Claro que o trabalho é de todos, nem eu disse nada que pudesse levar a pensar o contrário. Mas de duas coisas tenho a certeza: Apertar mais o cinto, leva-me a passar fome. A segunda questão é que eu não me candidatei a PM , nem vivo da politica. Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele, diz o povo. Aquilo que eu quis dizer é que temos todos que trabalhar a começar pelo PM , este terá que dar o exemplo e note não estou a propor ao PM que viva com € 400, porque a Laura dir-me-á que não é possível…..pois é com o que eu vivo.
zeparafuso, o que eu quis dizer foi apenas que temos de aguentar e vestir a camisola, com revolta, pois claro (precisamos muito dessa energia dos revoltosos). A última coisa que nos dá jeito é entrar no negativismo nacional, essa coisa auto-suicida que só conseguiu ser superada, em unidades de catástrofe, pela psicótica euforia socrática. E assim estamos hoje, cada um de nós. Com muitos menos €€ do que, objectivamente, merecíamos.
O problema, Laura, é que a dentadura já está um bocado desgastada.
Que dentadura Rui? ela já nem existe…
Agora não posso responder, CR. Acabei de pôr um implante.
Rui… lindo menino!
hum…
Era de esperar outra coisa que não fosse um trabalho ” colossal ” ? Foi eleito para quê? Para passar férias?
zeparafuso, aperte os ditos e perceba uma coisa: o trabalho colossal é de todos e não só de PPC.
Claro que o trabalho é de todos, nem eu disse nada que pudesse levar a pensar o contrário. Mas de duas coisas tenho a certeza: Apertar mais o cinto, leva-me a passar fome. A segunda questão é que eu não me candidatei a PM , nem vivo da politica. Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele, diz o povo. Aquilo que eu quis dizer é que temos todos que trabalhar a começar pelo PM , este terá que dar o exemplo e note não estou a propor ao PM que viva com € 400, porque a Laura dir-me-á que não é possível…..pois é com o que eu vivo.
zeparafuso, o que eu quis dizer foi apenas que temos de aguentar e vestir a camisola, com revolta, pois claro (precisamos muito dessa energia dos revoltosos). A última coisa que nos dá jeito é entrar no negativismo nacional, essa coisa auto-suicida que só conseguiu ser superada, em unidades de catástrofe, pela psicótica euforia socrática. E assim estamos hoje, cada um de nós. Com muitos menos €€ do que, objectivamente, merecíamos.
E temos aumentos colossais no preço dos transportes..
E temos cortes colossais no subsídio de Natal…
E aparecerão outros colossos… aguardemos…
E, como cantava a saudosa Ivone Silva com o nosso Camilo de Oliveira:
” Este país é um colosso… está tudo grosso… está tudo grosso! “
… 😉 Pois… essa última é sempre uma saída cor-de-rosa, onde os portugueses são tb colossais (para aí os 1ºs da Europa, julgo)