16 comentários em “O extremo ali ao lado”

  1. A “política” feita de rótulos e etiquetas desemboca sempre nisto: fulanização exacerbada, um absurdo despique de egos, pródiga distribuição de anátemas em que, no limite, todos acabam por ser de “extrema-direita”, esvaziando este conceito de conteúdo.
    Não há uma ideia por detrás deste bate-boca. Típica polémica de twitter: aí se desenrola, aí se encerra. O País passa ao lado.

  2. Joacine não me diz nada, mas não pelo facto de ser negra ou preta – como quiserem dizer – e gaga.
    Não me diz nada, porque na realidade nada tem dito em tudo quanto diz. Apanhou boleia de uns preconceitos e julga que isso é o conceito fundamental.

    Avanço agora para outro tema:
    A liberdade e a igualdade, que os fenómenos manipuladores esquerdistas que se têm plantado nos tempos hodiernos nos oferecem, nada mais é que potenciar vivências pessoais traumáticas – para eles e elas – que mais parecem terem fonte nos próprios, por sua fraqueza, que no colectivo.
    Neste sentido, o parlamento, que há muito vem gaguejando de forma irrecuperável na resposta que devia dar à nação, transformou-se numa sala de terapia colectiva para recuperar o(a)s próprio(a)s.
    É de todo impossível a quem ainda se sente escravo levar o conceito de liberdade e igualdade a uma sociedade que já é livre.

    De tal forma esta sociedade é livre que ainda hoje se pode aplicar a seguinte máxima: “na relação entre o forte e o fraco é a liberdade que oprime”.

    E na minha opinião os fortes são os fracos que usam a liberdade parlamentar para oprimir uma nação. Como? Através do estalinismo legal e reaccionário que tem vindo a ser implementado pela esquerda fascista-estalinista-feminista-lgbtista-abortista-eutanasiista, que é o que Costa gosta para poder nadar com bóia em todos os naufrágios que ele mesmo originou.

    Estes sonhadores e sonhadoras também não compreendem que não há clima que se defenda com um clima legislativo que tem vindo a ser usado para atender grupos e grupelhos, famílias e corporações; assim, por cobardia e falta de sentido ético, igualitário e libertador, continua a hipotecar uma nação ao estalinismo-fascismo que impera e domina através de Bruxelas. Este status quo dá jeito e é usado para manter e capitalizar os interesses dos referidos. É a sua agenda e não a da nação que importa.

    A questão da habitação e do fenómeno especulativo imobiliário que tem vindo a ser garantido por via legislativa, para estes e estas vendedore(a)s da liberdade e igualdade, é fenómeno marginal e desinteressante para os objectivos que pretendem atingir: o seu próprio ego.
    De igual forma se aplica a todos os demais fenómenos, em particular a pobreza, saúde e o desemprego – com toda a matéria laboral que necessita ser transformada.
    Esta extrema esquerda, em particular a que se observa em Portugal, em quase nada diverge dos extremistas de direita que têm acento visível nos mais diversos parlamentos europeus.
    A única diferença reside no facto de quer os extremistas de direita quer a direita democrática possuírem mais sentido de nação e pátria que qualquer destes.
    Viva Portugal!

    Sejam felizes e deixem-se de merdas.

  3. “Quem com ferros fere, com ferros morre”.

    Daniel de Oliveira nunca trabalhou na vida, foi sempre um ajuntador de letras de loas marxistas num país pró -esquerdista herdado de mal acabado 25 de Novembro de 75.

    Como muito outros herdou da literária PIDE os escritos do tipo STASSI que os caviares bebem gulosos de prazer rosa.

    Que venha uma inculta com séculos de atrazo de civilização europeia, culpa nossa, tem dado muito gozo assistir ao bate-boca.

    A.Vieira

  4. Já dizia o camarada Arnaldo Matos sobre a Esquerda Unida.
    Bate-boca imbecil.
    Costa agradece.
    Entretanto, “pessoas” invadiram um quartel de bombeiros e arrearam na malta. Nada de grave, vamos dar tempo à justiça. Admiram-se que tenham votado Ventura por aquelas bandas. O povo é estúpido. Deve ser isso.

  5. Joacine Katar Moreira sendo uma deputada eleita na AR em Portugal, tem uma responsabilidade cívica acrescida. Para com todos os portuguêses.
    Tem direito a ter e defender os seus pontos de vista políticos.
    Mas deve igualmente respeitar os pontos de vista políticos dos outros, inclusivé os de André Ventura.
    Segundo a Constituição se pretende menosprezar politicamente o deputado André Ventura só tem que comprovar a existência de conduta “fascista”.

  6. “Arqueologia blogosférica” é bem aplicado. De vez em quando ainda lá vou, nostalgicamente. O Daniel Oliveira estreava-se então como convidado do BdE, de José Mário Silva, antes de se emancipar e formar o Barnabé, para o qual convidou Rui Tavares, fundador do Livre (onde o próprio Daniel andou) e mentor de Joacine.

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