(Os vários “Toni Carrieri” italianos, reunidos num só cartaz e anunciados em Serre, uma terrinha do interior da Campania.)
(A imaginação delirante de um fotógrafo napolitano de casamentos, ou o que se pode fazer de artístico com uma noiva grávida)
(Ainda em Nápoles, o orgulho de uma tasca anunciando que o inglês que ali se fala não é “técnico”. Quem não acreditar, só tem de fazer uma pergunta para confirmar a nobreza do mais puro idioma de Shakespeare.)
(Sorrento: um “aviso à navegação” na porta do wc de um café com uma direzione sem papas na língua)





Eheheheheh. Excelentes cartazes, Ana. Um o da ‘direzione’ então é um ‘must’, como se diz em inglês técnico.
Curiosamente, Serre (a terrinha do cartaz de cima) recebeu 2 ou 3 dias depois com enorme sucesso o Toquinho e o seu belíssimo espectáculo de homenagem ao Vinicius.
Os italianos sabem bem distinguir as águas, acho que percebem de música instintivamente. Tanto podemos encontrar um concerto pimba na praça principal de uma vilória perdida no mapa, como uma mini-orquestra tocando a Traviata no coreto da mesma terrinha. E ambos são aplaudidos com o mesmo entusiasmo, sem incompatibilidades.
O nosso problema, aqui, é que se confunde música a metro (viciante por ser tão fácil, o que não é por acaso) com música a sério, e se acha tudo igual. A cultura musical dos portugueses é miserável, embora esteja a melhorar um bocadinho ultimamente.
Verdadeiras pérolas, Ana !!!
Beijinhos
Fernanda
Beijinhos, Fernanda.
🙂
O último cartaz é divertidíssimo, Ana. Lá, como em certas zonas de Lisboa, as canalizações devem ser seculares e já não suportar um «trânsito» muito intenso, nem muito sólido. ;-D
Exactamente, Luísa. E os italianos são tão… hum… cuidadosos… como nós no que toca a esta matéria. Daí o aviso de quem já deve estar fartíssimo de espectáculos pouco agradáveis. Mas o cartaz tem imensa graça, não resisti.