
O fim de uma era e o atavismo da imprensa prisioneira do entretenimento: enquanto tocava o hino, os fotógrafos cercavam o banco e Ronaldo.
Quanto ao jogo, e a esta campanha desta selecção no Mundial, já alcançados os quartos-de-final? Repito o que disse durante o último Europeu: “Como é óbvio contestei com vigor e sageza veterana o pendor conservador do nosso engenheiro seleccionador, antevendo uma deslustrada campanha sob tal “motorista”. E elogiei a extrema capacidade do nosso engenheiro seleccionador – sempre avesso à fugaz embriaguês do espectáculo – montando uma equipa tacticamente irrepreensível, delineada para enfrentar os gigantes que se sucederão, e clarividente nas letais e oportunas alterações que decidiu, mostrando que iremos longe sob tal “motorista”.”*
* Durante o Europeu-21 Fernando Santos definiu o seu papel como de “motorista” da selecção.

Ou como apanhei numa rede concorrente, Pela primeira vez na história, Portugal tem um banco mais valioso que a Suíça. Apenas possível graças à magia da bola.
‘a ver vamos!’ como dizia o cego