Quem visse as filas de agora no supermercado do El Corte Inglés e ouvisse os queixumes dos carrinhos de compras esmagados sob pilhas de carnes e peixes e conservas e garrafões de água, pensaria estarmos na véspera de Natal.
O açambarcamento começou
João Sousa,

“Quando o lobo do medo
espreita na porta do quarto
com seus olhos de fogo,
de madrugada,
não é loucura,
não se iluda.
É porque existe uma doença no tempo
feito a peste negra na Idade Média
e as fogueiras onde ardiam as bruxas.
É porque há algo de podre no tempo. “
Mauricio de Macedo
11 de março de 1975, dia negro para a economia portuguesa.
Começou aqui a derrocada da economia Portuguesa, com a nacionalização(roubo) de empresas e a destruição de capital, q nós nunca mais tivemos em Portugal. Ainda hoje se nota.
A.Vieira
Tem pouca memória.
Não levando em conta que o desastre começou em 1496 com a expulsão dos judeus, o que aconteceu passado uns tempos foi os ‘tais coitados’ ficarem mais
ricos do que eram antes. A seguir às nacionalizações de 1975 foi um ‘ainda bem
depois vem tudo melhor do que está’.
Caros anónimos das 12:56 e das 14:19
Cada um interpreta e explica de acordo com a sua ideologia. Há mais interpretações e explicações, claro!
Certo.
Mas nada de batota ou areia prós olhos, que não somos parvos e ainda cá andamos quando se deram os acontecimentos.
Aqui no concelho Porto de Mós, máscaras já só temos as dos emojis.
Na plataforma Sapo já nem essas existem…
Paulo, minuto 7:50
https://youtu.be/cZFhjMQrVts
Contaram – me que num Continente, no Porto, ontem, à noite, estavam a açambarcar conservas, detergentes, etc.
Hoje, no Corte Inglés, havia prateleiras quase vazias. No Corte Inglés(!), local que, pela demografia muito própria, achava eu ser um local razoavelmente protegido destes fenómenos. Mas uma funcionária, quando me viu a olhar para todo aquele vazio com um ar entre o espanto e a diversão, confidenciou-me que as pessoas estão a esvaziar as prateleiras mais depressa do que os funcionários as conseguem repor.
O vizinho com quem convivemos cordialmente durante décadas pode tornar-se num competidor pelo artigo, ou peça de comida, com que nos podemos salvar ou sacar um dos nossos, e isso pode levar-nos a lutar contra ele com todas as forças.
Como sempre ao longo da história existe um ponto a partir do qual deixamos de nos comportar civilizadamente.
A tecnologia mudou a sociedade mas a natureza humana continua intacta.
Caro Paulo Sousa.
A menos que por sorte Divina nunca tenha apanhado trânsito intenso, não era só agora que constataria o que são os níveis civilizacionais do povo português.
O homem das cavernas não ficou perdido nos confins do passado. Ele continua por aí, coberto (e quantas vezes mal) por umas camadas de verniz de civilidade. Mas o verniz é fraco e de má qualidade, e facilmente se descasca ao mínimo toque.
Esta é uma história macabra,
a mais sinistra já contada,
sobre uma bactéria marada,
e de gente com fome esganada.
Chegou sem ser convidada,
a infame visita indesejada,
Instalou-se e sem ser consultada,
decretou: vamos lá ver quem aqui manda.
O valente tremeu,
o cobarde se encolheu,
o povo tudo temeu,
e a presidência, à ménage se recolheu.
Então, alarmista de má morte.
Nada há a aproveitar?
Há! a donzela escondeu,
A tia não respondeu,
E o Continente tudo vendeu.
Lembro que cada agregado familiar deve obrigatoriamente precaver-se com, no mínimo, 500 rolos de papel higiénico.
Vejo filas intermináveis no hipermercado de carrinhos cheios de lixívia, papel higiénico e conservas. É o fim do mundo?
Que as pessoas açambarquem conservas, ainda consigo entender. São sempre úteis para se comer, e comer é algo de primeira necessidade.
Agora, não percebo para que raio açambarcam lixívia e papel higiénico, coisas que não são de primeira, nem sequer de segunda, necessidade.
Vendo as quantidades de comida e consumíveis domésticos, eu diria que estão prestes a barricarem-se em casa para fugirem ao apocalipse zombie.
Há qualquer coisa que o covid19 anda a revelar, e não é o açambarcamento.
Os USA regressaram à Europa. 37 mil militares, dos quais 20 mil já estacionados na Polónia, deambulam pelas rotas europeias com matéria pesada e sem máscaras. Os russos têm os seus bombardeiros em constante sobrevoo pelas mais diversas rotas aéreas.
Surpreende-me que em momento de histeria provocado pelo vírus, só os militares norte-americanos não alinhem nesta onda.
Mais ainda, e não é notícia nem abre noticiários.
Pergunta: depois do suposto exercício militar, o que farão ao material? Será mesmo que regressa aos USA com os seus militares?
https://www.youtube.com/watch?v=mL9QcLoz dKM
https://www.youtube.com/watch?v=AMAIha_W uzQ
Concluindo, a Europa faliu definitivamente.
Para acrescentar uma outra informação:
https://www.youtube.com/watch?v=0IxqXzon yis
Algures https://lishbuna.blogspot.com/2020/03/bl og-post_75.html não confirmo.
Existe um link abaixo do vídeo para seguir este tema do laser disparado contra um avião americano no mar do sul da China:
https://www.youtube.com/watch?v=Q9_BL8O7 KJo
Tudo isso em plena crise do covid19 também na China.