O estertor do PSD


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O PSD é um dos dois grandes partidos nacionais. Teve melhores e piores presidentes, marcantes presenças no governo e na oposição, núcleos dirigentes mais influentes ou menos capazes. Agora tem esta besta como presidente. Rio é um imbecil, e não há nada a esperar de um partido que o elege. E que aguenta estes dislates.

32 comentários em “O estertor do PSD”

  1. As pessoas comportam-se de modo diferente consoante o local e envolvência.
    Uma pessoa civilizada manda umas ****s quando está numa bancada rodeado de adeptos do seu clube, discute-se com paixão diferente numa tasca ou no átrio do Sheraton.
    O Twitter é tipo Tasco manhoso com higiene questionável, só que mais burgesso.

    1. Mas disse alguma mentira!!??? Com mais uma morte o PS chega à maioria absoluta!!! A julgar pelas sondagens… Impressionante como é que se pode ficar chocado com a conclusão que Rui Rio retirou da sondagem!!!

    1. Aqui!!!! Rui Rio só tem que continuar…foi a questão dos Açores em que as viúvas do Passos apareceram a berrar… Agora que Rui Rio tirou uma conclusão natural das sondagens… Mais uma morte o PS atinge a maioria absoluta!!!

  2. Confesso que ainda não percebi a estratégia política de Rio. Até chego a pensar que nem existe.
    Por falar em lambões, soube-se qual será o eventual próximo diretor do SEF.
    Nada mais, nada menos que outro bom aluno.
    O ex-comandante geral da GNR.
    Ora esta nomeação emite três recados.
    Que os bons alunos, aqueles que não levantam ondas e se prestam à vassalagem a Costa, esquecendo as suas obrigações e o cargo que ocupam, recebem o prémio devido.
    Depois, dá o recado ao diretor da PSP, que pode assim perceber que vir armado em rambo, não o leva a lado nenhum. E se alguém terá recebido a nomeação em tom colérico, terá sido este, que sempre achou que era a PSP e mais dez…. e mais importante, por vezes pensa que ele é a PSP.
    E por fim, dá o recado ao actual comandante da GNR, que dúvidas tivesse, fica esclarecido que, se se portar bem, receberá também o prémio, tal como Mourato Nunes recebeu, por duas vezes e ambas por Costa, e agora este.
    E assim, um profissional de competência e honestidade questionáveis, chega a outro poleiro. Depois de ter cumprido a sua comissão na GNR, sem alguma vez ter lutado pelos homens e mulheres que a servem, sem ter feito nada para que a instituição evolua, cresça e seja mais justa e deixando como herança um negócio questionável, que é o sistema informático e a base de dados policial da GNR, cuja empresa responsável tem ligações ao PS e familiares de altos dirigentes socialistas em órgãos executivos.
    No fim, perdeu a GNR e os seus elementos que lutam por uma sociedade melhor. Vêem-se presos a uma ferramenta inútil, ultrapassada, cheia de erros e avarias constantes.
    A polémica com a corrupção no centro médico ficou por esclarecer, o elitismo gritante e a injustiça institucional, que permanece inalterada desde o século passado mantém-se, mas os meninos lambões ficam sempre bem no fim.
    O bom aluno safa-se sempre.

    1. Gostava de saber a natureza integral da conversa de Magina da Silva com Marcelo antes de se “armar em Rambo”. É que o comportamento foi insólito, mesmo fora de tudo e eu tenho dificuldade em acreditar em coincidências.
      A nomeação de um tenente-general ex-comandante-geral da GNR também me surpreendeu. É que se o SEF justifica um comando deste gabarito – falo no posto e cargos não na execução e atitude – pergunto o que lá andava a fazer a dra. Cristina Gatões.

      1. Pois apesar de tantas contradições, eu acredito em Magina da Silva. E acredito que a fusão estaria a ser discutida.Tal como acredito que a nomeação de Botelho Miguel serviu principalmente para colocar o diretor da PSP no seu lugar.
        Entretanto questiono se a tal polícia nacional não deveria envolver também a GNR e até a Polícia Marítima.
        Só assim faria sentido.
        Não é incomum chamar um militar para limpar a porcaria.
        O que é questionável é ir buscá-los sempre ao mesmo sítio. Aconteceu com a Proteção Civil, após o desastre de Pedrógão e acontece agora com o desastre no SEF.
        Mais questionável é o facto de nomear dois ex-comandantes cujo legado é duvidoso. Se Miguel pautou o seu comando pela inoperância, Nunes pautou o seu por edificar uma reestruturação que enfraqueceu e diminuiu a instituição.
        Pelo meio, ficaram negócios de vantagem duvidosa, com entidades de competência duvidosa e com ligações promíscuas duvidosas.
        Recordo que a primeira nomeação para a Proteção Civil, também veio da GNR. Um tal Paixão. Conhecido pela dedicação à causa pública, pelo altruísmo e pelo profissionalismo. Em pouco tempo bateu com a porta, em circunstâncias não apuradas pela opinião pública. Como bom militar que será, remeteu-se ao silêncio, mas suponho que terá muito para contar.
        Posto isto, surge Nunes, o mesmo que coincidiu com Costa MAI.
        Não há coincidências.

  3. Queixamo-nos por vezes do Portugal do respeitinho, quem não vai à bola com a situação (geringonça leia-se) queixa-se da mansidão do chamado líder da oposição, mas quando vi essa caixa no Twitter, ri-me pelo topete da afirmação.

    1. Veja-se o discurso de ontem do Passos Coelho e compare-se com este “topete”, indigno ainda para mais, e entenda-se onde está uma oposição. Rui Rio pode ter qualidade, e tê-las-á com certeza. Mas tem um defeito, que é inultrapassável: é parvo.

  4. Tanto o Rui Rio como o próprio Marcelo são enormes desilusões. Achei que Rui Rio era um estadista responsável, empenhado em assumir os rumos da direita e do país, e o que é que ele faz? Oferecer-se para ser parceiro de Costa e diz que é muito socialista… depois, cada intervenção é um tiro nos dois pés, seja no Twitter, seja ao vivo. Que tristeza.

    Marcelo é uma situação semelhante. Na altura em que foi eleito pensei “ah um presidente inteligente, que sabe o que é fazer política, que vai manter o Costa debaixo de olho”. Pronto, saiu um marselfie, que só pensa em si mesmo, em abracinhos ao povo, e por arrasto, também anda de braço dado com o Costa, não vão os votos presidenciais do PS fugir para outras paragens

    Mas já aprendi a lição: presidenciais quase que dá vontade de votar Chega, só para “send a message” como dizia o Joker, nas legislativas, Iniciativa Liberal.

  5. Isto é linguagem de jotinha entusiasmado. O que significa que ou Rui Rio está a regredir perigosamente, ou então as suas redes sociais estão entregues a “profissionais de comunicação” sedentos de ocuparem o mais depressa possível o próximo tacho disponível.

    1. Parece mas não. Ao que se diz é o homem que escreve a sua página de twitter. E os dislates são recorrentes. Ou seja, se houvesse jotinha esparvoado a tomar conta daquilo já poderia ter mudado

  6. Muito desiludida com Rui Rio.
    Mantenho: se ele, antes das eleições, não garantir que não haverá acordo com o Chega, não tem o meu voto.
    Mas, pelo andar da carruagem, nem com o Chega a coisa chega…

  7. Mas disse alguma mentira!!??? O Cabrita ainda é Ministro e os socialistas não se chocam… Rui Rio esqueceu-se do jornalista irmão do 1 ministro…

  8. Eu gostava era de ver um post sobre a vitória do PSD nas eleições dos Açores mas como algumas vezes diz o Pedro Correia terei de esperar sentado.
    A popularidade do PS por incrível que pareça sobe a cada desgraça / enxovalho de Portugal, aposto que quando não chegarem as vacinas o PS estará perto dos 50% de votantes.
    É por demais óbvio que tudo o que Rui Rio diz de acertado (liquidar a Tap), não extinguir o SEF é logo varrido não se discutindo o mérito das suas propostas.
    Como proeminentes socialistas disseram quem se mete com o PS leva e o dinheiro do Estado é do PS simplificam de modo simples o modus operandi deste partido, que haja mortos e feridos pelo meio são apenas danos colaterais.

    WW

  9. Haveria de ser mais claro e dizer que estamos num país em que a irresponsabilidade é uma das conquistas de Abril.

  10. Sei que há linhas de orientação para o uso do vernáculo, mas a única palavra que me ocorreu ao ler o tevíte foi um sonoro “f….”.

  11. Calma que Passos Coelho ameaça voltar e André Ventura já saudou a aparição e já fala em coligação e presença no governo.

    1. O grau de menoridade intelectual dos portugueses interessados na política mede-se, sem qualquer dúvida, na centralidade que dão ao unideputado professor Ventura.

  12. Tanta sensibilidade…a sondagem do público de hoje só comprova esta ironia de RRio!
    Acho que devia ver uns bons filmes dos Monty Pyton! Estão a passar na RTP2.

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