2 comentários em “O delírio político – II Acto.”

  1. Os acontecimentos revelam que quem possui sanidade neste país é o povo, todos nós, de contrário, em outro país, estes rapazes estariam a ser fuzilados como nos mostra a imagem aqui postada.
    Mas há uma dita elite que os acompanha nesta loucura, refiro-me obviamente a certos comentadores.

    Escuto todos eles dizer, em particular alguns afectos ao PSD e CDS/PP, que seria loucura o PR convocar eleições no quadro político, económico e financeiro em que se encontra a nação e a europa (porque não referir o mundo, com excepção, ainda, para a China e Rússia?). E lá vão debitando, quais donas de casa responsáveis pelas finanças da família, que produzimos x e só podemos gastar y e rebéubéubéu pardais ao ninho.
    Acontece que estes pórceres não entendem que um país não é uma pequena família onde em caso de perda de rendimentos não afectam a estabilidade do todo, e podem sempre contar com apoios familiares e/ou de outras fontes sem que sua situação afete o geral.
    O que se passa com Portugal efectivamente afecta o geral internamente e o geral externamente. Mas as políticas que têm sido impostas e conduzidas por ignorantes, incompetentes e irresponsáveis pretendem que essa afectação se imponha a um povo que vê completamente afectada a sua parca estrutura económica e social por subjugação a um clube financeiro que também fala português.
    Dito isto, as contas económicas que se pretende seja gerida segundo e seguindo o modelo da mulher-a-dias não se aplicam conforme nos querem demonstrar.

    Mas mais surprendido fico por não encontrar a seguinte resposta: se todos vós andais descontentes e dizeis que sois afectados pela absurda, incompetente e ignorante trajectória política existente, então, onde beneficiais – e com quem – com tudo isto? Não me digais que andais com pena de nós, o povo que vós pensais não pertencer-lhe?

    Por último, concluo com uma breve parábola para traduzir o que está a acontecer:

    um dia um escorpião encontrou-se com uma pequena rã à beira de um lago.
    Disse o escorpião à rã:
    rãzinha, podes fazer o favor de me carregares desta margem do lago para a outra, pois não sei nadar?
    Rã
    Não posso, escorpião, pois tu tens um esporão e podes com ele injectar veneno em mim e eu morro.
    Escorpião
    Ó rãzinha, então não vês que se me carregares às costas e eu proceder desse modo vamos os dois morrer, pois não sei nadar.
    Rã
    Tens razão escorpião, ora vem lá daí, sobe para minhas costas, e eu transporto-te para onde quiseres.

    Lá foram os dois e chegando a meio do lago o escorpião ferra o esporão e ambos morrem.

    Rsumo desta estorieta: Não vale a pena contrariar a natureza. Se o escorpião tem ferrão é mesmo para aferroar, nem que isso o prejudique.

    Senhor Presidente, mostre que o é de todos os portugueses.

  2. Quanto aos planos de Passos… por que é que não considera antes seppuku, em vez de execução? Até podia pedir a assistência a Portas, assim de repente parece-me o assistente perfeito para o golpe de misericórdia.

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