«Provavelmente não será só um problema dos jornalistas que estão nos grandes centros urbanos (Lisboa e Porto), também é bem capaz de ser um problema geral. Refiro-me ao facto de se perder a noção da realidade quando não palpamos, calcorreamos, essa mesma realidade, que passa por sair dos gabinetes (no caso dos políticos) e perceber que algumas leis não estão de acordo com a realidade que habita nas ruas deste país.
Nunca acreditei – e continuo a não acreditar – que, fosse Santana Lopes, seja Rui Rio, algo vá mudar no PSD. São dois políticos já com muitos vícios instalados. E quando os vícios existem e fazem questão de persistir, fica tudo na mesma como a tal da lesma. Para que as mudanças existissem, para que uma lufada de ar fresco se fizesse sentir no PSD, teria que ter passado por outros rostos, por outras posturas. Não necessariamente mais novos em idade, apenas ideias novas, formas de pensar novas…
O PSD até que precisava de uma “cena mais divertida” – não falo de Santana Lopes, obviamente – pese embora o facto de ser só divertido não chegar, terá que ser antecedido por algo mais sério. Bem mais sério.»
Da nossa leitora Maria Madeira. A propósito deste texto da Patrícia Reis.

«…ideias novas, formas de pensar novas…»
Quando não se sabe o que se quer, nada como remeter para a inovação.
É o problema da diversidade no jornalismo.
Jornalistas que falam tanto dela.
Mas só da diversidade que interessa aos Marxistas.
parto do principio que se são estes que aparecem , é sintoma das escolhas dos cidadãos. Gostariamos duns pastorinhos melhores ? mas é o que o rebanho dá. Creio que deixar que seja o pastor a escolher o rebanho , deu mal resultado de há cem anos para cá,sempre.(A Venezuela que nos lembra isso.)