O 25 de Abril na Nação


jpt,

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Estes tipos do CHEGA não têm mesmo modos…! E, de facto, detestam o 25 de Abril! Fascistas!!!

10 comentários em “O 25 de Abril na Nação”

  1. o cravo parece ser tudo o que ficou do 25.
    que ar tão triste de PNS, Moreira e Marina. já assisti a velórios onde contavam anedotas.

  2. E há outros que acham saber o que se passa no país mas não sabem e o mais certo é não quererem saber. A situação é tão má que o que antes do 25 de Abril era criticado, agora é aceite. Penso que nunca como agora houve tanta manipulação e desinformação pois ela é proporcional aos meios de comunicação e ao tempo de antena que eles têm. As pessoas inteligentes (que são poucas) devem questionar se o que alguns mostram e sem explicarem o porquê, é mesmo o que precisamos saber.

    1. O “antes” tem de ser ‘aceite’ porque aconteceu. Portugal nasceu muito antes do 25 de Abril. Há muito quem gostasse de passar uma esponja na história, mas não é de todo possível. Aprender as lições é que é fundamental.

  3. Não vi o caso concreto. Mas…

    Existe hoje em dia um desprezo pelos rituais. Ironicamente um dos expoentes são aqueles que se queixam do “ataque à cultura “.
    O minuto de silêncio, o estar calado enquanto alguém discursa, o aperto de mão cerimonial.
    Agora é tudo gozo, apupo, saídas apoteóticas, revirar de olhos. Será consequência da cultura “viralizar” ou do “gotcha moment”. Ou realmente já ninguém quer saber, vivemos na indiferença total.

  4. Suponho que a “legenda” seja para aproveitar o “boneco” e não para retratar o acontecido. Porque quem não tenha assistido é capaz de não perceber a piada em toda a sua glória, jpt.

    As costas foram viradas ao discurso do Presidente da Assembleia, que foi de facto um tanto bizarro pelo tom sardónico que usou a tratar de um assunto bastante sério, ou que pelo menos o Presidente da República já tratara antes com bastante seriedade. Assunto esse em que o malcriadão que virou as costas se terá sentido particularmente atingido pelos sarcasmos desapropriados ao tema, ao lugar e até à função do orador.

    Foi impulsivo o deputado e fez muito mal, não há duas opiniões.
    Já o Chega trataria muito melhor do assunto, com pateada, murros na bancada, variadas interjeições de indignação e criativos apartes sobre a profissão da mãe de quem o “afrontasse”.

  5. Condeno o gesto de PDA (tinha outras formas de o fazer …) mas estou de acordo com as críticas que fez ao discurso do PAR Aguiar Branco na sessão da comemoração do 25 de Abril em que este se manifestou de forma desabrida (referências a elevadores, casas de banho, etc. que cheirou a defesa assolapada do processo da vivenda do PM, algo impróprio num discurso na AR sobre o 25 de Abril) contra o actual regime de escrutínio (incompatibilidades, conflitos de interesses, declaração de rendimentos) dos titulares dos cargos políticos.
    Estes mecanismos de transparência são uma exigência da própria democracia.

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