Não somos camelos


Rui Rocha,

 

Na Líbia, as forças de segurança governamentais mataram pelo menos 84 pessoas durante os três dias de manifestações, afirmou a organização Human Rights Watch (HRW), baseada em testemunhos de fontes hospitalares. Salvo erro, a única posição sobre o assunto do Governo português é a que consta da imagem. E, valha a verdade, não há palavras para a descrever. Todavia, é importante deixar claro que nesta, como noutras matérias, o Senhor que está à esquerda perdeu já qualquer legitimidade para representar o nosso país. E que, sendo assim, a posição legítima e oficial dos portugueses sobre o assunto é a que diz que é fundamental deitar uma mão ao ditador que está a direita. Para o derrubar. Chega de socrastisia diplomática. Permitimos que Sócrates e Teixeira dos Santos tenham consumado a co-incineração do futuro económico do país. Todavia, não podemos pactuar com o envolvimento  do nome de Portugal no apoio, explícito ou implícito, a cadastrados sanguinários.

6 comentários em “Não somos camelos”

    1. o sujeito à frente da coisa de chapéu esquisito já tem uma patente, cabo de esquadra…e dos maus…

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