É a culturazinha, essa matriz a que não escapa nem a nossa fidalguia, que nos lixa.
3 comentários em “Não é a economia, estúpidos”
Mas se não há mais nenhum grupo capaz de satisfazer os requisitos pretendidos para quê estar perdendo tempo com avaliação de propostas que à partida não servem para aquilo que se pretende. Concordo com o Sr. duque, afinal o dito acaba por nos poupar. Viva ao duque! viva, viva… Viva a Portugal! viva…
Teresa…, Desculpe, …num país que nasce com um filho a bater na mãe, um povo ansioso por rever um Rei vencido e que não mais aparece, um concurso público de venda de heraldias e brasões a troco do pecúnio, uma revolução da caserna que começou às 3 e terminou às 10 e pico com flores no peito e uma sandocha de presunto nos Restauradores dinamizadora de uma dialéctica de ruptura com a superestrutura política vigente? Regras? …não fossem os franceses a dar-nos talheres… E que no quotidiano microscópico para se dizer “vou” diz-se “vou já” (sem ir…), responde-se “mais ou menos” a mil e uma realidades questionantes, informa-se o viajante perdido que “é já ali” e dizer o útil é má educação? Regras? …sim temos uma: a hospitalidade (em troco de qualquer coisinha…) e que esconde a inveja. (esqueci-me: com o acesso da massa anónima à soberania, chamada nos bairros sociais de democracia( a caixa de esmolas), regras (leis para os que estudaram…) há muitas para … nababos ou causídicos ou (como queiram numa linguagem cibernética tipo ZX Spectrum misturada com Manchester United) “operadores judiciários” da linha da frente se entreterem, palrando e rebolando lexicalmente a ufana cantilena de direitos, medidos, condimentados, copiados a outros (e que agora ainda nos emprestam para noites de sono sob tecto para a maioria ou para o “gameboy” do cabeça-de-vidro lá de casa, espécie etária em vias de extinção na Lusitânea) Regras!?…”… …nem se deixam governar”
Mas se não há mais nenhum grupo capaz de satisfazer os requisitos pretendidos para quê estar perdendo tempo com avaliação de propostas que à partida não servem para aquilo que se pretende. Concordo com o Sr. duque, afinal o dito acaba por nos poupar. Viva ao duque! viva, viva…
Viva a Portugal! viva…
Teresa…,
Desculpe, …num país que nasce com um filho a bater na mãe, um povo ansioso por rever um Rei vencido e que não mais aparece, um concurso público de venda de heraldias e brasões a troco do pecúnio, uma revolução da caserna que começou às 3 e terminou às 10 e pico com flores no peito e uma sandocha de presunto nos Restauradores dinamizadora de uma dialéctica de ruptura com a superestrutura política vigente?
Regras? …não fossem os franceses a dar-nos talheres…
E que no quotidiano microscópico para se dizer “vou” diz-se “vou já” (sem ir…), responde-se “mais ou menos” a mil e uma realidades questionantes, informa-se o viajante perdido que “é já ali” e dizer o útil é má educação?
Regras? …sim temos uma: a hospitalidade (em troco de qualquer coisinha…) e que esconde a inveja.
(esqueci-me: com o acesso da massa anónima à soberania, chamada nos bairros sociais de democracia( a caixa de esmolas), regras (leis para os que estudaram…) há muitas para … nababos ou causídicos ou (como queiram numa linguagem cibernética tipo ZX Spectrum misturada com Manchester United) “operadores judiciários” da linha da frente se entreterem, palrando e rebolando lexicalmente a ufana cantilena de direitos, medidos, condimentados, copiados a outros (e que agora ainda nos emprestam para noites de sono sob tecto para a maioria ou para o “gameboy” do cabeça-de-vidro lá de casa, espécie etária em vias de extinção na Lusitânea)
Regras!?…”… …nem se deixam governar”
Faz como eu digo e não como eu faço.