O golpe de misericórdia


Sérgio de Almeida Correia,

A leitura deste artigo do El Pais vem dar a estocada final na morbidez da campanha do PSD e da dr.ª Manuela Ferreira Leite. Como diz o povo "cá se fazem, cá se pagam". E Menezes não é militante do PS. Que tal dissolver o partido e fazer um novo?

5 comentários em “O golpe de misericórdia”

  1. Os gajos da Prisa sabem muito bem quem convidar…fica claro que os Passistas são a favor do Endividamento de Portugal para as Grandes Obras Publicas!! por isso é que andam a apelar ao voto no José Madoff…

  2. Como já disse noutras paragens, e de forma provocadora, em Portugal os liberalistas separam-se em duas ilhas: os demasiado ambiciosos (politicamente falando) e os palermas.

  3. Há muito tempo que defendo isso. Há muito tempo que o PPD/PSD não é um partido: são dois partidos artificialmente unidos num só. Dois partidos que se arriscam a andar de relações cortadas a curto prazo.

    1. Também acho. Para mim, o PSD teve o seu tempo, como teve a UCD de Adolfo Suarez em Espanha, até se dissolver.
      E digo mais , a dissolução do PSD seria em 3 partes: a social-democrata, que se unairia ao PS; a de direita propriamente dita, que se fundiria com o CDS; e uma liberal, que daria talvez para um novo partido que serviria de fiel da balança, à imagem da Alemanha, por exemplo.

  4. Correndo o risco de ser deselegante e por outro lado não desejando embandeirar em arco, só me ocorre dizer o seguinte: Porreiro pá, porrreiro!

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