É verdade e António Mota não fez qualquer descoberta: Portugal tem sido incapaz de qualquer planeamento, estratégico ou não, e isso é um mal que vem de longe. Já quanto à internacionalização do grupo que trata por tu as grandes obras públicas, o melhor que podemos fazer é desejar-lhe felicidades e que mande de lá saudades. Porque o que menos precisamos por cá (há muito tempo) é da Mota-Engil, do BES, da Brisa, da Lusoponte e de todos aqueles do costume que vivem à mesa do Orçamento do Estado e que querem abanar-nos mais um bocado para ver se ainda cai algum.
Ao cuidado dos que nos abanam
jmmcc,

O assaltante queixa-se de que a ourivesaria está mal organizada: “Não estava à espera de tanta complicação…”
É uma imagem ousada, mas percebe-se. Só precisa de acrescentar que o ourives, falido, se pôs a jeito.
Teeens razãaaao, Joãaaaao.
Também acho, Rui.
Muito bem, compadre. O lóbi do betão fez tudo quanto queria nestes anos, tratando as finanças do Estado como se fossem uma coutada privada. Agora, com o FMI, a coisa fia mais fino.
Em terra de artesãos, é pena que seja preciso vir gente de fora ensinar-nos a fiar.
Fiar… curiosa escolha de verbo…
Isto anda tudo ligado…
Se houvesse planeamento o Sr. Mota teria feito metade das obras!
A um terço do preço!
Para amigos.
Nem mais.
Ah grande João, é isso mesmo!
Antes eu não tivesse razão, Teresa.