Brasileirices, claro. Mas, já agora e para que conste, em Portugal escrevia-se muito mal (e cada um como queria e lhe apetecia!) no tempo que estas páginas evocam.
Oh… recheios postiços! Daqueles que induziam em erro os homens, por causa do seu instinto perpetuador da raça pelo físico das chamadas «boas parideiras»…
E se não forem “súditos” já podem?
Com esses (e só por isso) as mulheres já deviam ficar impunes…
Nessa época já havia acordo ortográfico?
Brasileirices, claro. Mas, já agora e para que conste, em Portugal escrevia-se muito mal (e cada um como queria e lhe apetecia!) no tempo que estas páginas evocam.
Pensando bem, essa dos dentes postiços como causa de nulidade faz todo o sentido.
Concordo! Excepto se fossem de ouro 🙂
Já a cavalo dado não se olha o dente…
Recheio nos quadris?? Laura, se fosse assim por cá não havia portuguesas casadas…
Oh… recheios postiços! Daqueles que induziam em erro os homens, por causa do seu instinto perpetuador da raça pelo físico das chamadas «boas parideiras»…
Ah, bom, se é só para os postiços estamos safas. Não há portuguesa que precise disso… pff. 😉