… na saúde e na doença, por toda a nossa vida…


lauraramos,

Anunciado hoje no Parlamento alemão pelo meio de apelos dramáticos ao Bundestag, o manifesto conjugal só será apresentado na próxima sexta feira, na Cimeira de Bruxelas.
Para a corbeille dos noivos só se aceitam cheques em branco dos países da zona €uro. E no banquete, uma coisa é certa: a Grécia ficará, seguramente, na mesa mais próxima da zona de serviço. Enquanto o assento de Portugal ainda é motivo de discórdia entre os wedding planners.

Eis um casamento rato e não consumado. Já ninguém sabe o que isto é? Eu explico: a Santa Sé pode a todo o tempo declarar a nulidade desta união. Aliás, com base na acumulação de dois dos poucos motivos que dão, mesmo isoladamente, causa de vencedor: a) eles não se abandonaram aos prazeres da carne; b) eles provocaram a dissipação financeira do património familiar.

E pensar que tantas nações e impérios se fortaleceram com base em casamentos de Estado bem sucedidos… até nisto a Europa é decadente. Não aprendemos nada.

9 comentários em “… na saúde e na doença, por toda a nossa vida…”

  1. Pronto, Laura, já percebi tudo: ele é “rato” e ela é “não consumada”. Também, vendo melhor, não era muito difícil chegar-se aqui: ele pelo tamanho e ela por aquela carinha de quem não gosta mesmo de consumações.
    – «Rato, por favor não me consumes!«

      1. Talvez, não digo que não, mas o que está aqui em causa não são as consumições mas sim as “consumações”…

  2. Ouvindo este sr . percebe-se a causa de muita do nosso subdesenvolvimento político, mas não só. Como a autora bem lembra ele chegou a ministro e só agora descobre os alegados privilégios. É triste…

    Mas além de atrasado, o ex-ministro manipula e serve-se de dados reais do TContas para credibilizar a manipulação. Se ele fosse sério na analise procurava informar-se junto de quem lhe soprou as “verdades” e ficaria a saber que mistura alhos com bugalhos, a parte com o todo, porque a generalidade dos trabalhadores das empresas de transporte não beneficiam das regalias que aponta.

    E quando ele remata os diferentes gráficos com “e nós a pagarmos isto tudo” permite que se diga que ele, enquanto ministro, se deslocava de helicóptero das forças armadas para jogar futebol de cinco com os amigos e ex-colegas de estudo.

  3. Suponho que a alínea a) seja aplicável. Já quanto à b), tenho dúvidas: não foram eles que dissiparam o património mas sim vários dos outros pretendentes à mão de Penélope. Sendo que parece ainda estarmos todos à espera de Ulisses…

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