
Andando um pouco para Norte, encontramos aprazíveis jardins públicos e encantadores palácios reais, bem apresentados e com valiosos conteúdos. Por vezes têm aquele tom excessivamente de “conto de fadas”, mas antes um castelo mais ou menos piroso, repleto de mostras de porcelana chinesa, do que estatelar o olhar num muito português “estamos fechados ao almoço” ou encontrarmos trancas à porta, imaginando que o edifício está encerrado por falta de verbas para abrir ao público.

A estética urbana, embora claramente devedora da arquitectura holandesa, é apelativa e está muitíssimo bem preservada, sendo disto prova o magnífico Nyhavn (a zona do porto antigo). Local de peregrinação, a convidar à foto e a uma estadia demorada. Retemperadas forças, é hora de rumar aos célebres Jardins do Tivoli, local dificilmente classificável. Imaginem um espaço gigantesco no centro de uma capital europeia onde podemos, simultaneamente, ouvir um concerto de jazz ou uma super-produção pop, comer as mais oleosas bifanas ou jantar em restaurantes finíssimos, andar na montanha russa ou alimentar carpas num repousante lago. E agora, juntem-lhe um pagode chinês, dezenas de casas de diversão, carrosséis, um barco pirata e um palco onde decorre um espectáculo de pantomima. É um nadinha surreal – mas igualmente divino…

Aqui está uma cidade da qual tenho muitas saudades…
Compreensivelmente, João, compreensivelmente… 🙂
Não conheço, mas abriste-me o apetite. E que temperaturas fazem agora por aí?
Olá, Teresa! Na verdade, já regressei (embora o relato pretenda ser mais ou menos no presente, porque se torna mais realista). Na altura, frio e chuva. Agora? Frio e chuva, diz o Google. É mesmo a única coisa lamentável do Norte da Europa… Beijos!
Estás a começar a fazer-me inveja. E eu que há tantos anos não vou a Copenhaga…
🙂
Sem dúvida, a cidade mais bela por onde passei. Arrisco mesmo dizer que é a cidade perfeita.
Mais bela, para mim, não foi. Mas é uma cidade muitíssimo interessante, concordo…
Abres realmente o apetite, como disse a Teresa.
🙂 E o voo até nem é caro!
O Norte, o Norte, é uma lufada de ar fresco!
Por vezes, demasiado fresco 🙂