… um acervo nostálgico sobre combóios que já anda há alguns anos pela blogosfera. Sou amigo do Jorge Rêgo desde a juventude (não me passaria pela cabeça fazer de conta que isto é por acaso) e sei que foi sempre assim: fotografia e velhos combóios, estações abandonadas e apeadeiros perdidos, modelos à escala HO e maquetas. Por isso mesmo, o Blogue da Semana que escolho e recomendo é o Caminhos de Ferro Vale da Fumaça. Os entusiastas da fotografia e do caminho-de-ferro pré-TGV irão encontrar ali um interlocutor à altura.
O Blogue da Semana é…
jmmcc,

Foi muito bem escolhido. Parabéns aos dois 🙂
Ainda bem, Lili.
Obrigado lili. Não é só nostalgia mas também um chamar de atenção para situações de abandono do nosso património.
:))
Fiz bem?
Claro! Caso contrário :((
Ufa! Este blogue usa pontos de exclamação e eu respiro de alívio.
Fiz mal?
Não. Nem deveria. Porque, quem se mete comigo, leva!!!
Hehehe…
Aaaahhhhhhh
:))
Obrigado mdsol. Não é só nostalgia mas também um chamar de atenção para situações de abandono do nosso património.
Parece-me que já li isso em qualquer lado. Hehehe…
Fotografia não se vê!!!!!
Obrigado. Espero ter resolvido.
João, fiz o meu agradecimento igual tanto para a lili como para a mdsol Elas estão a ver o que estou a dizer mas realmente foi essa a minha intenção uma vez que são essas as palavras que me pareceram mais adequadas ao meu agradecimento.
Hehe…
Gostei imenso do blog, Jorge Rego. Parabéns.
Os comboios (os antigos, sobretudo) fazem parte do imaginário romântico de todos nós.
Quer o João, quer o Jorge, são ambos meus amigos de juventude. Por isso, conheço-os já há alguns aninhos (não muitos, é claro!, que a minha (nossa) juventude ainda não passou) e tenho de dar os meus parabéns aos dois. Ao João, pela lembrança e pelo óptimo post que dedicou ao Jorge, e ao Jorge pelo seu belo blog dedicado a um tema tão bonito e tão nostálgico como é o dos comboios a vapor.
E já agora, esclareço que só não sou a favor do TGV por não ser a vapor… Se fosse, se deitasse aquele fuminho negro e aquele cheiro inconfundível e se andasse pelo Vale da Fumaça, garanto-vos que não queria outra coisa!
Antes fosse, Luís. Mas a falta do fuminho negrão…
Um blog para acompanhar. Obrigada pela partilha