No Sado


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Aqui a Sul do Tejo, na capital distrital mais próxima da capital, a população a sofrer os efeitos das políticas neoliberais de Passos Coelho. Urge arruar e entoar a “Grândola, Vila Morena”, ergamo-nos contra a direita.

17 comentários em “No Sado”

  1. E a Venezuela aqui tão perto. Há mais de 30 anos que quando há eleições se ouvem os gritos da esquerda ” a direita quer destruir o SNS ” e vai se a ver, afinal foi a esquerda que destruiu o SNS. Ironias da história.

  2. Parece ser como diz, jpt.
    A culpa é do Passos Coelho que obrigou muitos licenciados em medicina tivessem emigrado para a Inglaterra, calhando está agora a aparecer os problemas.

      1. Então eram as Comissões de Utentes paridas pelo PC que fazia com que não faltassem médicos? Calhando até é verdade.

  3. Vivemos num país em que há gente de segunda e gente de primeira: quem trabalha no privado tem de fazer (no mínimo) 40 horas semanais.
    Então não é que as 35 horas semanais se aplicam a todos os funcionários públicos, incluindo os do SNS? Então expliquem como é que com sete horas diárias por cada funcionário se consegue fazer três turnos.
    E depois ainda andam aqui cabeças iluminadas a dizer que a culpa é do Passos Coelho!

    1. Horas extraordinárias, penso eu.
      Mas infelizmente já passámos essa fase, já se desceu tão baixo que agora é o que se vê e se ouve por aí ou seja a total falência dos serviços prestados pelo estado e financiados pelos impostos.
      A cultura do amiguismo, nepotismo e impunidade prolifera e é o salve-se quem puder seja no publico, seja no privado, perdeu-se a vergonha toda desde o topo até a base e como o exemplo continua a vir de cima pouco se pode fazer a não ser esperar que a tempestade passe.

  4. No tempo do Passos Coelho não havia os mesmos problemas? A amnésia aqui é muita… Mas bom saber que o Delito de Opinião defende o acesso à saúde universal e gratuito. Às vezes até acertam.

  5. Este não é responsabilidade deste governo, nem do anterior. A responsabilidade é de todos os governos. O problema é que as políticas que se seguem na saúde só têm efeitos práticos algum tempo depois. É um sítio que não faz mal desmantelar para ir buscar dinheiro para outras coisas, porque ninguém se aprecebe até às eleições.
    Pessoalmente faz-me confusão a Ordem dos Médicos (embora não seja a única responsável): Sempre que se fala de aumentar as vagas nas faculdades de medicina diz que há médicos a mais e sabota qualquer aumnento do número de formandos, quando as urgências estoiram insurge-se com a falta de médicos.

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