22 comentários em “Más notícias para a ficção de produção nacional”

  1. Sócrates perdeu 620 mil espectadores da entrevista para o primeiro programa de comentários, e daí para ontem, perdeu 220 mil espectadores. Portanto três programas foram suficientes para reduzir as audiências dele em 50%.
    A este ritmo não chega ao final do mês de maio. Nada que alguns comentadores do Delito de Opinião não tivessem previsto, e só os fidelìssimos saudosos daquela verborreia, é que o conseguem ouvir.
    Parece que os portugueses têm boa memória, e não são tão parvos como alguns os querem fazer.

  2. Daqui a pouco tempo JS terá três fervorosos espetadores (à moda do NAO) a ouvi-lo, a saber:

    O decano do PS, Mário Soares:
    – Eu não diria melhor!

    O actual do PS, Tó Zé Seguro:
    – Eu não digo melhor!

    O futuro do PS, António Costa:
    – Eu não direi melhor!

  3. Lamento se algo me está a escapar, mas acontece que, sendo do domínio público que o sujeito foi passar 2 anos lectivos 2 em Paris, para se qualificar em ciência política, o que (também foi noticiado) o levou a endividar-se até aos ossos (isso e o Mercedes, claro), ou não dei por isso, ou ignora-se se terminou com sucesso o curso, se fez exames, se houve discussão de algum trabalho que tenha apresentado, se fez uma dissertação, seja o que for. E, que se saiba, o curso não era dado por um explicador particular, pelo que os resultados deveriam ser públicos. E também me parece um tanto esquisito que dois anos lectivos terminem no final de Março, inícios de Abril. E, como sou torcido, igualmente me parece esquisito que o cavalheiro fosse “observador” das eleições na Venezuela e permaneça em Portugal (ou o programa de ontem, que obviamente não vi, terá sido gravado com dias de antecedência? Ou então a “observação” das tais eleições terá sido feita por fax?)

  4. Nada surpreendente! De facto, uma péssima aposta, não há a mínima pachorra para ouvir este fulano.
    De momento o que é que de garantidamente Bom nos oferece a RTP?

    1. Precisamente o comentário que eu faria, esse primeiro parágrafo.
      Ouviu-se (ouvimos um milhão) e primeira entrevista, no meu caso, para acompanhar o twitter, admito. Mas não há paciência, não sei como tanta gente me diz que lhe acha graça. Só o tom pantomineiro me dá sono.

  5. Isto só comprova duas coisas:
    1) A RTP tem grandes dificuldades em afirmar-se no referido segmento de ficção nacional (por mais imaginativa que seja);
    2) Sócrates não é talhado para produções de baixo orçamento.

    1. Muito bom o ponto 2 !

      Não vi a entrevista e não vejo os seus comentários aliás desde que fui obrigado a comprar pc para não perder muito o fio á meada do meu anterior trabalho quase deixei de ver televisão.
      Obviamente os Portugueses não são totalmente parvos e bastou-lhes a 1ª amostra de comentário para perceberem ao que vinha o inginheiro e que para aturarem pessoas desprovidas de bom senso já bastam os que estão.
      A entrevista teve a audiência que teve por curiosidade de ver até onde ía a desfaçatez do inginheiro e se trazia algum trunfo na manga.
      Parece que nem de borla a RTP consegue subir as audiências logo têm de se pedir responsabilidades junto da administração , ehehehhehe.
      O mau da coisa é que assim ainda vamos ter de aturar a vacuidade de Seguro por mais alguns meses.

  6. Tal como o “tal gajo” que, em resposta a um anúncio de jornal, se apresentou para dizer: não contem comigo!, também eu só “entrei” para dizer que não posso comentar a propósito do caso.
    Porque não assisti quer à entrevista, quer aos dois comentários transmitidos.
    Felizmente que ainda posso escolher não escutar cabeçudos, nem matrafonas, nem quaisquer outros caretos que nem de Lazarim são!

    Cumprimentos.

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