«Porquê um dia estabelecido para os pais? Que define ou que propósito justifica? Amam-se mais as crias nesse dia, ou elas mais os progenitores?
No que particularmente me concerne, os outros não sei, a minha experiência enquanto pai foi a que a minha indelével mulher promulgou. Tanto para a família como para a prole.
Nos casos em que a minha participação opinativa se evidenciava por ignorância, ou brilhava por desnecessária, não falhava:
– Sai! Não te metas! Deixa as MINHAS filhas!
(Dia da mãe.)
Nos casos ligeiramente mais problemáticos, aí acertava em cheio:
– Estás à espera de quê? Mexe-te e vai lá resolver o assunto das TUAS filhas.
(Dia do pai.)
De resto não estou a ver muito bem qual a necessidade de um dia determinado para um ou outro progenitor.
E um domingo para dia do pai, como o Pedro preconiza, é que não vejo mesmo nada em que isso possa reforçar a relação entre progenitor e o rebentinho, e muito ao invés estou mais virado para a ruptura total.
Domingo há futebol e não estou a ver qual o pai neste país que, em seu perfeito juízo, o pretira a favor do empecilho que por ali ciranda a tagarelar como um papagaio.
“Logo hoje é que se lembrou de mandar para cá o cachopo. Raio de mulheres, nunca se pode contar com elas.”
Portanto, domingo nunca. Se as mais das vezes a sintonia conjugal já se encontra meio periclitante, não vai agora o Pedro, dar-lhe o empurrão decisivo.»
Do nosso leitor Corvo. A propósito deste meu texto.

Está bem humorado. Mas discordo.
Corvo, esses comentários vão despoletar reacções capazes. De lhe lixar a cabeça.
Parabéns aos 2. Posts que deram para rir, mas nunca entendi muito bem a história dos ” Dias de…”. Pai e/ou Mãe devem falar, opinar, pois… também zangar com as crias quando lhes é possível. É como o dia da Mulher… Tem que haver uma data especial para relembrar o que tem que ser diário? Esqueçam lá isso.
Foi o que eu disse: “ter de haver uma data especial para relembrar o que tem de ser diário”
Com apenas a particularidade de me ter alongado num arrozado interminável, e a menina num elegante sintetismo, ter corroborado.
Gosto de ‘arrozado’. Aprende-se.
Continuação de bom dia
Muito obrigado.

Sinto-me deveras sensibilizado.
Igualmente para si. Resto de um bom dia e de uma excelente semana.
Toda a minha simpatia.
Ser simpático/a ainda não paga imposto (acho).
Muito Obrigada e uma excelente semana também para si.
considerando o que já foi escrito aqui-e-ali pelo “nick”, confirma-se:
ridículo.
Considerando a carapaça protectora do anonimato, confirma-se:
Cristinas há muitas.
ah…!, o anonimato… essa cena tão e tão.
É como a abnegação deste mundo tão carenciado.
Os serventuários do Céu; mais serventuárias. Essa alminhas caridosas, abençoadas virtuosas, corações puros e almas límpidas sempre dispostas a verterem uma lágrima pela estupidez do mundo.
Essas cenas tão e tão
é o quê?! … ?
Quando alguém diz umas verdades (concorde-se ou não), a chuva não tarda… E só acalma se alguma vedeta corroborar e assim o enxame vai procurar mel para outro lado.
Já não o “via” há muito.
Viva Kanes!
Um pouco perdido por estranhos mundos, mas confiante em breve encontrar o norte.
Um abraço.
Vou de admiração em surpresa, e dessa em estupefacção.
Anónimos, anonimatos, encapotados e envelopados, camuflados e metamorfoseados.
Então isso não era fauna só para outros habitats? Lá para celestiais prados verde…jantes?
Vá lá alguém jactar-se (eu) de nada mais o mundo ter para o surpreender.