Esta foto (será de quem?) capta muito bem a expressão do Mário, o melhor director que tive em 30 anos de profissão. Sabia-o doente há muito, a notícia da morte dele não foi surpresa para mim. Mas é sempre um momento muito triste quando vemos partir alguém que nos merece tanto respeito, tanta consideração e tanta amizade. Fica o exemplo. E a gratidão de centenas de jornalistas que com ele trabalharam.
Esta foto (será de quem?) capta muito bem a expressão do Mário, o melhor director que tive em 30 anos de profissão. Sabia-o doente há muito, a notícia da morte dele não foi surpresa para mim. Mas é sempre um momento muito triste quando vemos partir alguém que nos merece tanto respeito, tanta consideração e tanta amizade. Fica o exemplo. E a gratidão de centenas de jornalistas que com ele trabalharam.
Um jornalismo de referência faz-se com jornalistas de referência e com referências. O DN, com Mário Bettencourt Resendes, foi um excelente jornal.
Mais uma perda de vulto neste Verão português de tempos difíceis. E precoce, mais ainda do que o são todas as mortes.
A doença fazia adivinhar o fim.
Ainda assim, fica um sentimento muito forte de se ter perdido mais uma referência.
Neste caso do jornalismo.