O Estado das coisas


outroblogue,

A 24 de Dezembro um dos meus filhos fez um teste rápido,  em casa, cujo resultado era duvidoso. Em menos de 2 horas, graças ao contacto imediato com o médico de família, já tinha realizado teste PCR na Área de Doenças Respiratórias e um teste antigénio na farmácia local, que confirmou a positividade à covid19 e reportou ao SNS. Em consequência dessa notificação, o SNS contactou o paciente, por mensagem de telemóvel,  pedindo que identificasse, no portal do SNS, as pessoas que se encontrassem na mesma habitação. Assim fizemos e fomos todos identificados.

Família fechada em casa, cuidados preventivos para os restantes membros da família, acompanhamento quotidiano do médico de família. Pensei “isto está muito bem organizado!”.

No primeiro dia útil seguinte (27 de Dezembro) avisei a minha entidade patronal. O mesmo fizeram os meus filhos. Comprometemo-nos a enviar o comprovativo da necessidade de isolamento profiláctico logo que ele nos fosse facultado.

Perante a total inoperância da linha SNS24 durante vários dias (só conseguimos contactar a 1 de Janeiro) e corroborando os esforços do meu médico de família,  contactei a Unidade de Saúde Pública, por email e por telefone, no dia 29 de Dezembro. Desde aí,  insisti e insisti. Zero resposta. Zero declarações.

Sou funcionária pública. Tenho 5 dias úteis para apresentar a justificação da ausência ao trabalho, sob pena de me serem aplicadas sanções que podem ir até à expulsão da função pública. Nesta data, já lá vão 13 dias úteis.

Felizmente, tive o cuidado de pedir para ficar em teletrabalho enquanto estava em isolamento profiláctico. Fi-lo por uma circunstância muito simples: porque podia. Nem todos têm esta sorte e para esses, que tiverem passado por esta situação, tratou-se efectivamente de uma ausência injustificada ao trabalho.

Ainda assim,  o pedido de teletrabalho teve como fundamento a necessidade de isolamento imposta pela saúde pública, mas que a saúde pública se recusa a atestar. Ou seja, neste momento, pode dizer-se que prestei falsas declarações porque não consigo fazer prova do fundamento que aleguei.

Eu sei que houve muitos casos nas últimas semanas,  mas estamos a falar de uma unidade de saúde local. Quantos casos terá havido aqui, diariamente, para impedir a emissão dos respectivos atestados?

42 comentários em “O Estado das coisas”

  1. Ena! tanta coisa negativa, isso parece-me negacionismo. Cuidados.
    Pelos menos os testes eram positivos???

      1. Após a gripe espanhola, o exército americano conduziu testes para testar a propagação da gripe em voluntários.
        Os resultados foram no mínimo surpreendentes. A propagação da gripe parece não ser nada do que as pessoas pensam.
        A publicação é do CDC e leva algum tempo a carregar mas dá matéria de reflexão.
        https://stacks.cdc.gov/view/cdc/67902

  2. Moral da história: não faça testes (oficiais) à covid-19. Só dão chatices. A não ser que seja mesmo (mas mesmo!) obrigad@ a isso.

  3. tive o cuidado de pedir para ficar em teletrabalho […] porque podia. Nem todos têm esta sorte

    Pois nem todos têm essa sorte mas, mesmo aqueles que não têm, foram forçados a isso numa certa época.

    Eu por exemplo, um certo dia de março de 2020, disseram-me para ir para casa e tele-trabalhar, e eu não podia. Não tinha computador, não tinha casa para isso, não sabia como se fazia. Mas ordenaram-me que o fizesse e não me perguntaram se eu podia.

        1. Há muitas pessoas que, como eu, têm um telemóvel que só dá para telefonar. Não dá para ver a internet.
          Há também muitas pessoas que, tendo um telemóvel que dá para ver a internet, não o sabem utilizar para esse fim.
          Acredite: há muitas. Eu conheço bastantes. Em Portugal e noutros países.
          E até conheço uma pessoa, na Lituânia, que percebe bué de computadores e programação, mas nem um telemóvel tem.

          1. Há muitas pessoas que, como eu, têm

            Eu escrevi a minha frase no tempo presente, não no tempo passado.

            A minha situação em nada se alterou, nem eu desejo que altere.

          2. Ainda bem que assim é, comentador balio. Eu apenas me fiquei em cuidados, solidários, quando lhe li o trecho “não tinha casa para isso…”, presumindo eu que um modesto tecto permitirá, mesmo que desconfortavelmente, exercer algum trabalho. Mas estava enganado, e felizmente.

          3. Este comentador parece contradizer-se no que vai escrevendo, o que pouco me surpreende.

            Começa por escrever isto:
            «[N]um certo dia de [M[arço de 2020, disseram-me para ir para casa e tele-trabalhar, e eu não podia. Não tinha computador, não tinha casa para isso, não sabia como se fazia.»

            Depois escreve isto:
            «Não sei conectar os computadores que tenho em casa ao do meu local de trabalho.»

            Antes não tinha computador.
            Depois já escreve no plural. Diz ter computadores.

            Além disso, tem um telemóvel sem ligação à internet, como confessa:
            «Há muitas pessoas que, como eu, têm um telemóvel que só dá para telefonar. Não dá para ver a internet.»

            E no entanto passa o dia conectado, como bem se percebe neste e noutros blogues. Pelo menos de segunda a sexta-feira, entre as 9 e as 13, e entre as 14.30 e as 17 horas.

            Enfim, talvez a pessoa que ele diz conhecer na Lituânia nos saiba esclarecer este enigma.

          4. Pois, Mas eu acho que muito do encanto do honorável comentador balio é essa sua dimensão enigmática. Por mim fico aliviado por saber que segue feliz sem privações…

    1. O balio está a dizer-nos que o enorme número de comentários que vem escrevendo, todos eles, foram escritos no seu local de trabalho? É capaz de ser assim, mas dito pela sua “boca” tem outro sabor…

      1. Não, não estou a dizer isso. Estou a dizer que não sei conectar os computadores que tenho em casa ao do meu local de trabalho por forma a poder trabalhar a partir de casa. Não sei, por exemplo, abrir janelas.

  4. Excerto do Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa 1783/20.7T8PDL.L1-3, de Novembro de 2020:

    «I. A ARS não pode recorrer de uma decisão que ordenou a libertação imediata de quatro pessoas, por detenção ilegal, no âmbito de um processo de habeas corpus (artº 220 als. c) e d) do C.P.Penal), pedindo que seja validado o confinamento obrigatório dos requerentes, por serem portadores do vírus SARS-CoV-2 (A….) e por estarem em vigilância activa, por exposição de alto risco, decretada pelas autoridades de saúde (B…, C…. e D…..) por não ter legitimidade, nem interesse em agir.
    II. O pedido formulado seria, igualmente, manifestamente improcedente porque:
    A. A prescrição e o diagnóstico são actos médicos, da exclusiva responsabilidade de um médico, inscrito na Ordem dos Médicos (Regulamento n.º 698/2019, de 5.9).
    Assim, a prescrição de métodos auxiliares de diagnóstico (como é o caso dos testes de detecção de infecção viral), bem como o diagnóstico quanto à existência de uma doença, relativamente a toda e qualquer pessoa, é matéria que não pode ser realizada por Lei, Resolução, Decreto, Regulamento ou qualquer outra via normativa, por se tratarem de actos que o nosso ordenamento jurídico reserva à competência exclusiva de um médico, sendo certo que este, no aconselhamento do seu doente, deverá sempre tentar obter o seu consentimento esclarecido (nº1 do artº 6º da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos).
    B. No caso que ora nos ocupa, não há qualquer indicação nem prova, de tal diagnóstico ter sido efectivamente realizado por profissional habilitado nos termos da Lei e que tivesse actuado de acordo com as boas práticas médicas. Efectivamente, o que decorre dos factos dados como assentes, é que nenhum dos requerentes foi sequer visto por um médico, o que se mostra francamente inexplicável, face à invocada gravidade da infecção.
    C. O único elemento que consta nos factos provados, a este respeito, é a realização de testes RT-PCR, sendo que um deles apresentou um resultado positivo em relação a uma das requerentes.
    D. Face à actual evidência científica, esse teste mostra-se, só por si, incapaz de determinar, sem margem de dúvida razoável, que tal positividade corresponde, de facto, à infecção de uma pessoa pelo vírus SARS-CoV-2, por várias razões, das quais destacamos duas (a que acresce a questão do gold standard que, pela sua especificidade, nem sequer abordaremos):
    Por essa fiabilidade depender do número de ciclos que compõem o teste;
    Por essa fiabilidade depender da quantidade de carga viral presente.
    III. Qualquer diagnóstico ou qualquer acto de vigilância sanitária (como é o caso da determinação de existência de infecção viral e de alto risco de exposição, que se mostram abrangidas nestes conceitos) feitos sem observação médica prévia aos pacientes e sem intervenção de médico inscrito na OM (que procedesse à avaliação dos seus sinais e sintomas, bem como dos exames que entendesse adequados à sua condição), viola o Regulamento n.º 698/2019, de 5.9, assim como o disposto no artº 97 do Estatuto da Ordem dos Médicos, sendo passível de configurar o crime de usurpação de funções, p. e p. pelo artº 358 al.b), do C.Penal.
    IV. Qualquer pessoa ou entidade que profira uma ordem, cujo conteúdo se reconduza à privação da liberdade física, ambulatória, de outrem (qualquer que seja a nomenclatura que esta ordem assuma: confinamento, isolamento, quarentena, resguardo profiláctico, vigilância sanitária etc), que se não enquadre nas previsões legais, designadamente no disposto no artº 27 da CRP, estará a proceder a uma detenção ilegal, porque ordenada por entidade incompetente e porque motivada por facto pelo qual a lei a não permite.»
    ( Sumário elaborado pela relatora)
    (http://www.dgsi.pt/jtrl.nsf/33182fc732316039802565fa00497eec/79d6ba338dcbe5e28025861f003e7b30 )

    Tire as suas conclusões e não se queixe de ser colaboracionista.

    1. Não me queixo. Fiz o teste e continuo a fazer. Vacinada com todas as doses a que tenho direito. A informação a que tenho acesso e a liberdade de escolha conduziram-me nesse caminho. Já percebi que o seu caminho e opções são diferentes. Boa sorte.

      1. Escrito por um teórico da conspiração própria, um daqueles que para além de a ter teorizado nos anos 20 do século passado a concretizou uma década depois:

        «In the big lie there is always a certain force of credibility; because the broad masses of a nation are always more easily corrupted in the deeper strata of their emotional nature than consciously or voluntarily; and thus in the primitive simplicity of their minds they more readily fall victims to the big lie than the small lie, since they themselves often tell small lies in little matters but would be ashamed to resort to large-scale falsehoods. It would never come into their heads to fabricate colossal untruths, and they would not believe that others could have the impudence to distort the truth so infamously. Even though the facts which prove this to be so may be brought clearly to their minds, they will still doubt and waver and will continue to think that there may be some other explanation.» (Mein Kampf, Adolf Hitler)

        E assim, “na primitiva simplicidade das suas mentes”, nasceram os colaboracionistas que, muitas das vezes, nem sequer sabem que o são.

        Mortalidade COVID-19 em Portugal segundo edição do Expresso de algum tempo atrás. Os números actuais podem ser consultados em https://covid19.min-saude.pt/ponto-de-situacao-atual-em-portugal/

        0-9 anos: 2
        10-19 anos: 2
        20-29 anos: 12
        30-39 anos: 41
        40-49 anos: 153
        50-59 anos: 461
        60-69 anos: 1520
        70-79 anos: 3615
        +80 anos: 11170

        No artigo científico “Infection fatality rate of COVID-19 inferred from seroprevalence data”, publicado no Bulletin of the World Health Organization, afirma-se:

        «In people <70 years, infection fatality rates ranged from 0.00% to 0.31% with crude and corrected medians of 0.05%.»

        E sobre efeitos adversos agudos das vacinas ocorridos até 31/10/2021 em Portugal?
        Clinicamente importante: 3 893
        Incapacidade: 1 607
        Hospitalização: 654
        Risco de vida: 188
        Morte: 96
        (Relatório de Farmacovigilância, Monitorização da Segurança das Vacinas contra a COVID-19 em Portugal, Infarmed)

        Volte-se uma década atrás e veja-se um segmento da Euronews de 10/5/2010 a propósito da gripe suína de 2009 (https://www.youtube.com/watch?v=EazCCMw7Kms) enquanto a “Gestapo do pensamento” não o apreende.
        Para memória futura, afirma-se nesse segmento:
        «A investigação, chefiada pelo euro-deputado britânico Paul Flynn, denuncia “ligações entre os peritos da OMS e os laboratórios farmacêuticos”.
        Um relatório publicado também ontem pelo British Medical Journal revela que as recomendações da OMS teriam sido redigidas por peritos, contratados como consultores por vários laboratórios farmacêuticos.»

    1. Tudo bem. Dadas as circunstâncias, correu tudo muito bem. Sintomas leves, conseguimos evitar contágios em casa e detectámos a tempo de evitar contagiar a família toda nas festas. Só mesmo este empecilho burocrático a arrastar-se.

  5. Se a pessoa não tem sintomas faz o auto teste para quê?
    Se o teste dá positivo mas não tem sintomas fica em prisão domiciliária sete dias porquê?
    Se a justificação é para não contagiar os outros mas se os outros que forem contagiados também não tiverem sintomas, qual é o problema?
    É preocupante como as pessoas aceitam a perda de direitos fundamentais e aceitem participar num dos maiores crimes da actualidade, que é permitir que os seus filhos sirvam de cobaias para uma experiência de contornos muito obscuros. Estão a sacrificar uma geração que está a crescer para salvar outra geração que está a morrer.
    Está tudo louco.
    Dantes, quando as pessoas estavam doentes iam ao médico.
    Agora não.
    Agora as pessoas fazem um teste para saber se estão doentes, e só se der positivo é que vão ao médico.
    Como dizia o Scolari, e o burro sou eu?
    Até quando vamos tolerar esta insanidade?

    1. O problema é que tenho uma mãe idosa e gostava mesmo de fazer tudo o que estiver ao meu alcance para evitar que ela possa adoecer. Por isso fizemos teste antes de viajar, até porque tinha havido um contacto positivo.
      Não percebo bem que direitos fundamentais é que perdi. Escolher não contagiar a minha família? Não, tenho a certeza absoluta que exerci o meu direito à autodeterminação e à escolha.
      Também fui ao médico, até o refiro ali bastantes vezes, mas felizmente pude fazer uso de outros direitos: responsabilidade individual e social direito a acompanhamento médico, serviço público e gratuito para garantir a minha saude e da minha família.
      Isso agora, quem é o burro…

      1. O principal direito que gostaria de ver reposto é o de ser alvo de tratamento eficaz – que foi suprimido para que pudessem obter autorização de uso de emergência para as vacinas. Outros países – que não aparecem nos media porque são inconvenientes – fizeram uso destes tratamentos, com sucesso.
        Investigue por exemplo o que se passou com a India (julgo +1400 milhões habitantes) e a ivermectina.
        https://english.lematinal.media/indian-state-of-241-million-people-declared-covid-free-after-government-promotes-ivermectin/
        Reter tratamento apropriado foi um acto criminoso que custou vidas.

    2. “Se a justificação é para não contagiar os outros mas se os outros que forem contagiados também não tiverem sintomas, qual é o problema?”
      Comopode garantir que não vão ter sintomas? Podem até morrer!

      1. Podem morrer claro, mas é sempre o se.
        Depois de dois anos de pandemia, depois de um ano de vacinação, ainda não se deu conta da manipulação de números?
        Porque é que não falam da Suécia que não adoptou esta política de loucos e tem muito menos mortos que nós?
        Já reparou que enquanto morrem 15 de covid morrem 300 de outras doenças? Será que os outros doentes são filhos de um Deus menor?
        A economia parada com pessoas saudáveis mas confinadas é para quê?
        Vamos ficar todos em casa, é? À espera que o vírus passe? Não consegue ver a insanidade da medida?

  6. Fez bem em expor aqui este caso, Zélia. Para que sirva de aviso (alerta) geral. Há, na verdade, um abismo entre a propaganda e a realidade. Verificamos isso todos os dias, a propósito dos mais diversos assuntos.
    Faço votos para que, apesar desta inadmissível incúria dos (ir)responsáveis sanitários, tudo termine sem mais percalços.

    1. É só mesmo um busílis burocrático que me irrita. E irrita-me o silêncio sepulcral, nem se dignam responder. Simplesmente decidiram deixar caducar os prazos e as pessoas que se cuidem. A senhora que me atende ao telefone diz que o meu patrão “tem que compreender”. O meu patrão é o mesmo que o dela, uma máquina gigante de mastigar números e “evidências”.

    1. No que diz respeito ao acompanhamento em questões de saúde, efectivas, funcionou realmente muito bem! Eu sou utilizadora do SNS e acérrima defensora. Os meus filhos nasceram no Hospital do Espírito Santo em Évora, fiz lá cirurgias, a minha mãe foi lá tratada, tudo impecável.
      Por favor, que isso fique bem claro! O médico de família foi incansável. Acompanhamento quotidiano. O menino tem tosse? Minutos depois estava a prescrição no telemóvel. A nossa alta médica foi emitida depois das 21h00, minutos depois de termos recebido o resultado do último teste PCR e de o ter reencaminhado ao médico de família. Impecável.
      A burocracia de um papel emitido pelos senhores que estão nos gabinetes e não contactam com os doentes é que falha em toda a linha.

      1. Sim, tenho boas experiências a relatar, de onde sobressai quase sempre, apenas quase, uma grande devoção dos profissionais de saúde.
        Apenas como “utente”, que é assim que o sistema me classificou, acho que o maior problema não é falta de investimento mas de organização. Numa lógica de funcionamento diferente conseguiríamos muito melhores resultados, e nestas coisas isso significa minimizar sofrimento e poupar vidas.

  7. Os meus votos de que tenha paciência para ultrapassar esta ulcerosa situação – já que, felizmente, a saúde não foi muito afectada pelo Covid e não exige cuidados nem especiais solidariedades.

  8. Uma coisa é ser-se negacionista e não aceitar sequer o que passámos nos últimos anos, porque é tudo mentira etc,etc,etc, e nem vale a pena discutir causas de loucos. Outra coisa é ser-se retardado e não compreender a evolução da situação e o conhecimento que se adquiriu em 2 anos. Essa é a diferença entre perceber ou não que há riscos com certeza, mas de longe muito menores do que nos eram apresentados há 2 anos. Tenho vacina e apanhei a doença no entretanto da vacinação, mas se a minha vida/profissão me permitisse aceitar a limitação de liberdade que se vai impondo cada vez mais a quem não tem vacina,,,,,,eu dizia-vos onde deviam enfiar a dita vacina e os reforços que ainda vamos ter que “aguentar”. Sim porque foram compradas doses suficientes para cada cidadão enfardar 6. Não importa que a evolução das estirpes reduziram brutalmente a eficácia das vacinas, é para levar e mais nada. Quem não levar é louco, simples. A novela do certificado apenas atesta a incompetência das instituições em lidar com algo que há 2 anos por aqui anda e vai andar seguramente por muitos mais. Tive um problema com a emissão do meu certificado de recuperado e só faltou recorrer ao diabo para conseguir a emissão. Recordo-me bem de ter começado a receber respostas aos emails enviados, quase 3 meses depois de ter pedido ajuda. Estórias de um portugalinho travestido de país evoluído

  9. V.Exª deveria ler com atenção alguns (poucos) comentários porque sintetizam a verdade falsa do real. AS vacinas são um bom negócio.
    Os meus familiares não estão vacinados, no entanto à sua volta têm vacinados infectados. Eu tenho disso no meu prédio.
    A crer em dois especialistas Um Inglês e outro Brasileiro, as vacinas poderão vir a ser inoculadas mensalmente. Países há que já vão na quarta.
    Cumps.

  10. nem nos blogs essa situaçao é novidade, e previsivelmente muita mas muita gente vive esse outro drama.
    Mas estamos em guerra, o sistema afundado a cada dia pela imensidao de casos.

    Ainda bem que nao sugere soluçoes, como vender declaraçoes em cada esquina.

  11. O post era sobre a falência da burocracia incompetente (continuo com ausência injustificada) mas ainda bem que se entretiveram a “debater” ciência colando aqui umas coisas que copiaram de outros sítios.
    Admiro muito as vossas reivindicações de liberdade de escolha, desde que se concorde convosco, e as acusações de carneirada, se o rebanho que sigo não é o vosso. É o que temos!
    O que não temos é uma declaração, isso é que não há, o que torna muito mais fácil forjar ausências ao trabalho. Já nem é preciso comprar na esquina, como sugerem, basta dizer que o delegado de saúde não deu resposta.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *