Ser-se competente quando se tem vocação natural para o que se faz não é uma qualidade, resulta de uma feliz coincidência.
Mérito relativo – 7
Teresa Ribeiro,
Ser-se competente quando se tem vocação natural para o que se faz não é uma qualidade, resulta de uma feliz coincidência.
Ou em vez de uma feliz coincidência resulta de se ter escolhido fazer aquilo para que se tem vocação natural.
Neste caso “feliz coincidência” não deve ser interpretado como “feliz acaso”, jj.amarante. A interpretação deve ser literal.
Não só resulta duma feliz coincidência como dum golpe de sorte num país onde é tão difícil fazer-se o que se gosta.
Sem dúvida.