"O sexo não é suficiente para definir se alguém é homem ou mulher, por isso adoptámos o conceito do género." Esta arrisca-se a ser uma das frases da legislatura. Foi hoje pronunciada por um deputado socialista. No sítio do costume, onde quase tudo se discute. Com destaque para o sexo dos anjos.


Quando as frase se tornaram repetidas, como é o caso do parlamento e afins, inventa-se.
Sem querer ser ousado, lá no meu local colocou-lhe um desafio.
Se aceitar tudo porreiro, se não tudo bem na mesma.
Já lá vou espreitar, Daniel.
O deputado deve fazer género com a mulher.
Nunca imaginei ver a palavra ‘sexo’ no índex tantos anos depois da Inquisição…
Quero crer que se trata aqui de um plural de modéstia… O “se” também não é impessoal, refere-se à mesma modesta pessoa: ao homem (será homem?) que acha o sexo insuficiente. Poderemos extrapolar para a maioria socialista? Todos com o síndroma da insuficiência do sexo? Que género será o deles? Género rapidamente descartável, espero.
Ai, que saudades da Natália Correia!
Diz bem. Ela saberia pôr isto a ridículo da melhor maneira.
É caso para perguntar de que «género» serão estes senhores e estas senhoras que passam tempos infindos (que nós pagamos, e bem!,) a discutir minudências deste género…
Fico com a ideia de que são de um «género» tão indefinido, que nem o «género dos anjos» se lhes compara.
Agora fiquei na dúvida. Será que os anjos têm ‘género’?
Gosto muito do logotipo…
Um homem de ‘tremelhinho’ e uma mulher de lacinho!
Duas mulheres de lacinho!
Dois homens de ‘tremelhinho’!
Muito correcto… dá para tudo!!!
Aberrante é andarem a discutir ‘o sexo dos anjos’ na Assembleia… é para isso que votamos?!
Tanto faz: é para isso que votamos e é para isso que não votamos; eles acabam por ir lá parar de qualquer maneira…
Pois…