A Secretária de Estado acha as prendas discriminatórias mas, brevemente, este assunto irá mais longe e, há países que, nas escolas, já querem acabar com o he/she, isto de meninos e meninas é para acabar. O primeiro sinal, mais concreto, desta nova tendência, foi a aprovação, em Sidney na Austrália, no equivalente ao nosso C.Cidadão, passar a haver um 3º sexo. “A Sydney resident who fought to be legally recognised as being of non-specific sex has hailed a High Court ruling that New South Wales laws do permit the registration of a category of sex other, than male or female.” Fez uma operação para mudar de sexo… e deve ter resolvido, ficar metade de cada
Presumo que, no futuro, com o avanço da tecnologia, até teremos humanos mais artificiais do que naturais… o Mundo está a ficar, cada vez, mais interessante e, no final, seremos apenas… its , no fundo, tudo o que os colectivistas sempre sonharam, só falta, mesmo, transformar os obedientes “carneiros” em coisas que possam, servir e obedecer, aos superiores interesses… de uma minoria. Anúncios e propaganda, andam a todo o vapor até, para a colocação de chips e, não faltam entusiastas, incluindo europeus que já os colocaram.
Deixar de ser, ela ou ele e, fazer desaparecer tudo o que temos de diferente, para sermos, apenas, peças iguais de um Sistema, servirá a quem? George Orwell “1984” Big Brother Is Watching You, está ao virar da esquina e, agora, só precisam de uma grande crise financeira global, acabar com o dinheiro físico e, para não nos roubarem, perdermos o cartão ou qualquer outra tolice, mais cedo ou mais tarde, até os não entusiastas, vão ser obrigados a levar com o chip. O tempo passa e, cada vez, nos vão encostando, um bocadinho mais, contra a parede e, de crise em crise, o processo parece acelerar.
Há uns quantos, atentos ao caminho que estamos a seguir mas, a maioria, anda completamente adormecida ou até colabora, sem pensar nas consequências, de coisas que, presentemente, até podem parecer insignificantes. Nada que não fosse expectável, habituaram as pessoas a ter o Estado ou sempre alguém a pensar por elas, abrangendo Tudo o que se relaciona com as suas vidas e, deixando de agir, já só sabem reagir quando algo corre mal mas, continuando, sempre, a repetir a mesma receita, esperando um resultado diferente, irá chegar o dia em que todas as alternativas ficam esgotadas e, sem saída, só restará a resignação.
Tudo o que diz no seu poste é possível porque, uma mente colectivista, está sempre pronta a proibir ou a regulamentar qualquer coisa, baseada numa qualquer razão subjetiva e, o pior, nunca lhe faltará o apoio de um número significativo de “carneiros”, sempre prontinhos… a enfiar o barrete e, pacificamente, entrar no redil 😉
V. comentário é pertinente e absolutamente realista. Ocorre-me ainda verificar a sua observância no que respeita ao dito AO90, esse aborto: “Há uns quantos, atentos ao caminho que estamos a seguir mas, a maioria, anda completamente adormecida ou até colabora, sem pensar nas consequências, de coisas que, presentemente, até podem parecer insignificantes.” Um bom exame da quarta classe, teria corrigido tudo isso.
É verdade que existem brinquedos “neutros”, ou seja, tanto servem para meninos como para meninas, ex. livros de colorir, lápis de cor, peluches, plasticina, legos, etc.
Eu só gostava de saber qual é o problema dos rapazes brincarem com bolas e carrinhos, e as raparigas brincarem com bonecas e casinhas, como sempre. Agora querem à viva força que “as raparigas brinquem de polícias e os rapazes de princesas (discurso em Fev. 2015 da cantora Taylor Swift, numa gala de prémios de música)! E isso é IDEOLOGIA DO GÉNERO, mais uma invenção do marxismo cultural.
O problema começa logo quando alguém lhes diz, o que podem ou devem, escolher. Saltamos entre extremos e, nunca querem parar, no meio termo porque, para isso, significaria ter de haver uma liberdade de escolha individual, descobrir por si próprio porque, seria essa a verdadeira aprendizagem, no tempo que cá andamos, simplesmente, ir escolhendo o nosso próprio caminho ora, se até nos dizem qual o percurso e os parâmetros que temos de seguir, para se ser feliz, saudável, e com sucesso, muito menos, serão possíveis as escolhas menores.
Presentemente, dentro das opções oferecidas, nem de um lado, nem do outro, sentimos que há uma real e verdadeira liberdade. Claro que, quanto mais à esquerda, mais subjugadores e refinados nos pormenores, onde tentam erradicar, completamente, qualquer vestígio da vontade individual. Ter um Ditador ou vários pequenos Ditadores que nos obrigam a seguir o que sai das suas cabecinhas, vai dar ao mesmo, o truque é estar sempre a apregoar que é a vontade da maioria… por sinal, cada vez mais subjetiva porque, com uma escolha limitada e, com o número de votantes a diminuir, acaba por ser, uma minoria a escolher tudo para a maioria. Cavaco na sua última eleição, tirando a abstenção, os votos brancos e nulos, foi eleito, por menos de 25% da população portuguesa mas, como os números podem ser “massajados”, cada pequeno grupo, tenta massajá-los à sua maneira e dar-nos a ilusão de que escolhemos alguma coisa 😉 [Na altura dei-me ao trabalho de fazer as contas mas, ainda não fiz o mesmo para a soma da novas minorias, onde se teria de contar os votos perdidos, aqueles que, em cada círculo eleitoral, não servem para nada mas, de que adiantaria, estragar ilusões porque, se for preciso, até somam a águia do Benfica ;)]
Num Mundo, cada vez mais globalizado onde, na realidade, as escolhas são feitas por não eleitos, para a liberdade de escolha, não se auspicia nada de bom ou seja, estamos a ir de mal a pior.
Pouco falta para que a classificação morfológica do género das palavras da Língua Portuguesa seja considerada discriminação em razão do sexo! São uns tristes analfabetos encartados….
A questão não é o McDonald’s ter dois tipos de brinquedo para escolher. É um dos tipos ser anunciado como para meninas e o outro para meninos.
Está-se a condicionar a escolha, porquê? É degradante se os meninos brincarem com bonecas ou se as meninas brincarem com carrinhos?
A seguir o Big Mac é anunciado como refeição para gordos e as saladas como refeição para magros, partindo do princípio de que um gordo nunca come salada e um magro nunca come Big Macs.
Não dirá que é para “gordos” ou para “magros”, mas concerteza dir-lhe-á o número de Kcal/100g que V. Exa. enfardará com petisco! Pode ser “rosinha” ou “azulinho”… à sua escolha!
A chave está aí. Não dirá que é para gordos ou que é para magros. Dá informação e deixa a escolha ao cliente. A maioria dos gordos prefere Big Mac e dos magros saladas, mas a escolha é deles.
Os brinquedos são apresentados como sendo “para meninas”, ou para meninos”. O público é condicionado. Se não dir-se -ia: um Little Poney ou um Trasformer, sem dizer mais nada.
Como já li noutro lado. Que raio faz uma criança num sitio desses? Macdonald’s não é comida para criança (nem para adulto, já agora), com ou sem brinquedo, com ou sem teoria de género (é preciso ser muito abécula, para ir nesta bacorada do “terror da teoria do género”)
Não é, então, comida para ninguém. E todavia é a forma menos cara de tomar uma refeição quente, com sobremesa e bebida… Atrevo-me a dizer, por estes dias a única forma, fora de casa, para muita gente (em casa, quem sabe, nem isso…).
Tenhamos o bom senso de admitir que atacar a McDonald’s – não fosse essencialmente por razões ideológicas – obrigaria a atacar também os locais de culto onde se servem bifanas e outros petiscos sagrados para os portugueses, a partir de frigideiras que não deverão ser lavadas há anos, em montras com vidros a escorrer gordura, empratados por gente com as unhas negras de porcaria e acompanhadas a vinho abaixo de imprestável. A atacar até grande parte da nossa cozinha, dos nossos hábitos alimentares. Mas aí parece que está tudo muito bem: é português, é nosso. Não é dos malvados dos “amaricanos”.
Como em (quase) tudo: bom senso e moderação. A mim, de vez em quando, um “double cheese” e um “sundae” de caramelo, sabem muito bem. De vez em quando.
Os insultos que avancem.
Costa (Rui)
Considero a Mcdonalds caro comparado com alguns restaurantes.
É capaz, é capaz… Sucede que ainda que faça menos sentido economicamente, é bem capaz de ser a única opção viável financeiramente. Uma refeição de 20, 30, 40 ou 50 € (ou o valor que se quiser, na matéria o céu é o limite) bem pode ser, pela sua excelência – substantiva, não de fogo de vista – uma excelente opção. Um imbatível, permita a expressão, “value for money”. É preciso é poder gastar esse dinheiro.
Em termos relativos, tudo é invocável. Mas se se tiver fome e, em termos absolutos, apenas cinco euros para gastar (o que bem pode ser já um verdadeiro luxo), querendo comer algo quente, acompanhar com uma bebida e terminar com uma sobremesa…
Isto não é uma apologia. É uma constatação.
Costa (Rui)
Você encontra refeições por 6 euros que considero melhores ou pelo menos equivalentes ao que fornece o McDonalds. No que o Mdonalds é imbativel é nas batatas fritas.
Caros comentadores. Que vossas excelências gostem de Macdonald’s e comer porcarias, não faz de uma refeição Macdonald’s uma boa forma de alimentar uma criança. Um “guilty pleasure”, seja. Mas assumido. E ter meninos a brincar com carros e meninas com bonecas baixo pressão social não é mais que um castigo merecido. Para vossas excelências, claro, não para as pobres crianças.
Caríssimo anónimo, só agora regresso a este “post” (faço-o levado pela escolha de comentário da semana; que quer você, isto da internet tem certa tendência para o efémero), mas fico extremamente consolado:
– com a sua preocupação com a minha alimentação e seus desvarios, alertando-me para a prática perversa a que pelos vistos me entregarei de quando em quando (“comer porcarias”); e sobretudo com a das criancinhas que tenham o infortúnio de me estar por estes dias confiadas (sosseguemos todos, então: não as há);
– com a sua extrema bondade ao me conceder, todavia – ó generosidade! – o direito ao ocasional “guilty pleasure”;
– com o seu empenho na sólida formação do meu carácter, ao exortar-me – assim moderando responsavelmente o direito acima invocado – a que assuma publicamente essa característica de prazer culposo e com isso, presumo, suscitando a minha saudável exposição à crítica que tal gerará por parte das mentes esclarecidas (onde para nossa geral tranquilidade pontifica a sua);
– com o sobressalto em si gerado por isso – horror!, sem dúvida – de ver meninos e meninas a brincar sob uma tão intolerável pressão social quanto essa de lhes proporcionar carros (a eles) e bonecas (a elas);
– com a estatuição da pena aplicável, sem dúvida – de tão tolerante – apenas em resultado da comissão em grau absolutamente primário das deletérias práticas em causa, a reincidência esperará decerto mão merecidamente implacável!
Bem haja, bem haja.
Costa (Rui; ocasionalmente dado a prazeres culposos dessa índole e pai de dois saudáveis jovens adultos, ocasionalmente, muito ocasionalmente, sujeitos, nas suas – sei-o agora – tão infelizes infâncias e adolescências, por minha culpa sem expiação, a essas malfeitorias alimentares).
Caro Rui Costa, não leve tão a serio um comentário irónico tão pouco importante como o tema em questão e que, sinceramente, não merecia tanto do seu tempo para responder (como provavelmente não merecia tanto do meu). Prova de respeito e boas intenções vou-lhe responder sem ironias.
Etiquetar brinquedos para meninos e para meninas é sexista? É. Aqui, nos EUA ou na China. É grave? Não. Há coisas mais graves na vida e sexismos mais perigosos. A Macdonald’s, empresa privada com direito de fazer o que lhe der na gana desde que não quebre leis portuguesas, decidio mudar. Pronto. Fim de história. Outros podiam seguir-lhe o exemplo? Eu gostava, mas não me parece que valha a pena fazer disso ou missão ou cavalo de batalha
A Macdonald’s não é uma refeição equilibrada para crianças ou adultos? Não é. Aqui, nos EUA ou na China. É grave? … aí já me custa um pouco mais. Não iria ao ponto de querer proibir a Macdonald’s pois vai profundamente em contra das minhas convicções pessoais. Agora, quando começamos a ver o custo social e económico de alimentações desequilibradas (como do tabaco, do álcool, etc.) a coisa fia mais fino. Muito mais fino. Mas ainda não estamos lá (esperemos nunca estar). E também não me passaria pela cabeça fazer uma campanha contra o Macdonald’s.
E pronto. Sem (muitas) ironias uma opinião pessoal. Não se sinta obrigado a responder (principalmente porque não me vai dar razão 🙂 ). Como lhe disse, faço por respeito pelo tempo que passou a escrever a sua resposta.
Caríssimo anónimo, creia-me muito grato – verdadeiramente – pelo seu tempo e cuidado na resposta que me dá. Não andamos verdadeiramente muito apartados quanto ao que pensamos, acredite.
Não me passaria pela cabeça manter ou fazer manter um regime alimentar baseado em produtos da McDonald’s. Aliás, a esse propósito, e cito de memória, recordo o que uma figura grada dessa empresa disse, há uns bons anos já, quando aquele senhor, cidadão dos EUA, que se afirma realizador ou produtor e é muito apreciado pelo “progressismo”, fez um filme, ou documentário (ou lá o que é era; Super Size Me, era o nome da coisa), sobre os malefícios dessa comida: qualquer coisa como; “não era preciso fazer um filme para mostrar que uma dieta exclusiva de McDonald’s [de fast food, enfim; e era o caso que se pretendia demonstrar] fazia mal; eu próprio lho teria dito”. Adiante…
Aprecio e partilho a sua tolerância. Mais não fosse porque uma cruzada contra a McDonald’s imporia uma cruzada contra os croquetes, folhados, rissóis, pastéis, “merendas”, “lanches” e afins, tão próprios da nossa alimentação. E bem assim o fecho de todos os locais, ou quase, onde se sirvam bifanas, moelas, “pica-pau”, coiratos e outras tão portuguesas e, bem vistas as coisas, nada imperialistas iguarias afins.
O que seria uma maçada. Para o nosso palato (com que se beberia a “imperial” ou “fino” da praxe, por exemplo?), para o emprego e para essa coisa tão irritante chamada liberdade individual. Como seria, meu caro, o ambiente em torno dos estádios de futebol, imediatamente antes ou depois do “prélio”? E, bem sabemos, na “bola” não se pode tocar (é pior que o PS)!…
Moderação. Como em tudo, moderação e bom senso. Tal como respeito quem fuma um – um – cigarro, ou o que for (mas legal, já agora e, sim, idealmente longe de mim), após uma refeição, por puro deleite, genuíno prazer. Ou quem acompanha uma refeição com bom vinho ou uma cerveja; ou experimenta uns minutos de paz com uma bebida e umas páginas de boa leitura (confesso-me culpado). Mas dificilmente respeito o “chain smoker” (perdoe o anglicismo), ou o alcoólico impenitente que rejeitam a ajuda para largar o vício – pois que então verdadeiramente o é – e ainda reclamarão sonoramente tudo o que o SNS lhes proporcionar quando já for tarde de mais. Ou o imbecil viciado que afirma ser incapaz de começar o dia antes do café e ao longo do dia absorve doses maciças de cafeína e, talvez pior, de açúcar!
Moderação e bom senso. Todos sabemos, afinal, que aquilo de que gostamos – e não gostamos todos da mesma coisa (nem temos que gostar; suponho que concordará, ainda que isso incomode muitos bem-pensantes) – “ou faz mal ou é pecado”. É a vida…
Costa
Nota: a si, a diferenciação de género (parece que usar a palavra “sexo”, por estes dias, é coisa sexista; excepto se para afirmar a dignidade da condição – absolutamente respeitável, em si mesma – de homossexual), incomodará. Eu fui educado, respeitando a igualdade fundamental, a cultivar até essa diferença. Acontece-me achar que nem uma mulher se tem que masculinizar para provar o que seja, nem um homem que se efeminar para se apresentar conforme aos tempos que vivemos. E assim é desde pequeninos.
Divergências legítimas, decerto concordará. Como diz, a propósito do que aqui nos trouxe, há sexismos muito mais graves. Perante os quais – é ver o Médio-Oriente ou África – o que nos trouxe a esta afável troca de opiniões, é uma bagatela verdadeiramente deslumbrada e ofensiva! Assim pensassem os bem-pensantes dos nossos tempos. Assim pensassem os “quadros” da McDonald’s…
Eu pessoalmente fico angustiada a roçar o ofendida com os Big Mac!!!
A Secretária de Estado acha as prendas discriminatórias mas, brevemente, este assunto irá mais longe e, há países que, nas escolas, já querem acabar com o he/she, isto de meninos e meninas é para acabar.
O primeiro sinal, mais concreto, desta nova tendência, foi a aprovação, em Sidney na Austrália, no equivalente ao nosso C.Cidadão, passar a haver um 3º sexo.
“A Sydney resident who fought to be legally recognised as being of non-specific sex has hailed a High Court ruling that New South Wales laws do permit the registration of a category of sex other, than male or female.”
Fez uma operação para mudar de sexo… e deve ter resolvido, ficar metade de cada
Presumo que, no futuro, com o avanço da tecnologia, até teremos humanos mais artificiais do que naturais… o Mundo está a ficar, cada vez, mais interessante e, no final, seremos apenas… its , no fundo, tudo o que os colectivistas sempre sonharam, só falta, mesmo, transformar os obedientes “carneiros” em coisas que possam, servir e obedecer, aos superiores interesses… de uma minoria.
Anúncios e propaganda, andam a todo o vapor até, para a colocação de chips e, não faltam entusiastas, incluindo europeus que já os colocaram.
Deixar de ser, ela ou ele e, fazer desaparecer tudo o que temos de diferente, para sermos, apenas, peças iguais de um Sistema, servirá a quem?
George Orwell “1984” Big Brother Is Watching You, está ao virar da esquina e, agora, só precisam de uma grande crise financeira global, acabar com o dinheiro físico e, para não nos roubarem, perdermos o cartão ou qualquer outra tolice, mais cedo ou mais tarde, até os não entusiastas, vão ser obrigados a levar com o chip. O tempo passa e, cada vez, nos vão encostando, um bocadinho mais, contra a parede e, de crise em crise, o processo parece acelerar.
Há uns quantos, atentos ao caminho que estamos a seguir mas, a maioria, anda completamente adormecida ou até colabora, sem pensar nas consequências, de coisas que, presentemente, até podem parecer insignificantes.
Nada que não fosse expectável, habituaram as pessoas a ter o Estado ou sempre alguém a pensar por elas, abrangendo Tudo o que se relaciona com as suas vidas e, deixando de agir, já só sabem reagir quando algo corre mal mas, continuando, sempre, a repetir a mesma receita, esperando um resultado diferente, irá chegar o dia em que todas as alternativas ficam esgotadas e, sem saída, só restará a resignação.
Tudo o que diz no seu poste é possível porque, uma mente colectivista, está sempre pronta a proibir ou a regulamentar qualquer coisa, baseada numa qualquer razão subjetiva e, o pior, nunca lhe faltará o apoio de um número significativo de “carneiros”, sempre prontinhos… a enfiar o barrete e, pacificamente, entrar no redil 😉
V. comentário é pertinente e absolutamente realista. Ocorre-me ainda verificar a sua observância no que respeita ao dito AO90, esse aborto: “Há uns quantos, atentos ao caminho que estamos a seguir mas, a maioria, anda completamente adormecida ou até colabora, sem pensar nas consequências, de coisas que, presentemente, até podem parecer insignificantes.” Um bom exame da quarta classe, teria corrigido tudo isso.
É verdade que existem brinquedos “neutros”, ou seja, tanto servem para meninos como para meninas, ex. livros de colorir, lápis de cor, peluches, plasticina, legos, etc.
Eu só gostava de saber qual é o problema dos rapazes brincarem com bolas e carrinhos, e as raparigas brincarem com bonecas e casinhas, como sempre.
Agora querem à viva força que “as raparigas brinquem de polícias e os rapazes de princesas (discurso em Fev. 2015 da cantora Taylor Swift, numa gala de prémios de música)! E isso é IDEOLOGIA DO GÉNERO, mais uma invenção do marxismo cultural.
Pesquisem e assustem-se!
O problema começa logo quando alguém lhes diz, o que podem ou devem, escolher. Saltamos entre extremos e, nunca querem parar, no meio termo porque, para isso, significaria ter de haver uma liberdade de escolha individual, descobrir por si próprio porque, seria essa a verdadeira aprendizagem, no tempo que cá andamos, simplesmente, ir escolhendo o nosso próprio caminho ora, se até nos dizem qual o percurso e os parâmetros que temos de seguir, para se ser feliz, saudável, e com sucesso, muito menos, serão possíveis as escolhas menores.
Presentemente, dentro das opções oferecidas, nem de um lado, nem do outro, sentimos que há uma real e verdadeira liberdade. Claro que, quanto mais à esquerda, mais subjugadores e refinados nos pormenores, onde tentam erradicar, completamente, qualquer vestígio da vontade individual.
Ter um Ditador ou vários pequenos Ditadores que nos obrigam a seguir o que sai das suas cabecinhas, vai dar ao mesmo, o truque é estar sempre a apregoar que é a vontade da maioria… por sinal, cada vez mais subjetiva porque, com uma escolha limitada e, com o número de votantes a diminuir, acaba por ser, uma minoria a escolher tudo para a maioria.
Cavaco na sua última eleição, tirando a abstenção, os votos brancos e nulos, foi eleito, por menos de 25% da população portuguesa mas, como os números podem ser “massajados”, cada pequeno grupo, tenta massajá-los à sua maneira e dar-nos a ilusão de que escolhemos alguma coisa 😉
[Na altura dei-me ao trabalho de fazer as contas mas, ainda não fiz o mesmo para a soma da novas minorias, onde se teria de contar os votos perdidos, aqueles que, em cada círculo eleitoral, não servem para nada mas, de que adiantaria, estragar ilusões porque, se for preciso, até somam a águia do Benfica ;)]
Num Mundo, cada vez mais globalizado onde, na realidade, as escolhas são feitas por não eleitos, para a liberdade de escolha, não se auspicia nada de bom ou seja, estamos a ir de mal a pior.
Pouco falta para que a classificação morfológica do género das palavras da Língua Portuguesa seja considerada discriminação em razão do sexo! São uns tristes analfabetos encartados….
Não deve tardar muito até algum iluminado tentar a proibição dos adejectivos, Ana Cristina.
A questão não é o McDonald’s ter dois tipos de brinquedo para escolher. É um dos tipos ser anunciado como para meninas e o outro para meninos.
Está-se a condicionar a escolha, porquê?
É degradante se os meninos brincarem com bonecas ou se as meninas brincarem com carrinhos?
A seguir o Big Mac é anunciado como refeição para gordos e as saladas como refeição para magros, partindo do princípio de que um gordo nunca come salada e um magro nunca come Big Macs.
Não dirá que é para “gordos” ou para “magros”, mas concerteza dir-lhe-á o número de Kcal/100g que V. Exa. enfardará com petisco! Pode ser “rosinha” ou “azulinho”… à sua escolha!
… e se o ser rapaz gosta tanto de brincar com bonecas, tem boa solução: peça o menu cor-de-rosa!
A chave está aí. Não dirá que é para gordos ou que é para magros. Dá informação e deixa a escolha ao cliente. A maioria dos gordos prefere Big Mac e dos magros saladas, mas a escolha é deles.
Os brinquedos são apresentados como sendo “para meninas”, ou para meninos”. O público é condicionado. Se não dir-se -ia: um Little Poney ou um Trasformer, sem dizer mais nada.
Como já li noutro lado. Que raio faz uma criança num sitio desses? Macdonald’s não é comida para criança (nem para adulto, já agora), com ou sem brinquedo, com ou sem teoria de género (é preciso ser muito abécula, para ir nesta bacorada do “terror da teoria do género”)
Não é, então, comida para ninguém. E todavia é a forma menos cara de tomar uma refeição quente, com sobremesa e bebida… Atrevo-me a dizer, por estes dias a única forma, fora de casa, para muita gente (em casa, quem sabe, nem isso…).
Tenhamos o bom senso de admitir que atacar a McDonald’s – não fosse essencialmente por razões ideológicas – obrigaria a atacar também os locais de culto onde se servem bifanas e outros petiscos sagrados para os portugueses, a partir de frigideiras que não deverão ser lavadas há anos, em montras com vidros a escorrer gordura, empratados por gente com as unhas negras de porcaria e acompanhadas a vinho abaixo de imprestável. A atacar até grande parte da nossa cozinha, dos nossos hábitos alimentares. Mas aí parece que está tudo muito bem: é português, é nosso. Não é dos malvados dos “amaricanos”.
Como em (quase) tudo: bom senso e moderação. A mim, de vez em quando, um “double cheese” e um “sundae” de caramelo, sabem muito bem. De vez em quando.
Os insultos que avancem.
Costa (Rui)
Considero a Mcdonalds caro comparado com alguns restaurantes.
É capaz, é capaz… Sucede que ainda que faça menos sentido economicamente, é bem capaz de ser a única opção viável financeiramente. Uma refeição de 20, 30, 40 ou 50 € (ou o valor que se quiser, na matéria o céu é o limite) bem pode ser, pela sua excelência – substantiva, não de fogo de vista – uma excelente opção. Um imbatível, permita a expressão, “value for money”. É preciso é poder gastar esse dinheiro.
Em termos relativos, tudo é invocável. Mas se se tiver fome e, em termos absolutos, apenas cinco euros para gastar (o que bem pode ser já um verdadeiro luxo), querendo comer algo quente, acompanhar com uma bebida e terminar com uma sobremesa…
Isto não é uma apologia. É uma constatação.
Costa (Rui)
Você encontra refeições por 6 euros que considero melhores ou pelo menos equivalentes ao que fornece o McDonalds.
No que o Mdonalds é imbativel é nas batatas fritas.
Caros comentadores. Que vossas excelências gostem de Macdonald’s e comer porcarias, não faz de uma refeição Macdonald’s uma boa forma de alimentar uma criança. Um “guilty pleasure”, seja. Mas assumido. E ter meninos a brincar com carros e meninas com bonecas baixo pressão social não é mais que um castigo merecido. Para vossas excelências, claro, não para as pobres crianças.
Caríssimo anónimo, só agora regresso a este “post” (faço-o levado pela escolha de comentário da semana; que quer você, isto da internet tem certa tendência para o efémero), mas fico extremamente consolado:
– com a sua preocupação com a minha alimentação e seus desvarios, alertando-me para a prática perversa a que pelos vistos me entregarei de quando em quando (“comer porcarias”); e sobretudo com a das criancinhas que tenham o infortúnio de me estar por estes dias confiadas (sosseguemos todos, então: não as há);
– com a sua extrema bondade ao me conceder, todavia – ó generosidade! – o direito ao ocasional “guilty pleasure”;
– com o seu empenho na sólida formação do meu carácter, ao exortar-me – assim moderando responsavelmente o direito acima invocado – a que assuma publicamente essa característica de prazer culposo e com isso, presumo, suscitando a minha saudável exposição à crítica que tal gerará por parte das mentes esclarecidas (onde para nossa geral tranquilidade pontifica a sua);
– com o sobressalto em si gerado por isso – horror!, sem dúvida – de ver meninos e meninas a brincar sob uma tão intolerável pressão social quanto essa de lhes proporcionar carros (a eles) e bonecas (a elas);
– com a estatuição da pena aplicável, sem dúvida – de tão tolerante – apenas em resultado da comissão em grau absolutamente primário das deletérias práticas em causa, a reincidência esperará decerto mão merecidamente implacável!
Bem haja, bem haja.
Costa (Rui; ocasionalmente dado a prazeres culposos dessa índole e pai de dois saudáveis jovens adultos, ocasionalmente, muito ocasionalmente, sujeitos, nas suas – sei-o agora – tão infelizes infâncias e adolescências, por minha culpa sem expiação, a essas malfeitorias alimentares).
Caro Rui Costa, não leve tão a serio um comentário irónico tão pouco importante como o tema em questão e que, sinceramente, não merecia tanto do seu tempo para responder (como provavelmente não merecia tanto do meu). Prova de respeito e boas intenções vou-lhe responder sem ironias.
Etiquetar brinquedos para meninos e para meninas é sexista? É. Aqui, nos EUA ou na China. É grave? Não. Há coisas mais graves na vida e sexismos mais perigosos. A Macdonald’s, empresa privada com direito de fazer o que lhe der na gana desde que não quebre leis portuguesas, decidio mudar. Pronto. Fim de história. Outros podiam seguir-lhe o exemplo? Eu gostava, mas não me parece que valha a pena fazer disso ou missão ou cavalo de batalha
A Macdonald’s não é uma refeição equilibrada para crianças ou adultos? Não é. Aqui, nos EUA ou na China. É grave? … aí já me custa um pouco mais. Não iria ao ponto de querer proibir a Macdonald’s pois vai profundamente em contra das minhas convicções pessoais. Agora, quando começamos a ver o custo social e económico de alimentações desequilibradas (como do tabaco, do álcool, etc.) a coisa fia mais fino. Muito mais fino. Mas ainda não estamos lá (esperemos nunca estar). E também não me passaria pela cabeça fazer uma campanha contra o Macdonald’s.
E pronto. Sem (muitas) ironias uma opinião pessoal. Não se sinta obrigado a responder (principalmente porque não me vai dar razão 🙂 ). Como lhe disse, faço por respeito pelo tempo que passou a escrever a sua resposta.
Caríssimo anónimo, creia-me muito grato – verdadeiramente – pelo seu tempo e cuidado na resposta que me dá. Não andamos verdadeiramente muito apartados quanto ao que pensamos, acredite.
Não me passaria pela cabeça manter ou fazer manter um regime alimentar baseado em produtos da McDonald’s. Aliás, a esse propósito, e cito de memória, recordo o que uma figura grada dessa empresa disse, há uns bons anos já, quando aquele senhor, cidadão dos EUA, que se afirma realizador ou produtor e é muito apreciado pelo “progressismo”, fez um filme, ou documentário (ou lá o que é era; Super Size Me, era o nome da coisa), sobre os malefícios dessa comida: qualquer coisa como; “não era preciso fazer um filme para mostrar que uma dieta exclusiva de McDonald’s [de fast food, enfim; e era o caso que se pretendia demonstrar] fazia mal; eu próprio lho teria dito”. Adiante…
Aprecio e partilho a sua tolerância. Mais não fosse porque uma cruzada contra a McDonald’s imporia uma cruzada contra os croquetes, folhados, rissóis, pastéis, “merendas”, “lanches” e afins, tão próprios da nossa alimentação. E bem assim o fecho de todos os locais, ou quase, onde se sirvam bifanas, moelas, “pica-pau”, coiratos e outras tão portuguesas e, bem vistas as coisas, nada imperialistas iguarias afins.
O que seria uma maçada. Para o nosso palato (com que se beberia a “imperial” ou “fino” da praxe, por exemplo?), para o emprego e para essa coisa tão irritante chamada liberdade individual. Como seria, meu caro, o ambiente em torno dos estádios de futebol, imediatamente antes ou depois do “prélio”? E, bem sabemos, na “bola” não se pode tocar (é pior que o PS)!…
Moderação. Como em tudo, moderação e bom senso. Tal como respeito quem fuma um – um – cigarro, ou o que for (mas legal, já agora e, sim, idealmente longe de mim), após uma refeição, por puro deleite, genuíno prazer. Ou quem acompanha uma refeição com bom vinho ou uma cerveja; ou experimenta uns minutos de paz com uma bebida e umas páginas de boa leitura (confesso-me culpado). Mas dificilmente respeito o “chain smoker” (perdoe o anglicismo), ou o alcoólico impenitente que rejeitam a ajuda para largar o vício – pois que então verdadeiramente o é – e ainda reclamarão sonoramente tudo o que o SNS lhes proporcionar quando já for tarde de mais. Ou o imbecil viciado que afirma ser incapaz de começar o dia antes do café e ao longo do dia absorve doses maciças de cafeína e, talvez pior, de açúcar!
Moderação e bom senso. Todos sabemos, afinal, que aquilo de que gostamos – e não gostamos todos da mesma coisa (nem temos que gostar; suponho que concordará, ainda que isso incomode muitos bem-pensantes) – “ou faz mal ou é pecado”. É a vida…
Costa
Nota: a si, a diferenciação de género (parece que usar a palavra “sexo”, por estes dias, é coisa sexista; excepto se para afirmar a dignidade da condição – absolutamente respeitável, em si mesma – de homossexual), incomodará. Eu fui educado, respeitando a igualdade fundamental, a cultivar até essa diferença. Acontece-me achar que nem uma mulher se tem que masculinizar para provar o que seja, nem um homem que se efeminar para se apresentar conforme aos tempos que vivemos. E assim é desde pequeninos.
Divergências legítimas, decerto concordará. Como diz, a propósito do que aqui nos trouxe, há sexismos muito mais graves. Perante os quais – é ver o Médio-Oriente ou África – o que nos trouxe a esta afável troca de opiniões, é uma bagatela verdadeiramente deslumbrada e ofensiva! Assim pensassem os bem-pensantes dos nossos tempos. Assim pensassem os “quadros” da McDonald’s…