A Rede Ex-Aequo queria levar o combate à homofobia às escolas. Mas tropeçou em dois gabinetes do Ministério da Educação, que consideraram a campanha “ideológica”. Aqui fica o cartaz que assustou as cabecinhas medievais dos serviços de Isabel Alçada. Não há pachorra!


Tu é que és medieval, ó triste. Insultas quem luta contra a normalização das aberrações!
Hesitei antes de aprovar este comentário. Mas ele é tão elucidativo que decidi libertá-lo – para o deixar sem resposta.
isto ja cheira a palhaçada estes lobbis Gays..
O seu comentário é a suma justificação desta campanha e destes cartazes, precisamente destinados a gente da idade média.
não está ali nada demais, só mesmo para esses iluminados.
O problema, Daniel, é que iluminação e censura nunca casaram bem.
não há pachorra é para essa guerrilha ideológica que visa formatar a cabeça das crianças e jovens para a promoção, e adopção, de comportamentos anormais.
O seu comentário é também a prova acabada de que esta guerrilha ideológica, como igualmente lhe chama, devia ter começado mais cedo, quando o vascol andava na escola – se alguma vez passou por ela, e, ao passar, aprendeu alguma coisa sobre o direito à diferença.
Ela deve ter achado que é “possidônio”, uma coisa do “demônio”.
Ou isso, ou pior.
Mas a campanha não é mesmo ideológica?
Eu diria que a homofobia é uma ideologia e a anti-homofobia é outra. Não é verdade?
Não, não é; a homofobia é uma fobia, que tem o seu quadro clínico, assente no preconceito, na intolerância e na perseguição de quem é diferente e com isso ameaça equilíbrios tão frágeis como os de alguns dos primeiros comentadores do post.