O endividamento das famílias, das empresas e dos Estados tem servido para discursos simplistas (…). Hoje, toda a economia e toda a sociedade vive para financiar a banca e os mercados financeiros em vez de acontecer o oposto. O que tem de acontecer para voltar a pôr as instituições financeiras no lugar que lhes tem de caber é global e exige uma extraordinária coragem política – aquela que nem aos islandeses está a chegar. A dividocracia (…) é, depois das ideologias totalitárias dos anos 30, o mais poderoso instrumento de subjugação dos cidadãos e dos Estados a poderes não eleitos. Vencer a chantagem do poder financeiro – que alimenta a dívida e se alimenta da dívida – é, neste momento, a primeira de todas as batalhas de quem se considere democrata. É aqui que se fará a trincheira de todos os combates políticos deste início de século.
Dois comentários: 1) isto não se resolve com o mesmo vocabulário altermundialista do costume. Nunca se muda o mundo sem mudar primeiro a retórica. 2) Isto também não se faz sem valores de direita: autonomia, patriotismo, respeito pelo dinheiro.

Até parece que as pessoas, as empresas e os Estados são obrigados a endividar-se!
Só é escravo da dívida quem optou em primeiro lugar por endividar-se.
Vou já buscar o cilicio e o rosário
“autonomia, patriotismo, respeito pelo dinheiro”
Respeito pelo dinheiro,
que inclua os 50 a 150 mil euros mensais recebidos pela nova Nobreza.
Os futuros medalhados em 10 de Junho.
Para concluir, sem valores de direita?
Diria que com valores de direita & esquerda.
Valores de direita? Olha, voltaste miraculado!
Então, Ana, como é? Eu é que me meto com ele…
Luís:
Valores de direita? Olha, voltaste miraculado!
Eheheh. Era só para te dar uma folgazinha, Jaa.
Até tu lá chegarás meu filho.
Ana, quero eu dizer que é uma batalha transversal, não dá para travar só com um dos lados.
Pronto, pronto, eu estava só a brincar contigo. Ninguém te confundirá com a direita, não te preocupes.
🙂
(e tens razão, a propósito: o mal dos “lados” é acharem-se donos da verdade e das soluções)
Foram os poderes eleitos que escolheram a Dívida.
O Centrismo Extremista do PS com apoio do PSD, CDS.
PCP e BE ainda acharam pouco.
Bater recordes de dívida é algo extremo.
Levar um país à bancarrota é algo extremo.
E os Portugueses votaram sempre e favoravelmente mais Dívida até se atingir a bancarrota.
Cada Governo que aumentou o défice foi reeleito.
Este próprio blogue a maioria está de acordo com a política passada. Mesmo depois da bancarrota.
Veja-se como criticam este miserável Governo que faz só 1/3 de cortes enquanto 2/3 é transformar a maior parte do défice em mais Impostos ou seja Estado.
Querem mais défice. Ou seja mais dívida.
Depois é culpa do mercado. Que são eles próprios, os fundos de pensões, os bancos onde têm o dinheiro.
Rnhó nhó nhó, a culpa, rnhó nhó nhó vivemos acima das possibilidades.
Sempre. Tem valor universal.