Com os anos, a nossa infância vai-se transformando numa realidade estranha, num amontoado de recordações que parecem falhar o essencial. Por exemplo: como fazer corresponder ao adulto que somos os indícios da criança que fomos?
(Se ainda não se tornou óbvio, talvez mais tarde eu explique por que é que hoje me deu para isto. Agora vou ler a arte de domar a nostalgia.)


ok! Boa leitura, querida.
Obrigado, querido. Olha que te falta um ‘l’.
For the record: ontem deu-me para isto por causa de um número: 43. Mas estou bem, não se preocupem.
Hum… um número curioso. O fulgor do outono sentido quarenta e três vezes…é?! eheh. Os meus parabéns José António! li hoje…daí o atraso… (e espero estar a intuir bem!). Um beijinho (para a criança que ainda espreita aqui e ali também).
Está intuir bem, Sílvia, claro que sim. Obrigado.