O livro chama-se Novo Dicionário da Comunicação e foi redigido por uma competente equipa de autores que tive a honra e o gosto de coordenar. A sessão de lançamento será no próximo dia 15, às 19 horas, na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, com apresentação do Luís Paixão Martins (também autor do prefácio) e do Rodrigo Moita de Deus.
Este Novo Dicionário da Comunicação, com chancela da Chiado Editora, inaugura uma colecção de obras ligadas a este tema no âmbito do futuro Museu da Notícia, que tem abertura prevista para Março do próximo ano, em Sintra.
Apareçam na quinta-feira. Gostava muito de vos ver por lá.

![unnamed31[1].jpg unnamed31[1].jpg](http://7.fotos.web.sapo.io/i/B1709bb82/18902913_9zZAk.jpeg)
Gostaria muito de ir (até para rever a minha antiga universidade – não passo lá há tantos anos), mas infelizmente não vou estar em Lisboa nestes próximos dias. Já o livro, esse, parece mesmo muito interessante.
Tenho pena que não possas ir, João. Quando puderes hás-de espreitar o livro e depois dizes-me o que pensas. Abraço.
Felicitações pelo livro, Pedro!
Obrigado, Luís. Vêm outros quatro a caminho. Felizmente não me tem faltado ocupação.
E quem paga toda essa produtividade literária? Os direitos de autor são suficientes para se viver?
Eu sou autor de apenas um livro, mas os direitos de autor só me dão para umas cervejas.
Claro que é possível viver de direitos de autor. Mas é preciso escrever muito. Escrever todos os dias. Escrever sempre.
Olá Pedro, só para corrigir um pequeno lapso: dia 15 e não 14.
Vemo-nos lá.
Obrigado, Lena. Já corrigi. E voltarei a lembrar os leitores do DELITO na véspera do lançamento.
Ainda bem que vais.
Parabéns, Pedro!
Anseávamos por isto.
Vai ser um fim de tarde fantástico, tenho a certeza.
Tudo de bom e um abraço meu
Estes projectos demoram às vezes muito mais do que imaginamos. O essencial deste livro foi escrito há ano e meio, Alexandra.
Quanto ao outro, o “tal”, julgo que estará enfim nos escaparates na próxima semana. Mas não vou jurar pois o processo já se arrasta há quatro meses e desde que deixou de estar sob o meu controlo passou a ser de prazo incerto. Rodeado de ‘suspense’, como num filme do Hitchcock.