Mensagem de Natal de sua Excelência o Primeiro-Ministro


Paulo Sousa,

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Título alternativo: “O Estado sou eu!”

Agradeço mais sugestões.

44 comentários em “Mensagem de Natal de sua Excelência o Primeiro-Ministro”

  1. Pergunto: Quem dos spins impôs, ou autorizou esta fotografia?
    Se repararem parece um retrato do Marques de Pombal. Já o conteúdo é mais do género da Gaiola Aberta do Vilhena.

      1. Vivemos em democracia. Quem não gosta do primeiro-ministro ou do actual governo pode votar noutros. Já incitar ao homicídio é crime.

        1. Ui. Um anónimo as quem as palavras fazem dói, dói.
          Então tome lá um analgésico. Politicamente defenestrado. É isso que acabará por acontecer a António Costa. Habitue-se. Sem guinchar. Tá a ver.

  2. Vilanela para um país destruído

    Mais um dia neste país de peste
    Não há cá nada que eu não deteste
    Artigos escritos por ladrões eleitos
    Numa dita urbana de lares desfeitos

    Outro round de calor insano está garantido
    Mães solteiras do Cacém com o miolo ardido
    E empresários que só se vêm com monhés
    Mais um dia nesta terra de perfeitos xonés

    Mais um dia no calabouço inane do tachismo
    A Europa paga, o tuga gasta e reina o autismo
    Sucedem-se as selfies vãs por elogios baratos
    Os jornalistas cumprem o seu dever de mainatos

    O messias sentado nos comodismos da cidade
    Conquista votos entronizando a mediocridade
    O erário assegura o conforto mental de abortar
    Mais um dia neste limbo entre morrer ou matar

    Mais um dia na incerteza da hora H
    A chuva existe e anda por cá
    Os anestesistas de serviço acreditam
    Nas frases loucas dos idiotas que citam

    Ninguém nos inspira um sorriso
    Outro sinal claro de saturação
    A manada segue tilintando o guizo
    Mais um dia à espera da destruição.

          1. A malta gosta de sofrer. A primeira dose sofre pouco, a segunda dose sofre mais um bocadinho, e a terceira é de caixão à cova.
            É como o governo, o primeiro sofreu um bocadinho, o segundo está a custar mais, espere pelo terceiro e vai ver…

          2. É esse então o segredo para conseguir votar nesta tralha… o masoquismo. Até que faz algum sentido e de facto esse pode ser um dos pontos fracos da democracia, que quem vota pretende apenas sofrer. Deve ser isso.

  3. Que fotografia miserável. Quando eu era garoto, para as fotografias para a posteridade e, mais tarde, do Bilhete de Identidade, ia ao fotógrafo. Sentava-me assim de lado, e ele ia e vinha, e, com uns piparotes, ajeitava-me o ângulo do rosto. E mandava-me ficar quieto até sentir a flashada. Entretanto, quando ele ia para lá e até que disparava, eu mudava de expressão. Normalmente para uma de imbecil.
    A este tipo aconteceu-lhe o mesmo. A expressão também é de imbecilidade balofa. Mas muito sinceramente, acho que o vejo amiúde assim; não será culpa do fotógrafo e das suas demoras na composição.

    1. Os estudiosos da coisa associam esta posição, a um atitude subliminar de defesa. O âmago está protegido, o ventre escondido, os genitais resguardados pelas mãos. O sorriso, que era radiante no tempo das vacas voadoras, é agora tímido.
      Perante tudo isso, as palavras de força entrar naquela dinâmica do “read my lips”, ou seja foram escolhidas para tentar negar aquilo que se teme.
      É uma foto de alguém que está inseguro e à defesa. À mínima hipótese, desaparece dali.

  4. Só lhe falta um ceptro e uma coroa para ser uma espécie de rei sol tuga mas claro, muito mais incompetente e incomparavelmente pequenino no plano internacional do que original francês.

      1. Não é que não fosse bem feito já que passa a vida a mentir e atirar areia para os olhos do povo enquanto protagoniza uma política desastrosa de empobrecimento e atraso generalizados face aos nossos parceiros europeus. Ah mas “vamos continuar a crescer mais do que a Alemanha” disse ainda recentemente este artista de circo, nunca explicando os números reais a ninguém e fazendo de tudo para passar a ideia de que Portugal convergiu com a Alemanha durante o seu governo quando, na verdade, está cada vez mais longe.
        Em 2015 o pib per capita português era de 19250 dólares e em 2021 de 24262. O alemão era de 50801 em 2021 e de 41103 em 2015. Ora a verdade é que Portugal em 2015, quando Costa para lá foi, tinha um PIB per capita menor do que o alemão em 21853 dólares mas hoje a diferença já é de 26539, isto é, estamos cada vez mais longe dos alemães ao contrário do que Costa repete a toda a hora. Costa diz meias verdades quando atira para o ar valores de crescimento em % ignorando sempre (muito convenientemente para ele claro) que uma % por si só, sem uma base de incidência não diz nada de nada. A Alemanha até pode crescer ao ano menos 0,5% (ou até menos um pouco) do que nós que continuará sempre a afastar-se porque a base de incidência é muito maior. Portugal nunca convergiu com a Europa desde que este mentiroso lá pôs os pés. Pelo contrário, tem sido sempre a empobrecer com a sua navegação à vista, sempre ao sabor de populismos e eleitoralismos. Este é um dos PM mais incapazes e desonestos de sempre sem a menor dúvida.

        1. Não se esqueça que a esta malta que se dá mal com a realidade e prefere construir uma paralela, acode o princípio do conjugue enganado, e que se baseia na premissa de que nunca se acredita naquilo em que não se quer acreditar.

        2. “A Alemanha até pode crescer ao ano menos 0,5% (ou até menos um pouco) do que nós que continuará sempre a afastar-se porque a base de incidência é muito maior. “

          Isso não tem nada que ver. Se nós crescermos mais em teoria estamos a aproximar-nos, falta ver claro em que nos estamos a aproximar. Se o crime aumenta e aumento de comércio deve-se a compra de armas e segurança para as pessoas de defenderem o crescimento da riqueza tem menor qualidade…

          A mentiras do Costa são o facto de ele escolher falar do crescimento num muito curto espaço de tempo.

          1. Em teoria está mas na prática divergiu em quase mais 5000 dólares e como no mundo real as pessoas pagam as contas com dinheiro que vem daquilo que porduzem e não de teorias, na verdade você divergiu.

    1. É verdade, mas esse mantra faz-me lembrar a “proteção magnética” do sketch do Gato Fedorento sobre o Sr. Tobias.
      Ele tem toda a legitimidade para governar, é pena que apenas desgoverne, e eu tenho toda a legitimidade para manifestar o meu incómodo com a arrogância com ele trata quem não o aplaude.
      Ainda não chegamos ao ponto em que não se pode dar a cara para apoiar o Arrogante Costa, e espero que não chegaremos. Por isso o seu anonimato é ridículo. O seu comentário foi publicado, exactamente como não aconteceria aos críticos do seu PM, se ele os pudesse evitar.

      1. “se ele os pudesse evitar”
        Portugal é uma democracia por isso esse “se” é um não assunto. Quanto ao anonimato, o voto é um acto anónimo.

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