Nada


Maria Dulce Fernandes,

Quando tudo vale tudo e tudo vale nada.

Boa sexta-feira. 

 

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Cartoon obtido na internet

45 comentários em “Nada”

  1. Esqueceram-se de colocar aí as vidas que foram mortas antes de nascer.

    “All lives matter including the unborn.”

    lucklucky

    1. “”All lives matter including the unborn.” Horrível o que diz. Porque deixou de fora os não feitos?
      Horrorizo-me sempre que sei que um espermatozóide foi pela sanita abaixo.

      1. Um espermatozóide é uma célula que, por si, não pode produzir vida, não é um unborn porque nunca nasceriam
        Já um um espermatozóide e um óvulo podem produzir uma vida um ser humano totalmente único. Aí já se pode falar de unborn.

        1. “Um espermatozóide é uma célula que, por si, não pode produzir vida, ” Engana-se redondamente. Os meus produziram. E, na maior parte dos casos, têm essa capacidade desde que encontrem as condições apropriadas.

  2. Um belo cartoon!!!

    No dia 10 de maio de 1933 queimaram-se livros(…) não autorizados pelo regime de Hitler.
    Nos dias de hoje apaga-se história com vandalismo sobre as estatuas acusadas de racismo.

    O extremismo a repetir-se!!!
    Será que a história vai voltar-se a repetir!?

  3. Unborn, salvo melhor opinião, significa, não nascido, se não nasceu, não é uma vida.
    A língua inglesa é mais simples que a nossa.
    Cada palavra tem um significado.

    1. Então não há uma vida na barriga de uma mãe.. E se é prematuro ao 7 meses é uma vida mas aos 9 ainda não nascido já não é.
      E se uma incubadora for desenvolvida que permitir viver a partir dos 2 meses fora do útero já passa a ser…

      lucklucky

      1. Sr. Lucky Luke,
        Lamento dizer-lhe mas com esse tipo de argumentação parece-se mais com o Rantanplan que com o cowboy que dispara mais rápido que a própria sombra?
        Esqueça as incubadoras e Santana Lopes a queixar-se nos pontapés na incubadora e responda só a está simples questão, qual o significado da palavra unborn?

  4. Este “cartoon” diz muito, diz tudo.
    Para alguns só as vidas dos pretos (negros é “niger” em latim) importam.
    Para outros, todos as vidas importam.
    Para os vírus, nenhumas vidas importam.
    Nisto, não sou nem vírus, nem alguns, sou outros, para mim, todos as vidas importam.

    1. Claro. E passa uma borracha em 500 anos de história. Os 60, mais os movimentos cívicos para o caixote, as leis Jim Crow, para o vidrão. Os incontáveis pretos que foram mortos pela polícia americana, sem qualquer tipo de justificação, senão um excessivo e despropositado uso da força (já para não falar no Movimento Zero, em Portugal). Parece-lhes normal haver uma minoria de indivíduos de “raça negra” em cargos de chefia em empresas nacionais, ou em profissões de relevância social, como médicos, advogados, juízes, deputados (tendo em conta a população preta, castanha, em Portugal, parece-me haver uma sub representação). Há muitos disfarçando o seu bom racismo, disparando “all lives matter” ou que fazem postais sobre o vandalismo, não dedicando atenção nenhuma às causas primeiras. Estão-se nas tintas. Assumam-se.

      https://www.google.com/amp/s/www.dn.pt/pais/amp/conselho-da-europa-avisa-extrema-direita-infiltrou-se-na-psp-e-ha-politicos-com-opinioes-xenofobas-9936054.html

      https://www.google.com/amp/s/observador.pt/2019/11/15/movimento-associado-a-extrema-direita-junta-se-a-manifestacao-de-policias-na-assembleia/amp/

      https://www.google.com/amp/s/www.publico.pt/2017/09/02/sociedade/noticia/quero-a-oportunidade-de-provar-que-posso-fazer-igual-aos-brancos–1783929/amp

      Cambada

      1. Vorph, agradecido pela ligação ao Público (li, também, as outras reportagens/notícias sobre racismo com algum proveito).
        Consegue-me retirar alguma informação daquilo, embora caiam no “afrodescendente” que é um termo que não quer dizer nada.
        Desde Lucy e dos Leakey que sabemos que a civilização nasceu em África, nesse sentido somos todos afrodescendentes.
        Quanto ao resto não vou estar a trocar argumentos consigo num postal de outra pessoa mas terei todo o gosto em debater este assunto num local mais adequado.
        Vorph parece acreditar que existe um racismo estrutural com sentido único, é sempre o branco que é racista em relação ao negro. Recomendo-lhe o filme: “il a deja tes yeux” (Netflix) é realizado e protagonizado por um negro, Lucien Jean-Baptiste e conta a história dum casal de negros que adopta um bebé loiro e de olhos azuis.

        1. Passe pelo Alterne. O racismo é estrutural, mas o nosso foi fundamental. Graças a ele, durante séculos, o Ocidente prosperou. Há um livro chamado, “Porque as Nações Falham” , em que são apontados como factores principais as estruturas políticas (de Poder) deixadas pelos povos colonizadores (os mestiços, descendentes dos europeus, continuaram com as práticas herdadas). Constate a distribuição de Poder na América Latina nos últimos 100 anos.

          https://youtu.be/qNVXeJR2Z1s

    2. “Os nazis não foram os responsáveis pelo anti-semitismo posto em prática pelo regime alemão. Afinal, o anti-semitismo europeu é mais antigo do que a ideologia de Rosenberg”.

      É frequente os racistas, ocidentais, usarem como argumento, bronco, tendente a uma relativização da responsabilidade europeia no comércio negreiro, a existência pré-colonial da escravatura no Continente africano. Julgam arranjar assim alguma atenuante, senão mesmo a Absolvição. É verdade que a escravatura é muito antiga, e que eu saiba, prática universal. Há quem afirme que dela ou por ela surgiu a Civilização. Não sei. O que sei é que quem usa estes ou aqueles argumentos comete um erro. Vejamos, também o anti-semitismo é secular na Europa. Recordo D. Manuel e os Reis Católicos, ou os pogroms ocorridos na Europa de leste, quer na Idade Média, quer no séc XIX. Tais perseguições eram esporádicas e os seus resultados imprecisos, excepto quando o Estado intervinha, através de uma propaganda brutal. Foi precisamente este o contributo singular dos Europeus no comércio esclavagista. A escravatura, sobretudo a subsariana, existia (sem organização estatal), mas foram os “civilizados” brancos que lhe deram uma dinâmica inigualável, uma técnica “científica”, empregando, para o efeito, a máquina e organização estatal. Ou seja, aproveitaram uma prática cultural antiga, amplificando-a, exponencialmente, para seu bom proveito. Aliás, este aproveitamento, esta estratégia, foi também usada pelos nazis. Canalizaram a frustração das massas, recorrendo à propaganda massiva, usando o anti-semitismo larvar, para a prossecução das suas grotescas ideias.

      Relembro que as estimativas apontam, aproximadamente, para 8 milhões de negros sequestrados do continente africano e vendidos nas colónias americanas. Um Genocídio Africano.

      E negar o Genocídio continua a ser crime, correcto? Ou é tudo relativo?

  5. Não vou questionar o racismo institucionalizado nos States, nem os problemas da comunidade negra.
    Mas há que assumir nestas lutas a agenda política.
    Quando se fala no racismo e na supremacia branca pensa-se sempre no negro, mas será que os latinos, orientais, indianos, árabes e magrebinos, ciganos estão assim tão acima na cadeia alimentar dos direitos? Já nem falo nos índios, esses sim os verdadeiros americanos não imigrantes, que nem contam para o totobola.
    Nos Óscares, um dos expoentes da luta pela igualdade, basta um galardão ir para um negro que o problema do racismo fica resolvido.
    Falando bom português, cada um puxa a brasa à sua sardinha.
    Em Portugal os objectos de violência são preferencialmente os negros (o ucraniano discordaria, mas pronto), homossexuais e mulheres, por esta ordem, são os que têm direito a manifs. As crianças, velhos que diariamente apanham, comem e calam. Nem vou pelos homens que levam das mulheres, isto da sociedade machista é uma faca de dois legumes, e qualquer macho que se apresente numa esquadra a queixar-se de que levou umas bofetadas da esposa, o mais certo é ser gozado.
    Estamos num país em que, a título de exemplo, o futebol serve de justificação para o elogio e prática da violência, sem que as autoridades actuem em conformidade. Professores e médicos (estes menos porque agora é preciso manter distância) apanham no focinho regularmente. Rai’s parta, o camarada Nogueira fez greves por causa de carreiras, salários, direitos e nunca o vi fazer uma semana de luta pelo direito à segurança física dos seus colegas de profissão.

    1. Não digam asneiras. A igualdade está na lei e não há mais igualdade a conseguir a não ser que recorram a perversões do sistema para garantir quotas para quem não as merece. Como os rabetas e as fufas que à conta da conversa da discriminação agora só discriminam positiviamente para o seu lado — inclusivamente na função pública, como é o caso das bibliotecas municipais. Esta conversa só não a topa quem é burro e estúpido e anda a ler o Público.

      Mais — digam mas é ao pretos, aos monhés e aos chinocas lá nas terras deles para não venderem os filhos para o tráfico e a escravatura moderna. Passa-se em África, Médio Oriente e Ásia (indonésia) o mesmo que se passa há milénios e não foram os europeus que inventaram isso — aliás, muitos os europeus eram escravos também até ao final do século XIX e mesmo em pleno século XX. Os europeus e sobretudo os americanos inventaram foi maneiras de acabar com isso e esta gente agora quer é benefícios sem fazer nada, porque estão a ser manipulados por essa corja infecta dos plataformistas que apenas querem destruir o modo de vida ocidental. Vão lá vender peixe estragado para o raio que vos parta.

      Vejam aqui e estudem — suas bestas incultas:

      https://en.wikipedia.org/wiki/Slavery_in_the_21st_century#/media/File:Modern_incidence_of_slavery.png

      Bardamerda. Se não fosse os europeus andavam todos de osso atravessado no nariz, parvalhões de m.

      1. “igualdade está na lei”

        Também na lei está a proibição de se andar, na auto estrada, a velocidades superiores a 120km/h…

        E depois monhés, pretos com ossos no nariz… e há uns energúmenos que te aplaudem, decerto nus, em cima de cadeiras, coçando os genitais.

        Quem te aplaude é um grandessissimo fã de popós, como aliás a maioria daqueles que aqui vêm, nestes últimos tempos.

        Convinha explicares as razões que levaram à abolição da escravatura (ex:máquina a vapor e não qualquer epifania numa estrada de Damasco) , os milhões de mortos, pelos europeus, nas suas guerras de saque, o genocídio na Namíbia, pelos alemães, e na Tanzânia, pelos ingleses, o artificialismo de fronteiras, criado pelos europeus no continente africano. É verdade que determinadas instituições culturais vergonhosas já existiam, mas os europeus exponenciaram-nas (fortaleceram divisões tribais, como por exemplo entre Hutus e Tutsis). Aliás na Europa sucedeu algo parecido com o anti-semitismo de XX (a xenofobia contra os judeus é milenar no Continente europeu). E isso fá-los mais culpados.

        Houve um Holocausto Africano provocado pelo Comércio Atlântico de Escravos. Morreram mais de 7 milhões de africanos.

        Cambada de merdosos racistas.

        1. Para: Vorph

          Vergonha é o senhor Vorph estar de acordo com os discurso da Joacine e do Mamadou Ba que não passam de gente reles e hipócrita que deviam ter vergonha e ganhar educação, pois incentivam o racismo e a violência física do preto sobre o branco.
          E para isso bastava ver e ouvir o que esses hipócritas em pleno terreiro do paço disseram.
          Joacine:”…foi gravada a discursar as massas dizendo coisas como quem devia de estar ali eram os brancos; que a história de África não era a história de África que os europeus contam, ou ainda pasme-se, que quer poder ir aqui ou ali, as compras e não sei mais onde sem ser vítima de racismo…”E mais outras imbecilidades nojentas. Autêntico nojo!!!

          Maldito Portugal que é um pais tão racista que até tem um primeiro ministro de
          ascendência Goesa, uma ministra da justiça e três deputadas negras.

          O funcionamento desses extremistas da SOS racismo só pode continuar a dar palco se os próprios alimentarem o seu nicho de mercado.
          O racismo é o ganha -pão desta tropa fandanga é dele que se alimentam.

          Portugal tem de acordar:
          Pois Portugal não sofre de racismo estrutural, e não nos podemos dominar por esses verdadeiros extremistas que criam esses fantasmas e complexos distraindo as pessoas da sua verdadeira agenda anti-valor e identidade.

          1. “Os nazis não foram os responsáveis pelo anti-semitismo posto em prática pelo regime alemão. Afinal, o anti-semitismo europeu é mais antigo do que a ideologia de Rosenberg”.

            É frequente os racistas, ocidentais, usarem como argumento, bronco, tendente a uma relativização da responsabilidade europeia no comércio negreiro, a existência pré-colonial da escravatura no Continente africano. Julgam arranjar assim alguma atenuante, senão mesmo a Absolvição. É verdade que a escravatura é muito antiga, e que eu saiba, prática universal. Há quem afirme que dela ou por ela surgiu a Civilização. Não sei. O que sei é que quem usa estes ou aqueles argumentos comete um erro. Vejamos, também o anti-semitismo é secular na Europa. Recordo D. Manuel e os Reis Católicos, ou os pogroms ocorridos na Europa de leste, quer na Idade Média, quer no séc XIX. Tais perseguições eram esporádicas e os seus resultados imprecisos, excepto quando o Estado intervinha, através de uma propaganda brutal. Foi precisamente este o contributo singular dos Europeus no comércio esclavagista. A escravatura, sobretudo a subsariana, existia (sem organização estatal), mas foram os “civilizados” brancos que lhe deram uma dinâmica inigualável, uma técnica “científica”, empregando, para o efeito, a máquina e organização estatal. Ou seja, aproveitaram uma prática cultural antiga, amplificando-a, exponencialmente, para seu bom proveito. Aliás, este aproveitamento, esta estratégia, foi também usada pelos nazis. Canalizaram a frustração das massas, recorrendo à propaganda massiva, usando o anti-semitismo larvar, para a prossecução das suas grotescas ideias.

            Relembro que as estimativas apontam, aproximadamente, para 8 milhões de negros sequestrados do continente africano e vendidos nas colónias americanas. Um Genocídio Africano.

            E negar o Genocídio continua a ser crime, correcto? Ou é tudo relativo?

          2. Negar o Genocídio…
            Respondo-lhe desta forma:

            O meu tio Avo esteve preso no principio dos anos 40 no Tarrafal, onde também estava o Edmundo Pedro ( por razões políticas)
            Tenho outro familiar que esteve nas campanhas do general Humberto Delgado, e
            até mais tarde com o Norton de Matos e esteve preso umas 7 vezes pela pide a ultima muito mas mesmo muito maltratado, toda a vida dele foi de luta política activa pela liberdade.,
            O meu pai foi Alferes miliciano em Angola 1966 a 1968 na região do Dembos de má memória…
            Eu proprio visitei em 1988 o 1 campo de concentração nazi de Dachau e sei bem essa história e esse horrores da 2 guerra mundial.
            Por isso não me venha insultar com esse tipo de conversa, pois a liberdade é um bem precioso que todos devemos respeitar.

          3. Só uma clarificação:
            Eu respondi ao texto em que termina com “…merdosos racistas…”

            Não sou o autor do texto acima escrito pelo V nem algum dos seus apoiantes,
            mas respeito a opinião deles.
            Enderecei-lhe apenas esse três textos anónimos,incluindo este.

            Não teve problemas nenhuns em responder ao meu primeiro texto não assinado portanto não estou a ver qual é o seu problema.
            Mas sou o Miguel.

            Esteja a vontade se assim o quiser!

          4. Miguel como referiu parte de uma história pessoal, vi necessidade, para continuar, de saber o seu nome. Miguel não respeito negacionistas do Holocausto, nem quem usa a história para fins de propaganda abjecta. Julgo que quanto ao racismo endémico e ao de tipo europeu ficou bem explanada a diferença. Mas, enfim, há quem continue a louvar Duterte, Orban, Trump e Bolsonaro e veja no KKK uma resposta natural da comunidade branca sulista ao perigo representado pelos negros libertados. E quem minorize as leis de Jim Crow, etc. E quem chame aos indianos, monhés, aos pretos, selvagens, aos árabes terroristas, aos ciganos, ladrões. E depois, santa ignorância, dizem – se não racistas ou por estupidez ou cobardia. Talvez por saber alguma coisa de retórica racista e xenófoba (sub humanização) não resisto a deixar a mão quieta. Cumprimentos.

          5. Para:Vorph

            Concordo consigo.
            Agradeço a sua clarificação de posição e consequente explicação.
            Cumprimentos

            Miguel

      2. Estuda tu, pá, e deixa-te dessas simplificações de amendoins:

        “Os nazis não foram os responsáveis pelo anti-semitismo posto em prática pelo regime alemão. Afinal, o anti-semitismo europeu é mais antigo do que a ideologia de Rosenberg”.

        É frequente os racistas, ocidentais, usarem como argumento, bronco, tendente a uma relativização da responsabilidade europeia no comércio negreiro, a existência pré-colonial da escravatura no Continente africano. Julgam arranjar assim alguma atenuante, senão mesmo a Absolvição. É verdade que a escravatura é muito antiga, e que eu saiba, prática universal. Há quem afirme que dela ou por ela surgiu a Civilização. Não sei. O que sei é que quem usa estes ou aqueles argumentos comete um erro. Vejamos, também o anti-semitismo é secular na Europa. Recordo D. Manuel e os Reis Católicos, ou os pogroms ocorridos na Europa de leste, quer na Idade Média, quer no séc XIX. Tais perseguições eram esporádicas e os seus resultados imprecisos, excepto quando o Estado intervinha, através de uma propaganda brutal. Foi precisamente este o contributo singular dos Europeus no comércio esclavagista. A escravatura, sobretudo a subsariana, existia (sem organização estatal), mas foram os “civilizados” brancos que lhe deram uma dinâmica inigualável, uma técnica “científica”, empregando, para o efeito, a máquina e organização estatal. Ou seja, aproveitaram uma prática cultural antiga, amplificando-a, exponencialmente, para seu bom proveito. Aliás, este aproveitamento, esta estratégia, foi também usada pelos nazis. Canalizaram a frustração das massas, recorrendo à propaganda massiva, usando o anti-semitismo larvar, para a prossecução das suas grotescas ideias.

        Relembro que as estimativas apontam, aproximadamente, para 8 milhões de negros sequestrados do continente africano e vendidos nas colónias americanas. Um Genocídio Africano.

        E negar o Genocídio continua a ser crime, correcto? Ou é tudo relativo?

        1. Para: Vorph

          Tendo o Vorph fugido ao meu texto, só posso concluir que concorda com aquelas duas personagens.

          O passado é passado e de facto explica o porquê de muitas coisas.
          Mas no presente não podemos nem devemos invocar vinganças relativas de outros tempos.
          No caso do racismo em Portugal que não é estrutural, é claro que existem para aí alguns racistas, mas não podemos generalizar nem fazer bandeira de guerra e desestabilizadora da ordem.
          Se queremos chamar atenção para algo então devemos faze-lo com educação, respeito e urbanidade física.

          Vivemos no presente !!!

          Mas no tempo

      3. “Mais — digam mas é ao pretos, aos monhés e aos chinocas lá nas terras deles para não venderem os filhos para o tráfico e a escravatura moderna. Passa-se em África, Médio Oriente e Ásia (indonésia) o mesmo que se passa há milénios e não foram os europeus que inventaram isso”

        Tens razão pá.

        https://www.google.com/amp/s/www.sabado.pt/portugal/amp/desmantelada-rede-internacional-de-trabalho-escravo-em-cascais

        Vêm de lá para cá. Nas vindimas já só há romenos dormindo como animais em armazéns. No Alentejo idem aspas.

        https://www.google.com/amp/s/www.sabado.pt/portugal/amp/os-novos-escravos-do-alentejo

        É pá, era matar essa malta, pá. A gente estava tão sossegados pá. A bica a 7 réis, o tremoço a 2 escudos, pá. Isto é tudo uma cambada pá.

        1. Esta a confundir Exploração do trabalho com racismo.

          É claro que isso não devia de existir mas é exploração do trabalho não interessa a cor se é amarelo, vermelho preto, branco.
          Também existe exploração sexual das mulheres feita por máfias, em Portugal e isto não é racismo.
          Não confunda as coisas .
          E é claro que devíamos de acabar com estas vergonhas e imoralidades.

          Em Portugal temos call centers , empresas de segurança privada , etc..maioritariamente branca se assim quiser que são explorados mal tratados e sem direitos pois muitos são esquecidos pela entidade empregadora.

          Aqui não se trata de racismo mas sim de exploração do trabalho e das liberdades que esta europa desta nova geração parece querer imprimir.

          João Sousa

          1. Não baralhe. Ninguém contrataria se não visse essa gente como filhos de um deus menor, habituados a viver com os “ratos”. Ou pensa por acaso que quem contrata não sabe em que condições o faz. Olhe no Douro são romenos aos magotes dormindo em armazéns, sem água, luz, nada, por um punhado de coisa nenhuma

          2. Não nego o que esta a dizer e claro que me revolta o estado não intervir como deve ser nestas matérias.
            E possivelmente nem contratos existem.
            Mas continuo a dizer, e isto, não há que baralhar nada.
            Exploração do trabalho(escravatura branca ou negra ) é uma coisa e racismo é outra.
            E aliás existe muito mais racismo entre negros com eles próprios do que com brancos.
            Não existe racismo estrutural em Portugal, um foco ali e acolá sim, mas racismo embebido nas suas entranhas não.

            João Sousa

          3. João, tomando as caixas de comentários daqui, e ao que me dizem, do Facebook (não tenho “página” ) , veja se ele, o racismo, é matéria dispicienda em Portugal. O PM é um monhé, os pretos, uns selvagens, os ciganos, uns ladrões. Pergunto se o Dias Loureiro, Sócrates, Salgado, Oliveira e Costa, etc são ciganos étnicos

  6. Aqui no meu canto, acabrunhadamente ignorante, ou ignorantemente acabrunhado, dou comigo a matutar que estas coisas , na Rússia, não acontecem…
    Nem na Rússia nem nos países ali à beirinha (creio que os designam, ao molho, por leste europeu…).
    Gente pouco , ou nada , sofisticada , está visto…Não devem ter acesso ao “entertainment” transatlântico ( género “política” incluído ).

    JSP

    1. JSP. Mesmo nada sofisticada, cambada de gente ignorante,
      Tiraram-lhes as criancinhas do menu que embruteceram de tal maneira que nem nos cinquenta anos mais próximos se aproximarão de nós, os civilizados da Europa.

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