0 comentários em “Frases de 2015 (45)”

  1. Não seria surpresa se fosse dito por uma “revolucionária Vodafokas”. … Agora , por uma democrática parlamentar, deve ter sido um lapsus linguae!

  2. Os portugueses (em especial os mais desfavorecidos que votaram PS e BE ) irão arrepender-se amargamente pelo facto de Catarina Martins e Jerónimo de Sousa terem cedido ao falso charme de António Costa que pretende apenas a sua sobrevivência (e da sua entourage).

    António Costa sabe que os seus maiores inimigos estão no BE e PCP e pretende dar-lhes um abraço de urso, sabe que jamais quem votou Paf mudará para o PS mas acalenta a esperança de que quem votou BE e PCP vote PS num futuro que ele sabe próximo.

    A fibra do PS está aí para quem ainda tivesse duvidas da massa de que são feitos.

    A irresponsabilidade e o dolo de Costa começam bem para mal de Portugal.

    ” A lealdade é a verdade do sentimento: é impossível ser desleal sem mentir à consciência, sem ludibriar a consciência alheia. “

  3. Esta frase, dita pela lider de um partido que obteve 10% dos votos, contra os lideres de uma coligação que obteve, nas mesmas eleições, 36%, é uma pequena amostra do potencial de arrogância enrustido nessas alminhas que se reivindicam de democratas exemplares. Imaginemos o que seria se, ao invés, fosse o BE a possuir 36% … Por outro lado, e pelo menos, esta deriva improvável de AC, tem o mérito de alertar os cidadãos sobre a natureza dos votos confiados à extrema esquerda que, não mais serão unicamente votos de protesto mas sim, votos para governação. Nada contra, quando se conta com isso.

  4. Jerónimo Europeu? acordou como Castro? Será que entrou no circuito? Mas quantos anos a a viver à custa dos sindicatos dos maquinistas a parar o país!

  5. Só por esta parva ” hipótese de sentença”:

    A cotação das ações dos principais bancos portugueses baixaram mais de 3%….

    Adivinhe-se o seria se sentença transitasse em julgado….
    ….

    A propósito de sentença:

    O Sócrates fugiu? Nunca mais deu ao costa!

  6. Apesar de eu pessoalmente desejar e muito que o governo Passos/Portas acabe, achei a declaração de Catarina Martins algo precipitada e desnecessária. Enfim, o voluntarismo típico da extrema esquerda que constitui no fundo a matriz do bloco, de vez em quando vem à superficie. Calma, devagar com o andor que no fim é que se fazem as contas. Nada de precipitações e voluntarismos que possam colocar em causa um consenso entre os partidos da esquerda com vista a uma alternativa estável e credível que promova uma mudança efetiva à politica da direita que “gramámos” durante 4 anos!

  7. Um rebuçado com aparente doçura mas que se chupa depressa e só dura até ao queimar da próxima beata.

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