Ninguém no mundo inteiro


Pedro Correia,

"Nós apresentámos o Orçamento em Setembro. Em Setembro ninguém tinha ideia, no mundo inteiro, da profundidade da crise."

José Sócrates, na entrevista à SIC

 

19 comentários em “Ninguém no mundo inteiro”

    1. E está. Não para 10 milhões mas pelo menos para os que o elegeram, que foram muitos e muito atrasadinhos. E que, pelos vistos, vão continuar a ser.

  1. Não?!! Ninguém tinha no mundo inteiro?!! Então eu devo ser um génio porque já tinha leves suspeitas. Leves, mas tinha! Sou impagável, eu!!

    Que lata!!

  2. Pois não. Ninguém podia prever. Aliás, hoje em dia parece que ninguém pode prever o que quer que seja. Isto hoje está bom mas é para os Professores Bambu deste mundo.

  3. Não percebeu na altura, e continua sem perceber agora… A crise ainda agora começou (apesar de já vir desde 2006), e não teve como origem o subprime, mas sim a excessiva tomada de dívida das economias mundiais. As consequências a sério ainda não chegaram, mas já não falta muito para se ver os efeitos da não tomada de dívida.

    Aliás isto já tinha sido alertado há mais de um ano, num fórum nacional. A quem quiser saber um pouco mais, recomendo vivamente a leitura destes 3 textos:

    http://www.thinkfn.com/wikibolsa/A_bolha_invis%C3%ADvel

    http://www.thinkfn.com/wikibolsa/O_poder_dos_incentivos

    http://www.thinkfn.com/wikibolsa/O_modelo_de_origina%C3%A7%C3%A3o

    1. “Nós apresentámos o Orçamento em Setembro. Em Setembro ninguém tinha ideia, no mundo inteiro, da profundidade da crise.”

      Excepto os Islandeses e Manuela Ferreira Leite ( e muitos mais … )

      e como diria MFL, mais uma vez os SOcretinos chegam atrasados à realidade…

  4. Ainda mantemos intacto um certo sebastianismo lusitano, que nos leva a acreditar nas coisas mais mirabolantes, como o comunismo e o pai natal.

  5. O que lhe poderemos chamar? “Calimero” sempre infeliz e debaixo da casca? Ou “Avestruz” com a cabeça enterrada na areia…. e não viu nada?
    Então onde estavam as “Grandes Sumidades” em Finanças e Economia?

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *