Metropolis


Bandeira,

Foram anos de aturada investigação e tremendo sacrifício pessoal para concluir que sou 75% céptico pirronista, 30% epicurista, 20% estóico e mau a matemática. É este o meu sistema filosófico para o resto do mês de Junho. E agora o leitor assim com a mania que é espirituoso dizia: “Isso não é um sistema filosófico, é uma União Europeia, hahaha”, e eu, fiel aos meus princípios, replicaria “Tenho opinião sobre o assunto, mas sou frontalmente contra ela”.

Depois faríamos as pazes e combinaríamos beber uma imperial assistindo a Metropolis, mais logo, no auditório ao ar livre da Gulbenkian.

13 comentários em “Metropolis”

    1. Caríssimo: às 9:30, no auditório ao ar livre (há que acrescentar que inclui acompanhamento ao vivo pela orquestra da Gulbenkian, o que não é coisa de somenos importância). Com o tempo que está é capaz de logo ainda haver bilhetes, mas pelo sim, pelo não, aqui vai o endereço da bilheteira online:

      http://www.musica.gulbenkian.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=db_musica_semibreves_pt&sn=semibreves&orn=1289

      Abraço,
      jb

  1. Ena, ena, que interessante União Europeia! A companhia é tão imperdível como o Metropolis e a orquestra, amigos… aceitem o desafio sem uma hesitação! Infelizmente não posso candidatar-me, tenho um raio de um programa com gente razoável a matemática, mas com todas as outras percentagens muito mal distribuídas. Ora bolas.

    1. Como diz um homem para outro num bar da Costa do Marfim, “bota ora bolas nisso”. (Ainda assim, e para quem quiser aparecer, serei o tipo sentado numa almofadinha com flores finamente bordadas e completamente envolto em mantas mexicanas. Sei que haverá muitos correspondendo à descrição, mas eu serei o único com mais do que uma manta. Se ainda assim não der comigo, vá perguntando o nome às pessoas durante o filme, não há problema, é mudo.)

  2. Uma coisa posso afirmar sem certeza (várias probabilidades em cima da mesa o podem contrariar: distracção nos cálculos provocada por um objecto voador inesperado, visão do eu elevada a 125%, ou mesmo um lapsus clavi! e…podemos ainda ponderar aquela outra questão das contrariedades manifestadas num espírito entregue à complexidade…bem! aconselham-me a parar por aqui, antes que a bota aperte…): é mau a matemática!
    Ehehe.

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