Nem cansado dos homens, nem desesperançado deles. Vim ver o mar. Fazei o regabofe que quiserdes. Ride de mim, ride de todos. Dançai gaivotas, à vontade, essa canção. Mas olhai, olhai para nós. Todos farinha do mesmo saco. Carne e osso, alma e coração, medo e ambição, tentando apanhar o melhor grão. Como vós, aves do céu. Como vós, gente com asas. Como vós, atraídos para o alvo – peito aberto, picando o voo, caímos na emboscada, mergulhamos na tentação. É só isso, gaivotas. E então?


não tem penas, andam e comem bananas; são macacos e não vooam.
Que quererá dizer Vocemessê …
Adorei!
Ganhei o dia!
Obrigada 🙂
Que bom, Cristina Torrão! eu ganhei a noite 🙂
Um abraço e boa semana.
Todos farinha do mesmo saco. É só isso, realmente, tudo o resto é florear.
Sempre na mouche, miúda.
florear 😉
kisses gratos