O Banquete Final


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Este maldito vírus quebra-nos a vida, angustia-nos presente e até futuro. A morte de Uderzo, ainda que tão natural aos seus 92 anos, e felizmente ocorrida na placidez do sono, sem qualquer ligação a esta pandemia, encontra-nos confinados. Trazendo isto de nem podermos fazer o requerido banquete final, exigível ao final deste episódio, o uderziano. Majestoso.

Que o seu legado, e não só Astérix, nos acompanhe agora, até avivado na memória pela sua morte. No seu humor e beleza servindo mesmo de estratégia da necessária mitigação. Banqueteemo-nos com os livros. E com as memórias das anteriores leituras.

Deixo aqui ligação a um bom e muito informativo texto sobre a obra do autor: Uderzo (na Comiclopédia). Bem recomendável.

 

4 comentários em “O Banquete Final”

  1. Já tive a colecção Astérix completa, mas agora só me restam uns números dispersos por aqui. Enquanto a dupla Uderzo/ Goscinny se manteve.
    A reler os que se mantiveram fiéis, se bem que seja muito difícil a livros e dinheiro manterem a mesma fidelidade quando emprestados.
    Paz à sua alma.

    Por via das dúvidas é melhor assinar.
    o cunhado do acutilante

  2. JPT,

    Um irredutível no Céu? Xiiii.
    Nunca mais este será o mesmo.
    Depois de ter comprado a colecção toda em português, ando agora a comprar em francês já que as mais recentes traduções deixam muito a desejar.
    Tambem escrevi ontem sobre Albert Uderzo.
    Mais de 60 anos após a publicação da primeira prancha na revista Pilote.
    Forte abraço.

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