4 comentários em “Não, ó Bilhim pá, não percebeste bem, pá”

  1. Porra! Precisava deste humor físico em mim; humor negro o sinto deste há demasiado tempo.

    Bem pá; bom momento.

    Abraço Rui.

  2. Ele está a referir-se aos concursos “normais” da função pública, que são zero. Porque as admissões estão congeladas há muito. Ou então fala de concursos cujos vencimentos rondam os 500euros. Nesses sim acredito que não hajam boys. Porque os boys, não se ficam com 500. É vê-los a receber 1450euros, sem CV para a função e 12º de escolaridade. “mai nada”!..

  3. Não há dúvida nenhuma que continuamos a ver conversa fiada. E podemos começar a ver essa conversa fiada nos ditos critérios de selecção: aqui convém referir que não existe ninguém, mas ninguém mesmo, que tenha a percepção e a capacidade de avaliação de todos esses requisitos que vão apresentados pelo tal de Bilhim. Na realidade os critérios de selecção, em toda a parte, aparecem só para preencher espaço, quer no público quer no privado. E isto por uma razão muito simples, nem quem recruta os possui; e quem não possui não pode avaliar. Em resumo, contrata-se por necessidade, ou por amizade, ou por estratégia, e corre-se sempre o risco de dar um tiro no escuro ou no pé. Sejamos abertos às nossas limitações e deixemo-nos de conversa fiada! No estado devia haver mais moralidade, porque pagamos todos aquilo que convém somente a alguns.

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