Estádio cheio, muito calor humano, buzinadelas aos montes, transmissão televisiva e o apoio de sempre. O resultado é que não esteve à altura do ambiente que uma vez mais se criou em torno da selecção nacional. Uma exibição medíocre e a tradicional incapacidade para marcar.
Carlos Queirós pode pensar que há muitos portugueses contra ele. Mas não há. As pessoas limitam-se a seguir os treinos, os seus comentários e as exibições. Nota-se o empenho dos jogadores, mas há ali qualquer coisa que não se percebe. Ou o treinador não consegue fazer passar as suas ideias ou os jogadores não as compreendem.
A diferença de estatuto e de meios entre Portugal e Cabo Verde merecia um outro resultado, um outro discurso da parte do seleccionador nacional. Enfim, o que ontem vimos foi apenas o prolongamento da miserável fase de qualificação, só que desta vez com um estágio mais prolongado e à beira de um campeonato do mundo. Nada a que não estejamos já habituados.

“Habituem-se”, dizia o outro, noutro contexto. Pois: tal como afirmas, já estamos habituados. Ia a escrever sobre isto, mas desisti. Ainda bem que ao menos tu disseste o essencial sobre o tema.
Depois de tanta comichão com as declarações de Mourinho, pensei que conseguissem ao menos marcar um golo. Estamos no bom caminho para voltar de saco cheio.
Saco cheio de bolas depois de uma estada fugaz, parece…
Alguém disse hoje no Facebook “não vão longe”. Longe até vão, que África do Sul não é propriamente em Corroios. A estadia é que não promete ser demorada.
Não admira…
… de ensinamentos….
:))
Um verdadeiro desastre, se bem que anunciado…
Estamos a ficar peritos em desastres (financeiro, político, social…), é só acrescentar o futebolístico.
Sempre disse que ia ter saudades do Felipão.
Tenho mais saudades do Humberto Coelho…