Os últimos acontecimentos demonstram que o legislador teve clara intenção de estabelecer uma restrição ao território e não à função na lei de limitação de mandatos autárquicos. E que, para isso, teve a genial precaução de utilizar um “da” em lugar de um “de”. Há, todavia, indicações seguras de que pretendeu ir mais longe, incorporando no artigo 1º uma orientação concreta sobre a intenção legislativa através da utilização de um código secreto. Se não acreditam, tenham em conta as letras coloriadas. Leiam da direita para a esquerda e de baixo para cima. E tenham presente que a alteração de cor das letras indica mudança de palavra. Depois digam-me se não estava lá tudo.
Notícia de última hora
Rui Rocha,


Claro como água.
E para sabermos qual era a intenção do legislador nem precisaríamos de mesa de pé de galo. Não estão vivos ainda? Ou andaremos no meio de gente morta?!
Bem dizem que os Zombies estão na moda.
Há outra possibilidade, notando as diferenças:
– Câmara “do” Porto
– Câmara de “O Porto”
Parece a contracção do artigo com a preposição, mas há uma pré-posição antes do Artigo, seja ele o 1º Artigo, outro, ou de outro, mudando a lei de espírito, já que o espírito da lei não parece interessar.
Essa posição prévia, ou pré-posição, ao ser contraída com os artigos de “a lei”, muda tudo.
Acresce que se sabe que o Porto se refere ao Rio (não é Leixões).
Conclusão:
1) Rui Rio pode candidatar-se a “O Porto”, mas não ao “Porto”. Acresce que Oporto é mais british…
2) O Porto sendo uma cidade invoca um feminino “Porta”, e na contracção com feminino de Rio, assim ainda pode passar a “Portaria”.
3) Contrair os porteiros/porqueiros, com as suas portarias/porcarias, num banho de Rio… e não de Janeiro, porque já é Fevereiro.
Há uma velha regra que diz que a explicação mais simples é sempre a que mais se aproxima da verdade. Se aplicarmos este critério, a sua é imbatível, Amai-a.
Ou ainda :
“Se não sabes explicar algo de forma simples então é porque não o percebeste”
Também.
Chama-se a Navalha de Occam… :flies away:
Ora nem mais.
“Leiam da direita para a esquerda.”
E de baixo para cima. Não que só como disse não tenha a sua piada.
Faz lembrar o filme ” O código da Vinci”…provavelmente o artigo foi inspirado nele.
Não por acaso, na tarde de Sábado notei que estava a passar o Anjos e Demónios num dos canais generalistas, Alice.
O artigo 1º
Pois pode.
Mas o Rui Moreira trata-lhe da tosse.
Sim, também estou convencido de que o Rui Moreira é um genérico.
E, continuando, pode ler-se que “e Seara pode concorrer à capital”.
Exacto. O bom destas coisas é que, depois de se lhe apanhar o jeito, nem é preciso sublinhar as letras para apanhar o código.
Este post é um claro plágio; só não sei se de Dan Brown se de José Rodrigues dos Santos. Que vergonha Senhor Rocha (humm, um nome com estranhas conotações…)
Pois fique o Senhor sabendo que o meu apelido do meio é Langdon.
Está visto que “Santos” da casa não fazem milagres.
Significa isto que estamos perante outro da-se.