O Governo caiu. O Benfica, desta vez, não foi campeão. O FMI chegou.
A campanha corria macambúzia. O tom e os assuntos do debate ajudavam a que os programas do costume mais parecessem canções de embalar.
Até que Pedro Passos Coelho sacou da cartola – acho que este trocadilho ainda não foi muito explorado – Fernando Nobre como candidato a Presidente da Assembleia da República. E tudo mudou.
Os espíritos como o meu, mais desiludidos pelo vazio de ideias e espaço para o debate, sabem agora que, apesar de o FMI limitar a margem de discussão de programas eleitorais, teremos sempre Fernando Nobre!
Um qualquer Fernando disse que Deus fazia o Homem sonhar para a obra nascer. Hoje, outro Fernando, o mesmo que queria reformar todos os políticos e todo o sistema político, começa pelo vértice mais importante desta cruzada: a (sua) eleição directa do Presidente da Assembleia da República. E não o faz por menos: enquanto candidato a deputado já ameaça não chegar sê-lo…

Espero que tenhas visto o post http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/28 56515.html, André.
Não vi, João! 🙁
Ainda assim vou a tempo de te dar um grande (não havendo forma de ser pequeno) abraço! Eh! Eh!
Ter carácter e vergonha hoje em dia é “bosta”, “É BOSTA”…que NOJO
http://plocking.wordpress.com/2011/04/13/e u-sou-bom-sou-mesmo-muito-bom/