou Cascalheira de Cima ou Alguidares de Baixo. Para o caso tanto faz.

considero haver um fosso intelectual entre o historiador e o pára-quedista do PSD em Loures
Eu não sei se haverá ou, se houver, quem fica no fundo do fosso.
Se ler o currículo de André Ventura, verá que ele não é um boy: é um indivíduo doutorado em Direito (não os há muitos em Portugal) e que já exerceu ou exerce diversas profissões e cargos na área jurídica, em diversas entidades.
Podemos contestar o seu benfiquismo, as figuras que faz na televisão, ou as suas posições políticas, mas dificilmente podemos contestar as suas capacidades intelectuais e profissionais.
O que o ex-director de campanha de Luís Filipes Vieira ambiciona é a presidência do Benfica.
Disparate. Todos os presidentes de grandes clubes de futebol são homens de muito dinheiro e muitos negócios e negociatas, homens com uma carteira bem cheia. São empresários. Ser presidente de um grande clube de futebol implica mexer-se bem no círculo dos negócios. Não é coisa em que um académico tenha quaisquer hipóteses.
Não esquecer o precedente desse grande jurista, Vale e Azevedo…
E não é que faz todo o sentido ?
Os presidentes de (quase) todos os grandes clubes de futebol são uns demagogos de pacotilha e financeiros de chapéu preto.
Bem visto, Pedro.
Dulce, a política pelos dias de hoje apela à emoção, ao aplauso. À oposição emotiva e furiosa contra o adversário. A politica senta-se hoje nos estádios. Passámos da Sociedade do Espetáculo para a Política do Espetáculo. Dickens escrevia em folhetos semanais os seus romances moldando o enredo conforme a resposta do público. Assim são hoje os políticos, avaliando a popularidade da sua narrativa não pela venda dos folhetins mas através das audiências. Bem vinda ao Deserto do Real
Concordo. Já por cá andamos há uns aninhos..
Até há bem pouco tempo cantavam-se loas a Rui Ramos pela coragem da sua História de Portugal. Afinal o Estado Novo teria sido uma fabricação da esquerda. Desconfio que os que roubaram espaço às suas prateleiras com tão portentoso códice foram os mesmos que aplaudiram Trump. O homem anti sistema que iria mudar o mundo. Mas desconfio que estes apadrinhamentos são assuntos de fé e não da razão. Antes João Ameal.
Os ciganos, são como as mulheres e os pretos e os judeus e os muçulmanos É tudo uma questão de genética. Tudo uma fatalidade. E não havendo salvação bem sabemos qual a melhor solução
Uma trivela do cigano Quaresma vale mais do que todos os bitaites do professor Ventura.
O Porto está forte!
Toda esta gente que Bate nesse Ventura, se tivessem filhas com 6;7,9 anos e que tivessem sido abusadas por um malandro qualquer, não pediriam castração química de imediato? Aceitavam esta bondade que fizeram ás filhas?
Um eminente jurista já disse que a prisão perpétua existe no Código Penal.
Devia ser um “iminente jurista”, nada eminente.
V.Exª que só o conheci há dias numa TV e que reconheço ter mais tarimba do que eu, corrigiu-me embora eu tenha alguns cuidados.
Eminente em grosso modo é sapiência.
Iminente é algo que está para acontecer, rutura, etc.
De qq modo eu estou sempre a aprender e não me melindra.
Cumps
Eu é que estou sempre a aprender, Maria. Não fazia ideia que havia juristas, eminentes ou não, que garantissem estar a prisão perpétua prevista no Código Penal.
Acontece que a Constituição portuguesa, de 1976 proíbe expressamente as detenções perpétuas.
Artigo 30.º, n.º 1: «Não pode haver penas nem medidas de segurança privativas ou restritivas da liberdade com carácter perpétuo ou de duração ilimitada ou indefinida.»
Este preceito leva até o Estado português a recusar a extradição de cidadãos estrangeiros para países onde possam ser condenados a prisão perpétua:
Artigo 33.º, n.º 4: «Só é admitida a extradição por crimes a que corresponda, segundo o direito do Estado requisitante, pena ou medida de segurança privativa ou restritiva da liberdade com carácter perpétuo ou de duração indefinida, se, nesse domínio, o Estado requisitante for parte de convenção internacional a que Portugal esteja vinculado e oferecer garantias de que tal pena ou medida de segurança não será aplicada ou executada.»
Pedro, quem mandou essa da prisão perpétua, prevista no Código Desleal, cá para fora, foi o ilustríssimo doutor em leis, e ex-gordo Paulo Rangel, na Prova dos 9…o André Ventura na versão soft porno
Rangel também fará parte do “concurso de misses do politicamente correcto”, segundo a sagaz definição de Rui Ramos?
Não sei. Mas não me espantava ver o Rangel em lingerie de renda de bilros…. ha ali qualquer coisa que não bate…ou bate mas de uma forma, como direi, antinatura…..talvez tenha sido da Depuralina….
Maria, porque não esquartejá-lo, após lhe ter sido removida a pele? E o seu cadáver pendurado nas muralhas da cidade? A mim parece-me que tinha mais impacto. …..e execuções públicas ao domingo. A turba vociferando, rindo e emborcando. O Verdugo mandando umas piadas…..
Vê-se que está incólume, não tem filhas ou filhos, senão cantava doutra maneira .
Cumprimentos
Maria, tenho dois, mas não fazem de mim uma besta.
Se sentir no corpo um corpo indesejado e não convidado nos dá mais autoridade moral para falar, então Maria respondo-lhe:
atentar contra a integridade física do abusador só em defesa da própria integridade; ser sancionado por lei não retira brutalidade ao acto – nem ao assim definido pela sociedade nem ao perpetrado pelo abusador.
Mas há uma ideia da Maria que me parece muita boa quando diz que se tivessem filhas abusadas não pediriam a castração? etc. etc. Parece estar sugerido que o juiz deve ser o ofendido ou, pelo menos, familiar dele… Bela ideia.
E já agora pergunto à Maria: se a assassinassem que pena é que você pediria?
Eu digo. Matá-lo duas vezes.
É óbvio que, se o juiz for o Meirim da arbitragem, manda-o matar até não poder mais, como faz ao lagarto BC. O gajo “amanda-lhe” com cada caterva de meses de suspensão… Acho que a coisa já vai a caminho dos dois anos. Isto é para passar tanto tempo sentado, o BC bem que vai precisar de dois anus. Quanto à questão importante: se um cabrão fizer mal à minha filha, limpo-lhe o sebo, mato-o.
E mantém-se anónimo.
Quase a propósito, e de certo modo elucidativo:
André Ventura deixou críticas aos autores das queixas, alegando que “a política não se faz na Justiça”. “Vim aqui reafirmar o que já ti há dito e explicar o sentido com que o disse”, referiu, negando, uma vez mais ser racista.
https://www.jn.pt/local/noticias/lisboa/l oures/interior/candidato-andre-ventura-n ao-e-arguido-no-processo-de-racismo-8799 174.html
Nisso estou de acordo, obviamente. Tudo quanto é matéria de opinião dirime-se no palco político – e, em última instância, na urna de voto. Nunca nos tribunais.
Há, de resto, suficiente jurisprudência no Tribunal Europeus dos Direitos Humanos para condenar à partida qualquer acção neste domínio.
Fiquei-me pelo erro crasso de ortografia.
Alguns erros são mesmo craços.
São os error crassus, como diziam os antigos!!
Rui Ramos a esparvoar. É uma pena
Eu acho, pelo menos com idêntica razão, que as autárquicas de domingo serão um referendo sobre Isaltino Morais em Oeiras.
Jpt para a história temos ainda a do João Ameal….ganda pomada
“um autêntico panegírico”
Por oposição a uma tentada diatribe?
“o que já bastaria para o desqualificar”
Manifestação de wishful thinking?
“julgo que nem o próprio bafejado por estas palavras iria tão longe”
E, no entanto, cá estamos a falar dele. Como ontem. Como muitos outros têm estado, em muitos outros dias.
Para desqualificá-lo, bastam as palavras do próprio pára-quedista de Loures:
«Serei, provavelmente, candidato a presidente da Câmara Municipal de Sintra»
http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noti cias/andre-ventura-professor-universitar io-serei-provavelmente-candidato-a-presi dente-da-camara-municipal-de-sintra-2770 1
Em tratando de evocar esse critério, esperar-se-á um longo rol de desqualificados num próximo post.
Mais umas citações da mesma entrevista:
«Vivi em Sintra até ir para a Faculdade de Direito e, mesmo depois de me tornar professor, continuei a residir em Sintra. É a minha terra, a única que verdadeiramente em apaixona e cujos problemas – de segurança, de estabilidade, de qualidade de vida – verdadeiramente me preocupam. Sou um sintrense de gema. Quem me conhece sabe que amo Sintra com todo o meu coração.»
«O professor Fernando Seara – de quem sou amigo – ensinou-me que na vida há algo verdadeiramente importante: ser um transportador de felicidade. Eu quero ser esse mensageiro para os sintrenses.»
«Há algo que quero muito fazer: tornar Sintra um marco do turismo e da cultura nacionais, porque é isso que Sintra representa no imaginário nacional e internacional.»
Sintra ou Loures, tanto faz.
Ok, falemos então em Seara: onde é mesmo que ele aterrou desta vez?
E o Basílo Horta, ainda se lembrará dos tempos em que era deputado por Leiria?
Ui, que isto vai ser como as cerejas…
Uma sugestão de exercício: comparar no domingo os resultados alcançados por Ventura aos por Cristas ou pela Leal Coelho. Só por curiosidade, claro.
A Cristas é uma fotocópia do seu padrinho Portas. Melhor que o original. É mais uma demissionária irrevogável quando chegar o momento certo. Acho que nasceu em Angola. Bem que podia, pois, arrogar-se a única solução para restabelecer a paz com Angola, já que o Tio Celito está a ficar um borradito que nem soube reagir, in loco, à mais suez descredibilização que lhe foi apontada, em directo, pelo actual grunho que lá manda, riscando-nos do mapa. Assim, o suposto é que o facto de a Cristas ter mandado às malvas o pré acordo de Loures, aliviando-se desse André, um reles benfiquista, deixou o caminho aberto para o PSD, pois toda a gente sabe que a gente não gosta de ciganos em geral, sendo o Quaresma a excepção que justifica a regra.
Já a Teresa, aquela couvinha sem sal, bem pode ir fazendo as malas, porque tem a folha feita só por se ter marimbado para esse energúmeno benfiquista. Os lampiões não lhe vão perdoar e, na hora exacta de votar, vão mesmo atafulhar as urnas com votos a favor do Ventura, pois não se esquecem, jamais daquele gesto do Quaresma, cigano, em pleno estádio da Luz, a assinalar com os dedos as duas batatas com que a baliza do benfica estava enfardada. O Passos vai-se fartar de rir e até o Bernardino, quando sentir o Ventura colado à perna, dirá que é preciso pôr a ciganada a trabalhar e a pagar impostos, na vez de andar por aí a matar os filhos em assaltos, só para terem direito a chorudas indemnizações.
Eu acho a Cristas melhor resolvida que o Portas.
Sem dúvida é mais jeitosa … a Cristas claro.
Não sei se será tão insólito assim um jurista defender posições pessoais contrárias ao Código Civil.
Insólito, verdadeiramente, é um jurista fazer campanha focando matérias que nada têm a ver com as competências do cargo a que concorre, confundindo nitidamente Assembleia da República com Executivo Camarário… já sobre os aplausos que ecoam em vários municípios, desconfio que muitos são eco do Egipto, das Filipinas, da Tailândia…
O problema não é o embate com o Código Civil, mas com o Código Penal.
Sim, claro, foi lapso meu, as linhas dissonantes de Ventura são-no com o Código de Processo Penal, obrigada pela correcção.
Mas o que escrevi mantém-se: ser lei não significa que com ela concorde, embora a ela esteja obrigado… vários há que não subscrevem algumas das regras vigentes e que se manifestam contra, o que não deixa de ser um direito consagrado na nossa Constituição.
O que é de salientar é a confusão intencional que Ventura promove entre os vários poderes e competências. Torna-se anedótico porque, se não como candidato pelo menos como jurista, tem Ventura obrigação de conhecer perfeitamente os limites de cada cargo.
Acontece que é anedótico mas não ilógico, segundo a nova linha populista – o que faz de Ventura apenas mais um demagogo made in televisão e para consumo radiotelevisivo.
É verdade: o candidato estabelece confusão intencional entre os vários poderes e competências. Tanto quanto se sabe, alterar o Código Penal (e a própria Constituição) não faz parte do mandato autárquico.
A ver se eu entendo: o concurso a um mandato autárquico implica a suspensão da cidadania?
Será então suposto que quem não é candidato autárquico (como é o caso, provavelmente, de quase todos os que intervieram nesta caixa de comentários) se abstenha de exprimir o seu pensamento sobre as próxima eleições?
Se se trata de desejar que o candidato se centre sobre as questões que dizem directamente respeito às funções a que concorre, então solicite-se aos jornalistas que cumpram o seu papel na hora de o entrevistar.
Mas se as tiradas bombásticas dão visibilidade ao candidato e à autarquia, vendem jornais e enchem as caixas de comentários dos blogues (e este post receberá proximamente destaque por essa exactíssima razão), que mais querem?
Entre as atribuições autárquicas não se inclui, seguramente, alterar o Código Penal ou derrogar a Constituição.
Se um candidato insiste nestes temas laterais às funções autárquicas, isso significa desde logo que nada tem a propor aos eleitores sobre os problemas concreto do concelho em causa. Ou que os ignora. A menos que não existam problemas nesse município, o que também será de considerar.
bom.. nem vou dizer da minha estranheza, nem sequer falar em fossos intelectuais..
gostei da parte : o “heroi de rui ramos “, mesmo nao sabendo quem é um nem outro.
ainda assim, ao chegar ao fim do penultimo paragrafo, o da recomposiçao das forças direita, também , leigo, nao acredito nesse dom sebastiao, e o Pedro logo explica que ele está a fazer-se mas ao benfica., mas, digo eu nesta hora atualizada, que com os cinco a zero tem a vida mais facilitada.
Portanto este post é sobre o rui ramos. O Pedro nao diz sobre as propostas do
ventura, podia ao menos falar em fenomeno agitador de aguias ( perdao, aguas, quero dizer ) , humor, mas nada. .
Porque sou ouvinte de radio, escuto diariamente horas de debate com candidatos a presidentes de muitas camaras no país. E eu, que vou votar porque sim, porque sim vou á missa, porque sim almoço, porque sim dormo, acho o conjunto da conversa nesses debates, para alem de iguais uns aos outros, nem sequer sao mobilizadores. E afinal nem é culpa dos intervenientes mas do sistema. o ventura ultrapassou o PNR no ataque ao sistema, e só fiquei sem saber onde está o Pedro.
Depois de tudo isso fiquei sem saber afinal se vota ou não no Ventura.
já vi que afinal o meu comentario chegou. …. Pois, boa ( no sentido de engraçada ) questao, a de saber se voto no ventura. Mas como nao respondeu á minha engraçada questao sobre o que o Pedro pensa do ventura, estamos quites.
boa noite.
Se reler devagarinho o que já escrevi sobre a pessoa em causa, fica esclarecido. Se não reler… não fica.
Por mim, dou o assunto por encerrado.
o sistema aqui no blog esta diferente, pelo que perdeu-se o comentario algo extenso que acabei de escrever, pois nao cheguei a preencher os dados. E ate porque ja nao posso demorar mais vou tentar a escrever a ultima parte .
sou ouvinte de radio e ouço diariamente debates com candidatos a camaras do pais. A conversa nesses debates nao é mobilizadora. . A culpa nem é dos intervenientes mas do sistema. E o ventura ultrapassou o PNR no ataque ao sistema. Só nao sei onde está o Pedro ?
O Pedro Passos Coelho? Anda por aí, na campanha eleitoral.
Não tive pachorra para ler tudo mas fiquei com a impressão de que o intuito de Rui Ramos não é defender André Ventura mas expôr a estratégia recorrente do PS e das esquerdas de colar os seus adversários a coisas más, amplificando coisas que não têm importância nenhuma a não ser no plano das “causas” e criar -istas e -ófobos naqueles que se lhes opõem. O resto é folclore.
Sim, foi precisamente a mesma coisa que li!!